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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Janeiro 18, 2019

O Triângulo Perfeito

Recebi da futura educadora do Xavier uma lista com todos os ítens que devo levar para a creche.

É fraldas, é toalhitas, é escova para o cabelo, creme para o rosto e corpo, chupeta e recipiente para a mesma... é prende-chupetas, é o copo de água ou biberão... Uff! Já não me lembrava que era preciso levar tanta coisa!

Isto sem falar na papa instantânea e na restante comida... Nesta escola, os pais levam a comida toda (papa, sopas, lanches) até o bebé fazer 1 ano.

 

Para não haver trocas de ítens entre os bebés que estão na sala, resolvi etiquetar TUDO.. É assim mesmo pessoal... vai tudo identificadinho com o nome do Xavier :))

Eu sei que as auxiliares são super cuidadosas e cada menino tem o seu cacifo. Mas como diz o ditado "mulher prevenida, vale por duas".

 

Se não vejo grande stress (em termos higiénicos, claro) que outro bebé use do creme hidratante do meu Xavi, o mesmo não se poderá dizer em relação ao biberão da água ou à chupeta! Nem quero imaginar as bactérias que andam a passar de um lado para o outro.

 

Conheço algumas marcas que comercializam autocolantes identificativos, mas resolvi optar pela Tiketa

Já conhecia o trabalho deles por intermédio de amigas que tinham encomendado produtos. E também já tinha visto no infantário, objetos de outros meninos com os autocolantes dessa marca.

Fui ao site, escolhi o que pretendia (no meu caso optei por um kit escolar por ser mais económico e ter várias funcionalidades) e poucos dias depois, após pagamento multibanco, a encomenda chegou a minha casa. Super simples.

Adorei as etiquetas, assim como a atenção dada ao pormenor. É tudo bonito... desde os autocolantes, aos envelopes onde estes vêm colocados!

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Esta não é a única marca a comercializar etiquetas no mercado. Mas é uma marca portuguesa e isso para mim vale muito! Defendo que temos que valorizar o que é nosso. Só assim conseguiremos ser um país sustentável em termos económicos.

Primeiro passo está dado... etiquetas já cá cantam! Agora só falta começar a colar. Daqui a uns tempos vou mostrar-vos o resultado!

Abraços!!

 

 

Setembro 22, 2017

O Triângulo Perfeito

Todas. 

Esta foi a nossa decisão relativamente às atividades (AEC) propostas pelo infantário do Vasco para a idade dele (2 anos).

As atividades disponíveis na escola, para a sala dele, são a Ginástica, o Yoga e a Música.

Em casa, depois de dialogar com o vértice adulto, chegámos à conclusão que todas as atividades são interessantes e devíamos dar oportunidade ao Vasco de participar nas três.

A educadora informou que cada uma das atividades terá lugar num dia da semana, logo de manhã. Assim, em três dias da semana, o Vasco vai fazer uma atividade destas. Parece-me bem.

O preço das atividades ronda os 5 euros/atividade. Não nos pareceu muito, e achamos sinceramente que vale a pena o esforço financeiro.

Já assisti a algumas destas aulas e são, sobretudo, lúdicas. Há muito carinho, muitos sorrisos e muita diversão. E é precisamente por isto que queremos que o Vasco vá a todas elas!

Não é tanto por aquilo que vai aprender, mas acima de tudo, por ser um momento diferente na dinâmica do infantário. 

Claro que queremos que ele desenvolva algumas competências... E gostávamos muito de chegar ao fim do ano, sentindo que ele aprendeu "alguma coisa", em cada uma destas atividades.

Mas não somos muito radicais nisso.

Queremos é que ele vá contactando com as várias áreas, que vá desenvolvendo o gosto por certos assuntos e, acima de tudo... que se divirta. 

 

 

Setembro 14, 2017

O Triângulo Perfeito

Dizem que no 2º ano de creche já não nos preocupamos tanto em "deixa-los ir".

Que já não ficamos com a lágrima no canto do olho quando os levámos para a sua salinha de aulas.

Que já ganhámos frieza e estofo para nos despedirmos rapidamente e com um simples "até já". 

Então...  porque é que continuo a sentir um nó nos pescoço quando deixo o meu filhote na escola? Porque continuo a sentir-me a pior mãe do mundo quando viro costas e ainda o ouço a gritar "Mamã, mamã...".

