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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Maio 23, 2019

O Triângulo Perfeito

Faz mais ou menos um ano que entrei de licença por gravidez de risco, a poucas semanas de dar à luz. 
A médica aconselhou-me descanso porque já tinha algumas contracções e sentia um grande mau estar na zona abdominal. Eu assim fiz.

Logo no primeiro dia de licença (lembro-me de estar toda contente a pensar "yeiiii, hoje não vou trabalhar", fui levar o Vasco ao infantário e.... no momento em que saí do carro, tropecei no passeio e dei uma queda monumental!

Uivei de dor com o impacto do meu corpo no chão e percebi imediatamente que tinha torcido um pé.

Não conseguia levantar-me e tive que ser amparada por duas senhoras, que por ali passavam naquele momento.

Ajudada por elas (uma senhora de cada lado) consegui a muito custo chegar ao infantário do Vasco e levei-o à sala.

A seguir... a seguir fiquei a colocar gelo no pé durante uma hora, vendo aquilo a inchar, a inchar... Sabia que estava tudo bem com o bebé Xavier porque não tinha caído com a barriga, mas sim em cima do meu próprio pé. Isso era a única coisa que me aliviava.

Foi uma maneira engraçada (ironia) de começar a minha licença por gravidez de risco... Passei os primeiros dias praticamente sem poder andar e não foi por causa do bebé, mas sim por causa da entorse.

Ainda hoje me rio da situação )

Maio 29, 2018

O Triângulo Perfeito

Na primeira gravidez fiquei a trabalhar até as 40 semanas, porque me sentia ótima e porque tive uma gravidez bastante pacífica.

O meu filhote nasceu às 40+3 dias. Quase que nascia numa sala de aula...!

Lembro-me que só fui para casa descansar porque os meus colegas de trabalho já estavam a ficar com medo de terem que ser eles próprios a fazer o parto :))

 

Desta vez custou mais.

 

A gravidez foi mais difícil, tive imensos enjoos (e que se prolongaram por mais tempo), fiquei com os intestinos todos baralhados (o síndrome de cronh reativou durante os primeiros 6 meses).

Fiquei a trabalhar mais longe de casa e tive que lidar com algumas situações stressantes no meu emprego. Uma delas foi passar a vida a vomitar, ficando "presa" na casa de banho entre as aulas.

 

E... já tenho um filho para cuidar.

 

Um filho que adoro, mas que me dá imensooooo trabalho!

 

Tudo isto para dizer que a experiência de estar grávida pela primeira vez, é muito diferente de estar grávida quando já se tem outros filhos. Concordam comigo?

 

O cansaço é enorme. Não tem comparação!!!

 

Sabemos que temos que tirar um tempinho para nós (e para o bebé que vai nascer), mas estamos sempre a adiar, a adiar...

Sabemos que temos de descansar, de ganhar forças para a 2º experiência de maternidade, mas não conseguimos encontrar sequer um minutinho para nos sentarmos no sofá. 

Temos que acordar, vestir e lavar o bebé que já existe. Temos que o ir buscar à escola, que ir passear com ele. Leva-lo ao médico.

Com tudo isto, posso dizer que durante os primeiros 6 meses desta segunda gravidez... eu quase que esquecia que estava grávida. 

Se não fosse a barriga a crescer, acho que me esquecia mesmo!

 

Desta segunda vez trabalhei até às 34 semanas, sempre com garra, dedicação e profissionalismo. 

Apesar do cansaço, continuei a acordar às 6:30 e a aparecer no emprego todos os dias. Aparentemente invencível. 

 

Mas chegou a um tempo, em que foi necessário parar. 

Dores, cansaço, e várias ameaças de parto pré-termo ditaram a sentença. 

Custou.

Quem me conhece sabe que tenho alma de combatente. Desistir, seja do que for... não está nos meus planos.

Tal como da outra vez, também nesta eu gostaria de ir até ao fim, de poder concluir o ano letivo.

 

Passaram-se duas semanas desde que meti baixa. Estou de 36 semanas de gravidez. 

Tenho que reconhecer que o repouso está a fazer milagres, e até as contrações que me afligiam parecem agora menos frequentes.

Agora, em casa, uso o (pouco) tempo que falta para o parto, para organizar as coisas do Xavier.

E para dar mimos, muitos mimos aos outros dois vértices do triângulo!

 

E vocês? Quanto tempo ficaram a trabalhar? Com quantas semanas foram para casa?

Concordam comigo que a segunda gravidez é muito diferente?

 

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