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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Lado a lado

Julho 12, 2019

O Triângulo Perfeito

No infantário que o meu filhote frequenta, estas duas semanas foram de praia, de sol e de mar.
Todas as manhãs, as educadoras e auxiliares metiam os meninos num autocarro e rumavam para uma certa praia aqui do norte do país.
Tirando aquele dia em que se baldou à praia por estar cansado, o Vasco adorou.
Sei que muitas mães por esse país fora ficam preocupadas na altura em que os miúdos vão à praia com a escola.
É natural ter medo e ficar a pensar em todas coisas más que podem correr mal nessas viagens. Faz parte do pacote de ser mãe/pai.
Amor, dedicação e medo… vem tudo na mesma encomenda :)
Mas eu digo-vos com toda a convicção: não fiquem stressadas. Porque os vossos filhos, regra geral, quando vão à praia com a escola, estão em boas mãos.
Sou mãe, mas também sou professora. E neste momento, faço parte do ATL da minha escola.
Algumas vezes por semana faço parte da equipa que leva os meninos dessa escola à praia.
É uma grande responsabilidade levar crianças em passeio, seja para a praia, seja para outro lugar qualquer. E as educadoras sabem isso.
Por isso é que há regras muito rígidas- Há filas que não se podem desfazer, há horários fixos para banhocas e para lanche. há toda uma série de rotinas.
São essas regras que tornam toda a dinâmica mais segura.
Hoje estive lado a lado com o meu filho.
Bem… lado a lado talvez seja um exagero. Estivemos separados por cerca de 500 metros.
Eu fui levar os meninos da minha escola à praia e o Vasco esteve exatamente na praia com a escola dele. Apenas meio quilómetro ao lado.
Durante a manhã, enquanto vigiava o grupo da minha escola, eu olhava de vez em quando para sul, para o lugar onde sabia estar o meu filho com o infantário dele.
Não o via, dada a distância, mas podia imaginar o cenário :)
Enquanto os "meus" miúdos brincavam e riam no mar, imaginei o meu filho a rir e a chapinhar na água, lá ao longe.
Enquanto lanchávamos, pensei que se calhar naquele momento o meu filho estaria também a trincar qualquer coisa.
Não me senti amedrontada, nem ansiosa, nem preocupada.
Se o meu rebanho está em boas mãos, então o Vasco também esteve seguro durante estas duas semanas.
Porque o cuidado que eu ponho naquilo que faço, será certamente o mesmo cuidado que os outros têm com o meu rebento.
É assim que eu penso.

Maternidade é jogo de bola

Janeiro 23, 2019

O Triângulo Perfeito

Às vezes pergunto-me... e se eu desistisse?

Se desistisse de arrumar a casa...

de passar a ferro...

de pôr roupa a secar ...

de lavar loiça...

de fazer o jantar...

E se eu desistisse... e fosse descansar?

 

Às vezes pergunto-me... e se eu fugisse para longe?

Se batesse com a porta e me metesse à estrada...

para apanhar sol...

tocar na areia...

sentar numa esplanada....

junto ao mar.

E se eu desistisse... e fosse viajar?

 

Se não me levantasse para fazer biberão ao mais velho

Se não desse mama, quando o mais novo está a chorar.

Se não tivesse um abraço sempre pronto

e um bom conselho

e um beijo sempre à espreita

Se deixasse os meus filhos na creche

e não os fosse buscar?

 

Como seria... se começasse a falhar?

 

Não posso. Sei que não posso...

Porque maternidade é como jogo de bola

quando a gente entra em campo tem mesmo que jogar

Correr, suar e chutar para o alto.

de coração em riste!

 

Mãe que é mãe não vai embora.

Mãe permanece.

Mãe fica.

Mãe insiste.

 

Às vezes pergunto-me... e se eu desistisse?

Mas mesmo cansada, sei que vou lutar

Todos os dias, visto a camisola do amor

e entro em campo.

Sou mãe, sou capitã de equipa

soou o apito

e eu entro a titular.