É preciso ir para o emprego. É preciso ir trabalhar. Ganhar dinheiro... Fazer-me à vida. 

E é verdade que me sinto mais confortável em relação à segurança dele, porque já sei que está (e sempre esteve) em boas mãos naquela escola. 

Sei que ele está bem, e que passado alguns minutos fica feliz e entretido. Sei que lhe dão muito amor e carinho. Mas isso não evita esta dor que eu sinto quando vejo aquela carinha a fazer beicinho e a dizer que não quer ir. 

Mais alguém no mesmo barco? :))

Setembro 12, 2017

O Triângulo Perfeito

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A educadora do Vasco avisou que a partir deste ano, o infantário vai deixar de festejar o Dia do Pai/Mãe nos moldes tradicionais. 

Até agora, a data era assinalada com a elaboração de prendinhas, pelos miúdos, e com a vinda dos pais à escola para tirar fotografias e participar em algumas atividades. 

Contudo, se o momento era vivido com extrema felicidade por algumas crianças, para outras acabava por ser uma data marcante mas no sentido negativo.

É que nessa data, nem todos os pais podiam vir à escola...

Os miúdos ficavam tristes por ver que o pai dos seus amigos tinha vindo e os seu não aparecia (quem diz pai, diz mãe)

Esta era sempre uma data de emoções fortes. Mas não eram só risos. Também havia muitas lágrimas à mistura, por parte daqueles que não recebiam a visita do progenitor.

A educadora frisou que cada vez mais as famílias se têm vindo a afastar dos padrões tradicionais.

Há famílias monoparentais, começa a haver famílias com pais do mesmo sexo (homossexuais), e há casais que estão juntos mas em que um dos elementos emigrou, não podendo estar presente na festinha do filho. 

Claro que há famílias (e muito bem) que compensam a ausência do pai/ mãe naquele dia, levando o avô, o padrinho ou a tia à escola. Mas isso, apesar de atenuar um pouco o problema, não o resolve totalmente. 

Assim, a partir deste ano, o infantário do Vasco decidiu acabar com a vinda do pais no Dia do Pai/Mãe. Em lugar disso (e achei a ideia excelente!), a escola decidiu instaurar um "Dia da Família", aberto à comunidade escolar. 

Será uma festa, um momento de convívio entre educadores, auxiliares, crianças e seus familiares. Estão convidados os pais, mães, tios, primos, avós. Cada um traz consigo quem quiser!

Acaba-se assim com o drama do Dia do Pai/Mãe, mas mesmo assim a escola continua aberta à comunidade, envolvendo os familiares dos meninos. 

Eu gostei da ideia. E vocês, o que pensam disto?

 

Setembro 11, 2017

O Triângulo Perfeito

Setembro é o mês do regresso à escola. Regressa a mãe, que é professora e regressa o bebé, ao infantário. Cabe ao pai a tarefa de gerir um pouco a ansiedade dos outros dois, já que este é um mês de muitas (demasiadas) novidades que nem sempre são digeridas da melhor maneira. 

Do regresso da mãe, posso dizer que foi um pouco mais atribulado que o costume. Em vez de ficar colocada na primeira "ronda" de resultados, desta vez só fiquei colocada na segunda fornada. 

A semana que mediou a saída das duas listas foi de alguma ansiedade (e medo, pois os colegas que entretanto já tinham sido colocados ficaram a centenas de quilómetros de casa), mas no meu caso acabou por não correr muito mal. Fiquei perto de casa, e numa das minhas primeiras opções. 

Entre o saber o meu horário, escrever para as editoras a pedir os livros adotados na escola, começar a fazer as planificações, reunir com os colegas de departamento... os últimos dias passaram a voar. 

Quarta-feira é o dia de conhecer os meus novos alunos. Esta é a parte que mais gosto: dar aulas. Toda a "palha" associada ao ensino era para mim dispensável. Grelhas, papelada, burocracia, cargos que nada têm a ver com a prátca letiva, bah.. Dispensava isso tudo. O que me dá pica é mesmo (e só) o momento da sala de aula. 

O regresso às aulas do bebé aconteceu no dia 6 de setembro. Podía tê-lo levado logo no dia 1, mas preferi ficar com ele no miminho mais alguns dias, 

Este ano houve uma grande mudança. O Vasco passou da sala de 1 ano, para a sala dos 2 anos. 

