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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Xavi foi para a creche! (e está tudo bem)

Janeiro 29, 2019

O Triângulo Perfeito

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É oficial... O meu "mai" novo entrou para a creche...

Apenas uma hora no seu primeiro dia, mas o suficiente para fazer bater mais depressa este coração de mãe. ❤️ Confio inteiramente nas pessoas que vão lidar com ele e estou segura. 

Agora?... Agora é aproveitar esta horinha livre para levar o mano mais velho ao cabeleireiro.

Se chorei por deixar o meu filho na creche? Não, não chorei.

Já quando deixei o mais velho pela primeira vez também não verti uma lágrima. O que não significa que não me preocupe com esta nova fase.

Mas sei que ele vai ficar bem. E eu também já precisava de ter momentos só para mim.

A vida está a seguir o seu curso normal. Estou feliz. 

Objetos de Transição

Janeiro 17, 2019

O Triângulo Perfeito

Os objetos de transição conferem equilíbrio e transmitem segurança à maioria das crianças. Umas gostam de ter o seu doodoo na hora de ir deitar; outras preferem a chupeta; outras ainda têm um peluche, uma fralda ou um cobertor de estimação. 
Estes objetos podem ainda ser necessários noutras ocasiões, como por exemplo, em momentos em que a criança está mais nervosa ou a adaptar-se a novas situações (como a entrada no infantário).

 

O Vasco tem imensos objetos de transição... É o seu tau-tau (cobertor fofinho) que necessita mesmo para dormir, é a chupeta na hora de deitar e, muito recentemente, juntou à lista... dois ursinhos de peluche.

Embora ache que é um exagero haver tanta bonecada, a verdade é que ele fica super fofinho a arrastar os amiguinhos dele pela casa fora, embrulhados no cobertor.

O nosso filhote dorme sozinho no quarto desde os 4 meses e há três meses mudou para a "cama grande" como ele gosta de lhe chamar. Acredito que todos estes objetos são uma forma de encontrar segurança, de sentir-se protegido ao longo da noite. Por isso, entendo que se ele se sente bem dormindo rodeado de tralha.. que assim seja :)

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Reparei, entretanto, que o Xavier não tem nenhum objeto de transição. Não usa chupeta (nunca quis), não tem uma fraldinha, não gosta de nenhum cobertor em especial... Não sente especial afeição por nenhum ursinho... Nada.

A verdade é que é mais tranquilo e tem uma capacidade de auto-regulação que o irmão não tinha na idade dele. Contudo, preocupa-me o facto de estar quase a entrar para a creche e de não ter, enfim, nenhum objeto a que se agarrar como forma de consolo nas horas de aflição.

 

Como é que ele vai ser acalmado quando estiver mais agitado?

Em casa, há muito colinho e uma maminha sempre disponível nas horas críticas. Mas na creche, isso não vai ser possível. Acalma-me apenas o facto de as educadoras e auxiliares serem super carinhosas e atentas. Entretanto, tenho um doodoo que me veio de brinde pela aquisição das fraldas Bambo e ando a tentar que ele se afeiçoe. É um fofinho, pouco volumoso e de um tecido super suave por isso... pode ser que pegue. 

Vamos ver... :))

Era tão pequenino!

Janeiro 14, 2019

O Triângulo Perfeito

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A poucos dias de o Xavier entrar para a creche, sou assaltada por sentimentos contraditórios.

Por um lado, a felicidade por voltar ao trabalho. Adoro dar aulas, e já sinto saudades dos miúdos, dos colegas, do ambiente espetacular da minha escola, onde me sinto praticamente em casa.

Por outro, é a tristeza da separação. Porque estes 6 meses de ligação tão profunda entre mim e o Xavi estão a chegar ao fim.

Dei por mim  a recordar os sentimentos que vivi há 2 anos, quando o mais velho entrou para a creche.

Está aqui tudo neste post. Vejam como ele era tão fofo e pequenino! 

Lembro-me de estar cheia de receios e de ter dado montes de indicações à educadora. Lembro-me de ter sido picuinhas ao ponto de querer escolher a localização do berço dentro da sala, ah ah!

Lembro-me de estar tão assustada que me dei ao trabalho de escrever uma carta gigantesca à educadora, falando sobre as caraterísticas e personalidade do Vasco.

O facto de o miúdo ter feito um corte no sobrolho logo no primeiro dia de creche... não ajudou, eh eh. Mas hoje recordo esse momento com um sorriso dos lábios. Confio inteiramente no trabalho das educadoras e auxiliares e já sei que os pequenos acidentes às vezes acontecem.

Com a entrada do Xavier para a creche, começa tudo de novo. Vou ter que comprar uma mochila para ele (o Vasco ainda usa passado 3 anos a mesma mochila da patrulha pata que adora), creme, pente, fraldas... É todo um ciclo que recomeça.

Noto diferenças em mim...

Já estou mais serena. Já não faço tantas questões à educadora e auxiliares. Estou confiante no trabalho delas e no carinho que vão dar ao meu filho. Acho que vou ser uma encarregada de educação menos chata, embora acredite que esta ansiedade faz parte do caminho de cada mãe!

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