O desafio viral (2009-2019)

Janeiro 18, 2019

O Triângulo Perfeito

Por causa de um certo desafio que anda a percorrer as redes sociais, lembrei-me de ir procurar fotos minhas do ano de 2009...
Encontrei fotos de 2006, 2007 e 2008. 2010, 2011... até hoje.

 

De 2009? Pouco ou nada.

 

Enquanto procurava fotografias para postar aqui no blogue, ia passando por outras que me acenderam a memória.
Sorri internamente ao recordar jantares de natal, festas de amigos, picnics e passeios na praia. Idas ao cinema e convívios de família. Fui feliz.
"Que bom ter tantos momentos gravados em imagens.- pensei.
Que bom ter tantas e tantas fotografias!"

 

Então porque não tenho praticamente nada de 2009?

 

Há anos que nos mudam.
Mesmo que a gente não queira, mesmo que a gente resista... há anos em que somos obrigados a mudar.
Anos em que nos pomos a pensar no caminho já percorrido e no caminho que queremos percorrer.
São anos de descontrução e de decisões difíceis. Anos de muita sombra e desilusão.
Porra, sejamos sinceros... são anos duros de roer.

 

Agora lembro-me. Lembro-me de 2009.
Acho que deixei lá as todas as minhas lágrimas.

 

Foi o ano em que nevou na minha cidade (após décadas de ausência). Eu estava lá e não vi! Só soube no dia seguinte.

Não vi porque me fechei em casa, de portas e janelas fechadas para o mundo. Telefone e televisão desligadas. Como eu estava triste nesse dia...

 

Aconteceram muitas coisas em 2009. Umas boas, outras más. Houve risos, houve mágoas, houve aprendizagens, houve deceções.
Certamente que foi tudo necessário, para que eu fosse a pessoa que sou hoje.

Mas fico sempre aborrecida quando alguém fala da neve, e das aulas interrompidas e dos miúdos cá fora a fazer esculturas geladas... Deve ter sido espetacular.

 

Um dia vai nevar novamente e eu não quero ficar à parte.
Quero estar lá, no meio do acontecimento, a rir e a divertir-me como os outros.

 

Há coisas que acontecem poucas vezes na vida.
É a neve na minha cidade, são os ecplises, é o cometa halley a passar por nós...

 

Temos que estar atentos para não deixarmos a vida passar ao lado. 
Temos que perceber que o tempo não pára e as segundas oportunidades nem sempre surgem.
Todos os dias há pequenos milagres e é a nossa tarefa reconhece-los, para que os possamos abraçar.

 

Para conquistar o mundo temos que ir à luta, sair do casulo.
Se nos fecharmos em casa à espera de um milagre... vamos perder todos os milagres que acontecem diariamente no mundo exterior. 
Vamos perder tantas e tantas oportunidades...

 

Foi isso que 2009 (mesmo com tão poucas fotos) me ensinou.
E é essa a lição que trago desse ano. 

Cá fora. É onde a vida acontece. 
Como eu gostava de ter visto a neve...

228_0.jpg

 

E foram... MISERÁVEIS para sempre?

Novembro 30, 2018

O Triângulo Perfeito

"Quer salvar o seu casamento? Então não tenha filhos." 

É com este título sugestivo e até mesmo um pouco assustador que começa um artigo que encontrei no The Guardian :)

 

"Comparando casais com filhos com casais sem filhos, os dados revelam que o declínio na satisfação amorosa é duas vezes superior nos primeiros.", revela o mesmo artigo.

 

A ideia resulta de vários anos de estudos sobre dinâmica familiar.  Mas também não era preciso tanto, eh eh. Basta perguntarem a qualquer casal com filhos e eles contam-vos logo como a vida íntima ficou um caos depois da paternidade.

"As famílias têm grandes expetativas em relação ao bebé", continua o artigo. "Mas há medida que os laços entre mãe e criança crescem, os laços entre o casal tornam-se mais ténues."

