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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Agosto 03, 2018

O Triângulo Perfeito

... mas parece que ainda tenho muito a fazer para recuperar a silhueta. 

 

No início desta semana fui tomar um café com o Xavier e nesse local encontrei por acaso uma conhecida minha.

 

Depois dos cumprimentos habituais.. eis que a senhora pergunta:

 

- Então Ana, está novamente de esperanças? - isto depois de olhar de relance para a minha figura.

 

Respondi que não, que era mais o contrário...

Que na realidade tinha dado à luz hà cerca de um mês... E que a barriga ainda não tinha ido ao sítio... blá, blá...

 

Sei que o nosso corpo demora a voltar ao que era, e eu não sou nenhuma Carolina Patrocínio (embora gostasse) mas mesmo assim fiquei triste.

Puxa... Emagreci 10 kg em 4 semanas! Pensei que fosse notório :)

No dia do parto perdi logo 4kg. Os restantes foram quase todos nas duas primeiras semanas, graças ao desgaste de ter dois filhos, às noites mal dormidas e à amamentação.

 

Sinto que preciso de voltar ao ativo no que toca aos exercícios. Porque perder peso não é a mesma coisa que ter um corpo elegante e tonificado. 

O problema é arranjar tempo. Ideias? :))

 

IMG_0342 (1).JPG

 

Fevereiro 25, 2018

O Triângulo Perfeito

A mala da maternidade deve estar preparada, no mínimo, a partir das 30 semanas de gestação (não vá acontecer algum imprevisto) ou até menos, quando o bebé ameaça a prematuridade.

 

Saber o que levar na mala é uma questão com que as mães se debatem, à medida que se aproxima a data do parto.

 

Existem ítens básicos a colocar em todas as malas de maternidade.

Contudo, cada hospital tem as suas recomendações/especificações, por isso convém dar uma espreitadela às instruções do hospital onde a mamã decidir ter o bebé.

 

Para facilitar um pouco a consulta, coloco aqui os links para as malas de maternidade recomendadas por alguns hospitais aqui na zona norte:

 

Hospital de S. João: http://portal-chsj.min-saude.pt/uploads/writer_file/document/1523/O_que_levar_para_o_hospital.pdf

 

Casa de Saúde de Guimarães: http://www.ami.com.pt/unidade/menu.php?id=9&cat=15

 

Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim/Vila do Conde: http://chpvvc.pt/imagens/servicos/sclinicos/obstetricia/Panfleto_-_Enxoval_site.pdf

 

Ordem da Lapa: ponto 7 deste link: http://www.hospitaldalapa.pt/nascer-na-lapa/maternidade/gravidez/guia-da-futura-mae/

 

Grupo Hospital da Trofa (Trofa, Boa de Nova de Matosinhos, etc) - http://www.hospitaldatrofa.pt/apoio-ao-cliente/informacoes-uteis/

 

Hospital da Luz: http://www.hospitaldaluz.pt/guimaraes/pt/servicos-clinicos/maternidade/o-que-trazer-para-a-maternidade/

 

Casa de Saúde da Boavista (procurar o ponto referente a internamento, dentro do link)-  http://www.csaudeboavista.com/maternidade/

 

Hospital dos Lusíadas: https://www.lusiadas.pt/pt/unidades/HospitalPorto/servicosclinicos/Paginas/oquetrazer.aspx

 

 

É preciso ainda ter em atenção que a maioria dos hospitais privados "oferece" as fraldas para os primeiros dias, assim como os primeiros produtos de toillete.

 

Normalmente, vem tudo acondicionado num cestinho, em forma de "cabaz-prenda" para a mamã. Muito fofo! Mas não esquecer que acabamos por pagar esses miminhos de outras formas. Basta pensar no valor dos partos no privado :)

 

Nos hospitais públicos, é preciso normalmente trazer as fraldas de casa. Alguns também já oferecem os primeiro produtos de higiene. 

 

Tudo vai depender muito do hospital escolhido.

 

Algumas coisas acabarão por ficar ao critério da mamã, como a decisão de levar (para si própria) pensos higiénicos ou cuecas tipo tena-pants.

Para quem não sabe ocorrem algumas hemorragias no pós-parto e os pensos normais que usamos durante o período menstrual não são suficientes para estancar o sangue.

 

Não sei se repararam mas na lista acima, aparecem mais hospitais privados que públicos. Não é por eu preferir um em detrimento do outro (até porque no meu caso é o contrário).

Simplesmente, consegui encontrar mais facilmente as listas de maternidade dos hospitais privados, porque estes têm normalmente sites de internet mais bem organizados e detalhados. 

 

Os hospitais públicos também fazem as suas recomendações quanto à mala de maternidade (coloquei alguns na lista acima), mas muitos entregam a lista em formato papel (nas aulas de preparação para o parto) ou enviam por mail à própria grávida.

Encontrei as listas de maternidade de alguns públicos, mas noutros casos vasculhei, vasculhei e não encontrei nada... O nosso SNS precisa de alguns melhoramentos neste campo.

