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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Uma experiência a NÃO repetir

Abril 16, 2019

O Triângulo Perfeito

Não sei se vos contei, mas há cerca de 3 semanas fomos com o Vasco a um daqueles espaços infantis que têm trampolins e insufláveis.

Estava um dia de chuva e não sabíamos muito bem como ocupar o tempo, por isso resolvemos experimentar aquele sítio que fica bem perto de nossa casa.
O facto de ser uma pavilhão fechado foi decisivo, pois era abrigado da chuva e do vento.

O preço era acessível e as zonas de brincadeira pareceram-nos engraçadas. Mas logo na bilheteira tivemos um choque!
A empregada que nos atendeu era para lá de antipática. Estava com umas trombas do chão até ao teto e nem um sorriso nos deu.

Depois de nos explicar as regras (sempre com ar carrancudo), orientou-nos para o local onde o Vasco teria que tirar os sapatos.

- Os pais também não podem ir calçados!! - rosnou-nos com agressividade.

Lá calçamos as pantufas de papel (tive um flashback das vezes em que fui à ginecologista e tive que calçar aquilo) e entrámos no recinto.

O Vasco divertiu-se bastante, mas sempre sob o olhar reprovador da rapariga que, certamente, já deve ter tido más experiências com outros miúdos e devia estar ressabiada.

Estava uma festa de anos a decorrer no recinto e essa mesma funcionária ficou encarregue de fazer as pinturas faciais aos meninos
Quando uma mãe lhe pediu (com toda a educação) que salientasse mais a cor das bohechas da sua filhota porque queria tirar umas fotos giras... as trombas da funcionária aumentaram ainda mais.

Imediatamente, disse ao meu marido. Nunca, mas nunca iríamos fazer ali a festa de anos dos nossos pequenos!!

Para além do espaço necessitar de algumas obras de remodelação, as funcionárias estavam quase todas (exceto uma, abençoada miúda) com um ar contrariado.

Apeteceu-me dizer à funcionária que se não queria estar ali, mais valia ir embora e ceder o seu lugar a outras pessoas mais motivadas!

A verdade é que para se trabalhar com crianças é preciso talento, alegria e motivação. Não é qualquer pessoa que tem essas caraterísticas...

Os responsáveis por aquela empresa de diversão deveriam ter tido mais cuidado quando fizeram as entrevistas para contratar pessoal.

No fim da sessão, quando nos despedimos, a funcionária atirou-nos com um único sorriso do dia. Basicamente, só ficou feliz quando nos fomos embora (foi essa a sensação com que fiquei).

Apesar de tudo, o Vasco passou bons momentos.

Deixo aqui algumas imagens dessa experiência.

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