Em muitos casos, os membros do casal deixam de ser amantes para se tornarem simplesmente pais. "Mensagens românticas e amorosas no telemóvel, são substituídas por mensagens tão frias como uma lista de mercearia". (vocês pais, sabem do que falo, né?)

 

Até aqui nada de novo... mas leiam o que nos diz a parte final deste artigo!... (espero que tenham lido até aqui para saberem agora a parte chocante)

 

"Há medida que o número de filhos aumenta, cresce a insatisfação do casal face ao casamento mas... diminui a probabilidade de o casal se divorciar". 

 

Esta afirmação baseia-se nas estatísticas do Reino Unido, mas em Portugal acontece mais ou menos o mesmo (encontrei estes dados de 2001).

Portanto, quanto maior o número de filhos, menor é o número de divórcios. É um bocado estranho e um tanto ou quanto irónico!

Os filhos são geradores de stress entre o casal, e há imensos estudos que o confirmam (olhem aqui este tãoooo giro) mas parece mais fácil quebrar os laços quando há apenas um filho. Quando são muitos filhotes, o casal tende a ficar unido mesmo não estando satisfeito com a relação. 

Acho que é isso que chama... "acomodar-se". E é com base nessa realidade que o artigo do The Guardian termina dizendo:

"So, having children may make you miserable, but you’ll be miserable together."

Qualquer coisa como: ter filhos faz-nos sentir miseráveis, mas preferimos ser miseráveis juntos ".

Seria poético se não fosse tão estúpido. E um pouco triste, não acham?

O Bullying: esse monstro invisível (1º parte)

Outubro 22, 2018

O Triângulo Perfeito

No dia 20 de outubro assinalou-se o Dia Mundial de Combate ao Bullying.

Este é um tema que me toca. Não só porque o já o vivenciei, durante algum tempo na minha infância, mas também porque me deparo com o fenómeno, frequentemente, nas escolas onde vou lecionando.

Por isso... não poderia deixar de registar aqui algumas ideias. Vou escrever alguns posts (curtos) sobre o assunto.

 

Como é sabido, a maior parte das vítimas de bullying sofre em silêncio. Num estudo realizado pelo Instituto Superior Miguel Torga com uma amostra de 145 crianças, mais de metade dos inquiridos confessou que já sofreu bullying, mas... não o denunciou. Isto é assustador!

Por que é que as vítimas não denunciam o abusador?

De uma forma geral, e com base na minha experiência a nível escolar, posso apontar alguns motivos (certamente haverá outros):

o medo de represálias, a falta de confiança na capacidade dos adultos para resolverem o problema, a sensação de impotência, a vergonha de contar, o receio de ser excluído do grupo... entre outras.

Independentemente das causas, este silêncio dificulta (e muito!) a ação daqueles que potencialmente poderiam ajudar.

Falo dos pais, dos amigos dos funcionários, dos professores, dos psicólogos e dos assistentes sociais, por exemplo.

Por isso, e porque o bullying é na maioria dos casos um "monstro invisível" é muito importante estar atento a alguns sinais que poderão indiciar uma situação de abuso (seja este verbal ou físico).

 

São exemplos desses sinais (Fonte: Delas.pt)

  • Decréscimo brusco do rendimento escolar
  • Alterações de humor frequentes: com especial incidência para a tristeza
  • Facilidade em ficar ansioso sempre que se aborda o tema da escola
  • Ataques de impaciência sem uma explicação aparente
  • Irregularidades do sono e do apetite
  • Dificuldade em prestar atenção
  • Isolamento social (evitar estar com os amigos, pouco interesse por eles)
  • Evidência de timidez e insegurança

Nem todos os sinais se manifestam ao mesmo tempo, sendo que alguns podem nem sequer chegar a evidenciar-se. Por isso é que é tão difcícil detetar o bullying...

Um bom aluno, por exemplo, poderá continuar a ter boas notas (ou até subir o seu aproveitamento, já que acaba por estudar mais tempo tentar "esquecer" a sua dura realidade). Foi este o meu caso. Quanto mais isolada me sentia, melhores notas tirava.

