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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Maio 29, 2018

O Triângulo Perfeito

Na primeira gravidez fiquei a trabalhar até as 40 semanas, porque me sentia ótima e porque tive uma gravidez bastante pacífica.

O meu filhote nasceu às 40+3 dias. Quase que nascia numa sala de aula...!

Lembro-me que só fui para casa descansar porque os meus colegas de trabalho já estavam a ficar com medo de terem que ser eles próprios a fazer o parto :))

 

Desta vez custou mais.

 

A gravidez foi mais difícil, tive imensos enjoos (e que se prolongaram por mais tempo), fiquei com os intestinos todos baralhados (o síndrome de cronh reativou durante os primeiros 6 meses).

Fiquei a trabalhar mais longe de casa e tive que lidar com algumas situações stressantes no meu emprego. Uma delas foi passar a vida a vomitar, ficando "presa" na casa de banho entre as aulas.

 

E... já tenho um filho para cuidar.

 

Um filho que adoro, mas que me dá imensooooo trabalho!

 

Tudo isto para dizer que a experiência de estar grávida pela primeira vez, é muito diferente de estar grávida quando já se tem outros filhos. Concordam comigo?

 

O cansaço é enorme. Não tem comparação!!!

 

Sabemos que temos que tirar um tempinho para nós (e para o bebé que vai nascer), mas estamos sempre a adiar, a adiar...

Sabemos que temos de descansar, de ganhar forças para a 2º experiência de maternidade, mas não conseguimos encontrar sequer um minutinho para nos sentarmos no sofá. 

Temos que acordar, vestir e lavar o bebé que já existe. Temos que o ir buscar à escola, que ir passear com ele. Leva-lo ao médico.

Com tudo isto, posso dizer que durante os primeiros 6 meses desta segunda gravidez... eu quase que esquecia que estava grávida. 

Se não fosse a barriga a crescer, acho que me esquecia mesmo!

 

Desta segunda vez trabalhei até às 34 semanas, sempre com garra, dedicação e profissionalismo. 

Apesar do cansaço, continuei a acordar às 6:30 e a aparecer no emprego todos os dias. Aparentemente invencível. 

 

Mas chegou a um tempo, em que foi necessário parar. 

Dores, cansaço, e várias ameaças de parto pré-termo ditaram a sentença. 

Custou.

Quem me conhece sabe que tenho alma de combatente. Desistir, seja do que for... não está nos meus planos.

Tal como da outra vez, também nesta eu gostaria de ir até ao fim, de poder concluir o ano letivo.

 

Passaram-se duas semanas desde que meti baixa. Estou de 36 semanas de gravidez. 

Tenho que reconhecer que o repouso está a fazer milagres, e até as contrações que me afligiam parecem agora menos frequentes.

Agora, em casa, uso o (pouco) tempo que falta para o parto, para organizar as coisas do Xavier.

E para dar mimos, muitos mimos aos outros dois vértices do triângulo!

 

E vocês? Quanto tempo ficaram a trabalhar? Com quantas semanas foram para casa?

Concordam comigo que a segunda gravidez é muito diferente?

 

Janeiro 10, 2018

O Triângulo Perfeito

Tinha prometido que ia falar desta minha segunda gravidez e o que posso dizer desde já é que as coisas têm sido um pouco diferentes do que eu esperava.

Conhecem aquela expressão "Não há duas gravidezes iguais"? Pois eu fiquei nos últimos meses a perceber que essa frase encerra uma grande verdade.

A primeira gravidez foi mais relaxante e menos "enjoativa", if you no what i mean :)

Só tive enjoos até às 12º semana e (agora sei) foram muito leves. Uma ligeira azia, uma ligeira indiposição, algum sono e ... pouco mais. 

Desta vez percebi porque é que algumas grávidas deixam de comer, e até emagrecem nos primeiros tempos. Enjoei a partir da 6º semana. Já vou na 16º e a coisa ainda não passou!

Entre a 7º e a 10º semana tive náuseas de morte. Vomitei antes, depois, durante as refeições. Perdi a conta às vezes que fui à sanita. Vomitei tanto que fiquei com a garganta arranhada e ferida, a pontos de sair sangue durante o vómito. 