 

Mas não desanimem!

É fácil encontrar estas listas em fóruns como no "demãeparamãe", onde há partilha de informações entre grávidas e mamãs.

Contudo é preciso tomar atenção para ver se essas listas estão atualizadas, pois algumas conversas desse fórum já datam de anos anteriores (2013, 2014, etc) e, por vezes, o teor das listas muda.

 

O importante, penso eu, é levar os ítens mais básicos e essenciais, ou seja, aqueles que aparecem em TODAS as listas de maternidade, independentemente do hospital. 

 

Esses são, julgo eu, aqueles ítens que a mãe NÃO DEVE mesmo esquecer :))

 

Espero ter ajudado com este post!

Se quiserem posso atualizar a lista com hospitais das vossas zonas de residência. Acham boa ideia? :)

 

 

 

 

Janeiro 10, 2018

O Triângulo Perfeito

Tinha prometido que ia falar desta minha segunda gravidez e o que posso dizer desde já é que as coisas têm sido um pouco diferentes do que eu esperava.

Conhecem aquela expressão "Não há duas gravidezes iguais"? Pois eu fiquei nos últimos meses a perceber que essa frase encerra uma grande verdade.

A primeira gravidez foi mais relaxante e menos "enjoativa", if you no what i mean :)

Só tive enjoos até às 12º semana e (agora sei) foram muito leves. Uma ligeira azia, uma ligeira indiposição, algum sono e ... pouco mais. 

Desta vez percebi porque é que algumas grávidas deixam de comer, e até emagrecem nos primeiros tempos. Enjoei a partir da 6º semana. Já vou na 16º e a coisa ainda não passou!

Entre a 7º e a 10º semana tive náuseas de morte. Vomitei antes, depois, durante as refeições. Perdi a conta às vezes que fui à sanita. Vomitei tanto que fiquei com a garganta arranhada e ferida, a pontos de sair sangue durante o vómito. 

Tive dores de barriga (estômago? intestinos?) horríveis. Senti, muitas vezes, que a minha digestão parava completamente. Cheguei a ir às urgências (para quê?), mas estando grávida não podia fazer exames de rx por isso mandavam-me para casa.

Arrotos, refluxo, enfim... tive disso tudo. Cheguei a vomitar, de manhã, à porta do infantário do meu filho (lindo espetáculo...).

Entretanto, uff.... passaram os vómitos e as náuseas. Ficaram as dores de barriga e a lentidão na digestão. Ah, e os arrotos (tão sexy).

Com tantas dificuldades confesso até me esqueci que este blogue fez 1 ano. É verdade... foi no mês de novembro. Queria celebrar em grande, com algumas dedicatórias às pessoas que mais me têm cativado na blogosfera. Mas estava mais ocupada a tentar "sobreviver" do que a pensar no blogue e acabei por me esquecer dessa data tão importante.

Também foi difícil trabalhar nestas condições, mas lá fui aguentando. Andava pálida, olheirente e birrenta, mas nunca desisti. Agora, olhando para trás, penso que realmente fui muito forte. Porque por vezes, até no intervalo entre duas aulas ia vomitar. E havia dias em que não metia quase nada à boca.

As coisas foram tão difíceis que o meu marido começou a suspeitar se não viria por aí uma "menina". Isto, porque segundo as informações tiradas da internet, os enjoos são maiores nas gravidezes de raparigas. 

Mas afinal, vai ser um pilas. Ainda não nasceu e já está a dar muito que fazer, eh eh.

E as vossas gravidezes, como têm corrido? As segundas foram muito diferentes das primeiras? 

Fico à espera dos vossos testemunhos!

Assinado: A "enjoadinha" :))

Janeiro 02, 2018

O Triângulo Perfeito

Na primeira gravidez, e como "só" tinha 35 anos resolvi fazer apenas o rastreio bioquímico - uma análise ao sangue efetuada no primeiro trimestre e que auda a detetar potenciais doenças no bebé. 

Desta vez, e como já estou a ficar velhota, achei devia ser mais cautelosa. Como a probabilidade de trissomias aumenta bastante com a idade materna, decidi fazer um exame com resultados mas fiáveis. 

 

(o rastreo bioquímico é um teste com uma certa dose de "falsos positivos"- por vezes, indica que o bebé tem grande possibilidade de trissomias, quando na realidade não tem).

 

Tinha à minha disposição dois tipos de testes, ambos com elevado grau de exatidão: a aminocentese e os testes genéticos. 

Como não estava particularmente à vontade com a perspetiva de ver uma agulha enorme a entrar-me pela barriga dentro (amniocentese), resolvi optar pelo teste genético. 

Também pesou na minha decisão a elevada taxa de aborto espontâneo na amniocentese: estima-se que 1 em cada 100 bebés morram devido a esse procedimento invasivo.