Contudo... a tristeza súbita, desânimo face à escola, choro "sem razão aparente", isolamento e insegurança são aspetos praticamente transversais à maioria das vítimas.

 

Bem... disse que o post ia ser curto e afinal foi longo. Sorry! Mas este é um tema de que vale muito a pena escrever (continua...)

 

Tu...

Agosto 23, 2018

O Triângulo Perfeito

...querido filho, pequeno buda aninhado no meu regaço. Sem ânsias, sem medos e sem preocupações.

Um dias vais crescer, ganhar amigos. Vais rir, e vais brincar.

E vais querer coisas.

Sim... eu sei que vais querer coisas. Porque eu também passei por aí.

 

Vais querer aquela playstation, aquele telemóvel topo de gama.

Vais querer o sistema de som para acoplar ao PC.

Vais querer os ténis da moda que todos os teus amigos usam.

E mesmo assim, por vezes, vais sentir-te vazio.

 

Depois vais crescer mais. E vais querer mais coisas. Eu sei, eu sei! Porque esse também sou eu.

 

O apartamento chique, o carro topo de gama, as férias no estrangeiro e a roupa de marca.

Vais ocupar os teus dias nessa luta. E com ela conseguirás apenas mini fragmentos de riso. E vais estar tudo bem. Até um dia.

 

Um dia vais querer trocar tudo o que conseguiste, por algo que o dinheiro não compra.

Sim. Vai haver momentos na tua vida em que te vais sentir perdido e minúsculo. Desprezado, não correspondido. Pouco valorizado. Ressentido. E vais ter saudades de algo que já não sabes bem o que é. Mas que sabes ser real.

 

Nesses momentos… lembra-te desta foto. Lembra-te de nós!

Ouve… um dia vais ser grande. E já não vais caber, sereno, na palma de uma mão. Nem te poderás aninhar por completo na dobra de um cotovelo fletido.

Mas caberás sempre no semicírculo de um abraço.

Esse abraço é sempre teu. É grátis e não precisas de trabalhar para o comprar. É o abraço dos teus pais. 

Procura-o...

 IMG_0447.JPG

Havia necessidade?

Janeiro 10, 2017

O Triângulo Perfeito

Não, não havia. Não havia necessidade de me ter aborrecido tanto ... Mas o amor de mãe não se explica. E todas as mães (mesmo as mais meigas) viram uma autênticas feras quando a felicidade  dos seus filhos está em risco. 

 

Fui, finalmente, levar o V. ao infantário, depois de uma semana passada em casa. Ele já está melhor da bronquiolite e senti que estava na hora de ele voltar à escola. Fui. Mas fui com o coração apertado.

 

Parecia que adivinhava... A coisa não correu bem. Sem me querer alongar muito, sinto que o colégio (que adoro!) desta vez, falhou para com as necessidades, bem-estar e felicidade do meu filho. 

 

Só posso dizer que a situação me revoltou tanto que 5 minutos após o ter levado, peguei no V. e trouxe-o novamente para casa. Levei-o para a luz do sol e para o calor dos meus braços. E ele que chorava, abraçou-me com força agradecendo-me o gesto. 

 

Resultado:

 

... percebi que teria que adiar mais umas horas o meu regresso ao trabalho, porque não tinha ninguém que me ficasse com o V. naquele momento.

... percebi porque é que algumas crianças ganham fobias que os pais não conseguem explicar e que lhes condicionam todo o desenvolvimento. 

... e percebi que, por muito que as educadoras, funcionárias gostem dos nossos filhos ( e eu sei que gostam), não há nada, mas NADA como o amor de MÃE!!

 

Se eu pudesse... ai, se eu pudesse... o meu filho só entraria para a escola com 3 aninhos. Evitava andar sempre doente e, quanto à socialização... já vi crianças com 3 anos bastante sociáveis sem terem andado na creche. 