Tive dores de barriga (estômago? intestinos?) horríveis. Senti, muitas vezes, que a minha digestão parava completamente. Cheguei a ir às urgências (para quê?), mas estando grávida não podia fazer exames de rx por isso mandavam-me para casa.

Arrotos, refluxo, enfim... tive disso tudo. Cheguei a vomitar, de manhã, à porta do infantário do meu filho (lindo espetáculo...).

Entretanto, uff.... passaram os vómitos e as náuseas. Ficaram as dores de barriga e a lentidão na digestão. Ah, e os arrotos (tão sexy).

Com tantas dificuldades confesso até me esqueci que este blogue fez 1 ano. É verdade... foi no mês de novembro. Queria celebrar em grande, com algumas dedicatórias às pessoas que mais me têm cativado na blogosfera. Mas estava mais ocupada a tentar "sobreviver" do que a pensar no blogue e acabei por me esquecer dessa data tão importante.

Também foi difícil trabalhar nestas condições, mas lá fui aguentando. Andava pálida, olheirente e birrenta, mas nunca desisti. Agora, olhando para trás, penso que realmente fui muito forte. Porque por vezes, até no intervalo entre duas aulas ia vomitar. E havia dias em que não metia quase nada à boca.

As coisas foram tão difíceis que o meu marido começou a suspeitar se não viria por aí uma "menina". Isto, porque segundo as informações tiradas da internet, os enjoos são maiores nas gravidezes de raparigas. 

Mas afinal, vai ser um pilas. Ainda não nasceu e já está a dar muito que fazer, eh eh.

E as vossas gravidezes, como têm corrido? As segundas foram muito diferentes das primeiras? 

Fico à espera dos vossos testemunhos!

Assinado: A "enjoadinha" :))

Dezembro 27, 2017

O Triângulo Perfeito

Com a chegada do primeiro filho, dá-se início a uma fase de encantamento, agitação, emoções fortes e amor sem limites. 

Durante algum tempo (que pode ir de meses a anos) rejeitamos completamente a ideia de ter um segundo bebé.

O cansaço, as noites sem dormir e a perceção de que aquele primeiro bebé ainda é tão indefeso são factores que nos fazem afastar durante algum tempo a ideia de lhe dar um irmão. 

Algumas pessoas acham que os irmãos devem ser bem espaçados no tempo, pois assim os pais podem "descansar" um pouco no intervalo entre um e outro.

Há também quem defenda que é muito mais fácil ter um segundo filho, quando o primeiro já é autónomo. 

É frequente ouvirmos a afirmação "Só vou ter o segundo, quando o primeiro desfraldar!" - opinião com a qual concordo, pois é tudo muito mais fácil quando o primeiro já ganhou alguma independência.

 

Contudo...

 

Eu e o meu irmão temos uma diferença de idades grande (5 anos). A isso soma-se o facto de ele ser rapaz e eu rapariga, o que fez com que eu me sentisse sempre filha única (solidão....)

Senti imensa falta do companheirismo, das brincadeiras a dois, de poder participar nos mesmo programas que o meu irmão. Por ser a mais nova e, portanto, a mais infantil fui deixada de parte em várias situações. 

Nunca consegui acompanhar o meu irmão nas suas brincadeiras, ora porque eram brincadeiras de rapaz, ora porque eram demasiado elaboradas (como alguns jogos de computador) para que eu pudesse participar. 

Quando o meu irmão começou a sair à noite, eu ficava em casa porque ainda era uma catraia. Quando ele começou a namorar, eu ainda brincava com bonecas. Eu olhava para ele como um ídolo. Ele olhava para mim como uma chata. 

Embora vivessemos na mesma casa, sempre fomos entidades separadas. 

E apesar de todo o amor que tínhamos um pelo outro, era difícil encontrar um brinquedo, um jogo, um tema de conversa que nos unisse.

 

Por isso...

 

Decidi desde logo que se um dia tivesse dois filhos, eles teriam que ter idades muito aproximadas. E desejei, por tudo o que vivi, que fossem do mesmo sexo. 

A vida brindou-me com tudo isso. Em outubro, finalmente arranjei coragem e... cá estou de novo à espera de um menino!

É verdade! O Vasco vai ganhar um irmaozinho... Mais uma mamã para o SAPO BLOGUES. 

Beijinho a todos!  Fiquem atentos aos próximos posts, onde vou falar um pouco mais sobre esta segunda gravidez. 

 

 

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