Perguntei à minha médica o que ela achava da minha decisão e ela apoiou-me bastante. Sugeriu-me fazer o teste TRUST, da empresa Genetyca e, a partir daí, o processo desenrolou-se muito rapidamente. 

Com cerca de 11 semanas de gravidez, fui chamada ao Hospital numa sexta-feira, para efetuar a recolha de sangue. Cerca de 9 dias depois, recebi um telefonema da médica informando-me que estava tudo ok com o meu bebé.

Foi giro porque fiquei ainda a saber o sexo: é um rapaz. 

Com os testes genéticos não é preciso esperar pela ecografia do segundo trimestre para descobrir o sexo. Juntamente com a análise das trissomias, recebemos este "brinde".

A fiabilidade deste tipo de teste é de cerca de 99,3%. Os resultados demoram um pouco a chegar porque a nossa amostra de sangue é processada nos Estados Unidos. 

O preço do exame é um bocado elevado, mas existe uma parte que é reembolsada pelo seguro ou por convenções como a ADSE.

Existem outros exames do mesmo tipo no mercado, todos bastante confiáveis, como é o caso do HARMONY que deve ter sido um dos pioneiros neste campo.

Agora resta-me esperar que o resto da gravidez se desenvolva normalmente, mas estou otimista. 

E vocês? Que exame de rastreio fizeram (ou estão a pensar fazer)?

 

Dezembro 27, 2017

O Triângulo Perfeito

Com a chegada do primeiro filho, dá-se início a uma fase de encantamento, agitação, emoções fortes e amor sem limites. 

Durante algum tempo (que pode ir de meses a anos) rejeitamos completamente a ideia de ter um segundo bebé.

O cansaço, as noites sem dormir e a perceção de que aquele primeiro bebé ainda é tão indefeso são factores que nos fazem afastar durante algum tempo a ideia de lhe dar um irmão. 

Algumas pessoas acham que os irmãos devem ser bem espaçados no tempo, pois assim os pais podem "descansar" um pouco no intervalo entre um e outro.

Há também quem defenda que é muito mais fácil ter um segundo filho, quando o primeiro já é autónomo. 

É frequente ouvirmos a afirmação "Só vou ter o segundo, quando o primeiro desfraldar!" - opinião com a qual concordo, pois é tudo muito mais fácil quando o primeiro já ganhou alguma independência.

 

Contudo...

 

Eu e o meu irmão temos uma diferença de idades grande (5 anos). A isso soma-se o facto de ele ser rapaz e eu rapariga, o que fez com que eu me sentisse sempre filha única (solidão....)

Senti imensa falta do companheirismo, das brincadeiras a dois, de poder participar nos mesmo programas que o meu irmão. Por ser a mais nova e, portanto, a mais infantil fui deixada de parte em várias situações. 

Nunca consegui acompanhar o meu irmão nas suas brincadeiras, ora porque eram brincadeiras de rapaz, ora porque eram demasiado elaboradas (como alguns jogos de computador) para que eu pudesse participar. 

Quando o meu irmão começou a sair à noite, eu ficava em casa porque ainda era uma catraia. Quando ele começou a namorar, eu ainda brincava com bonecas. Eu olhava para ele como um ídolo. Ele olhava para mim como uma chata. 

Embora vivessemos na mesma casa, sempre fomos entidades separadas. 

E apesar de todo o amor que tínhamos um pelo outro, era difícil encontrar um brinquedo, um jogo, um tema de conversa que nos unisse.

 

Por isso...

 

Decidi desde logo que se um dia tivesse dois filhos, eles teriam que ter idades muito aproximadas. E desejei, por tudo o que vivi, que fossem do mesmo sexo. 

A vida brindou-me com tudo isso. Em outubro, finalmente arranjei coragem e... cá estou de novo à espera de um menino!

É verdade! O Vasco vai ganhar um irmaozinho... Mais uma mamã para o SAPO BLOGUES. 

Beijinho a todos!  Fiquem atentos aos próximos posts, onde vou falar um pouco mais sobre esta segunda gravidez. 

 

 

Novembro 19, 2016

O Triângulo Perfeito

A gravidez foi uma das melhores fases da minha vida. Com exceção de duas ou três semanas de enjoos, senti-me bonita, poderosa e adorei a minha barriguita.

Usei apenas uma ou duas peças próprias para grávida: umas calças de ganga adaptadas e uma t-shirt a dizer "mummy for the first time". Fora isso, fui comprando peças de tamanhos cada vez maiores (L e XL), à medida que ia engordando. 

Posso dizer que me sentia mais bonita como grávida, do que me sinto agora. Neste momento estou cansada, um pouco desleixada e mal tenho tempo para mim. Ficam algumas imagens dos nove meses de gestação.

 

SAM_3249 (2).JPG

 França - 4 meses de gestação

 

SAM_3476 (2).JPG

 Tavira - 6 meses de gestação

 

P_20150913_164137_NT.jpg

 Vila das Aves /casamento de uma amiga - 7 meses gestação

 

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Maia/Batizado - 8 meses de gestação

 

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