 

Se eu pudesse protegê-lo para sempre de toda a dor deste mundo, eu seria feliz. Não vou conseguir protegê-lo de tudo. Mas hei de protegê-lo naquilo que eu puder. E este foi um dos momentos-chave.

 

Depois de conversar com a educadora e responsáveis do colégio, percebi (tentei perceber e colocar-me na pele deles) as razões para o que foi feito e da maneira que foi feito. Continuo a discordar do método imposto, mas lá fui ouvindo os argumentos. 

 

Vou dar o benefício da dúvida e levá-lo amanhã novamente. Espero sinceramente que o V. seja feliz nesta escola, mas fiquei cheia de medo.

Hoje o que aconteceu foi uma pedrada no charco e fiquei de pé atrás. Desejo arduamente que nada igual se repita. 

O meu filho sofreu. Puxa... havia necessidade?!!

Planos? Sou mãe. Não me façam rir...

Janeiro 03, 2017

O Triângulo Perfeito

Perceber que não se podem fazer planos com muita antecedência. Aceitar que, a qualquer momento, os planos podem mudar. E não ficar muito desgostoso se o dia não correr como planeado. Estes foram alguns dos ensinamentos que o ano de 2016 me trouxe.

Só agora que fui mãe, é que percebo como tudo antigamente era tão simples e tão definido! Até aqui, toda a minha vida era clara e estruturada. Habituar-me à inconstância dos dias (e dos planos) não foi uma experiência fácil. Paciência foi uma qualidade que adquiri (à força), assim como a capacidade de lidar com a frustração.

 

Antes da maternidade, os planos não eram planos. Eram quase certezas:

 

Se combinava com uma amiga ir ao shopping no fim de semana, em 90% dos casos a promessa concretizava-se.

Se comprava um bilhete para um espetáculo... pois só se chovessem canivetes é que eu faltava!

Se acordava num sábado de manhã com uma especial vontade de ir almoçar fora... quem é que me impedia de ir?

E depois fui mãe. E depois a vida mudou. 

Ser mãe é combinar ir ao shopping no fim de semana, mas acabar a fazer compras na internet por falta de tempo. É marcar um café com as amigas, mas ter que ir embora a meio porque o V. está com cólicas e não pára de chorar. 

Ser mãe é combinar um almoço no Porto e acabar por ficar em casa porque mesmo antes de sairmos o bebé (1) vomitou  (2) bolsou (3) defecou  (4) sujou o body, ou as quatro opções ao mesmo tempo. E para além disso, caiu vómito na nossa saia nova, aquela que tínhamos comprado especialmente para a ocasião. 

 

(com o tempo, estes problemas diluem-se... acabamos por ir almoçar ao Porto na mesma, com a saia toda borrada. Chega a um ponto que estes detalhes deixam de importar)

 

Ser mãe é substituir o "sábado vou ao parque dar uma corrida" pelo "sábado, eu GOSTAVA TANTO de ir ao parque dar uma corrida". 

Ser mãe é marcar um jantar romântico e acabar a degustar os snacks da vending-machine da urgência pediátrica. 

 

No primeiro ano de vida de um bebé, andamos a "toque de caixa" daquele ser fofo, ternurento e indefeso. Ele é o big boss, não há dúvida alguma. É o "pequeno tirano" que sem sequer se aperceber, mexe com toda a nossa estrutura, altera todas as nosss rotinas. 

O maior conselho que posso dar às futuras mães é tentarem encarar esta nova forma de vida sem grandes dramas, sem oferecer grande resistência... 

Vão ter dias de grande stresse, de grande frustração interior, mas com o tempo vão acabar por perceber que o amor que sentem pelo vosso filho é superior a tudo. Acima de tudo, é importante encarar as mudanças de planos (vão haver muitas, preparem-se) com otimismo e sentido de humor. 

 

Posto isto... a minha resolução para o novo ano é...  relaxar um bocadinho e ir na maré. 

Sou mãe. Decidi que não vou fazer grandes planos.  

Mas tu 2017, conta lá... que planos tens guardados para mim?

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