Mudou de espaço, de educador e de auxiliares. Apenas uma das auxiliares se manteve, de modo a garantir uma certa continuidade. 

Para já, a experiência está a correr muito bem. O Vasco adaptou-se muito bem à nova sala, que é maior e tem muito mais brinquedos e também me parece que gosta bastante da educadora/auxiliares. 

Não tem chorado quando o deixo ficar na escola e só isso já me traz algum descanso. 

A turma dele mantem-se mais ou menos a mesma e é engraçado ver que ele já chama os coleguinhas pelo nome. 

Este ano vai deixar de comer nas cadeirinhas e passar a comer numa mesa com cadeiras. Estou um bocado apreensiva porque sei que o Vasco não é propriamente o menino mais sossegado a comer. 

Já estou a imaginar pratos pelo ar e a comida toda no chão... Vamos ver como corre. 

Na reunião de pais recebi algumas informações interessantes. Uma delas é que este ano, a turma do Vasco já vai participar na FESTA DE FIM DE ANO. Cooool! Estou morta por ver como é que o meu bebé se vai sair!

A outra novidade é que a sala dos 2 anos já tem um manual/livro escolar associado.

Já vi o livro. É da Porto Editora e é super apelativo. Tem atividades muito giras para eles fazerem :)

Outra informação que me pareceu importante, é que este ano o colégio decidiu não festejar o Dia do Pai/Dia da Mãe nos moldes convencionais. 

Eu concordo com isso, e até vou falar disso no próximo post. Fiquem a aguardar! :)

Janeiro 26, 2017

O Triângulo Perfeito

O V. está com algumas dificuldades na adaptação à sala de 1 ano. Na segunda-feira correu bem, na terça-feira (segundo a auxiliar educativa) já esteve "mais aborrecido" e ontem, quando o fui buscar deparei-me com um cenário complicado:

O meu bebé chorava sem parar, esperneava para um lado, esperneava para o outro, não se conseguia manter quieto em nenhum colo e em nenhum carrinho. 

Os berros dele ouviam-se por todo o infantário e nem a minha presença o acalmou. Fiquei deveras assustada, nunca o tinha visto assim. Parecia "possuído".

Quando chegou a casa, nem sequer tentei dar o jantar pois o nervosismo dele era tanto que não parava de chorar. Bebeu leite e adormeceu quase de seguida. Concluí que devia estar cheio de sono. Segundo me disseram, ontem dormiu pouco no infantário. E de manhã tinha acordado cedo, por volta das seis da manhã por isso calculo que o nervosismo fosse resultado do cansaço acumulado.

Estou preocupada, espero que seja apenas uma fase de adaptação. Talvez a mudança de sala, de amiguinhos, de auxiliar, de hábitos de sono (deixou de dormir numa cama de grades no infantário e passou a dormir no saco-cama) esteja a ser uma dose demasiado forte para ele. 

Hoje, quando o deixei na creche, chorou e agarrou-se a mim desesperado. Fui trabalhar de coração partido.

Dizer que estou apreensiva é pouco. 

Janeiro 01, 2017

O Triângulo Perfeito

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Sentado como um "gente crescida" no café. A provar que já pode dar o salto para a sala de 1 ano :)

 

O Vasco vai enfrentar um novo desafio na sua vida "escolar": vai passar do berçário para a sala de 1 ano!

 

Estou bastante curiosa (e um pouco apreensiva, confesso) para saber como vai correr esta transição. 

 

Já sabia que, mais tarde ou mais cedo, esta passagem ia acontecer, até porque o Vasco era, neste momento, um dos meninos mais velhos do berçário. Estou feliz, mas claro, também um pouco ansiosa em relação à mudança.

 

Disseram-me que assim que ele começasse a andar sem hesitações (o que já acontece há duas ou três semanas) seria efetuada uma avaliação e, provavelmente, passaria para a sala seguinte. 

 

O Vasco começou a andar com 12 meses, precisamente e, nas últimas semanas tem desenvolvido muito a sua capacidade locomotora, A educadora acha que lhe vai fazer muito bem conviver com os meninos da sala de 1 ano e eu, sinceramente, concordo.

 

Neste momento, no berçário (que é uma sala mais pequena) os movimentos dele já estavam um bocado limitados e ele aborrecia-se um bocado com isso. 

 

Claro que estou apreensiva em relação a alguns assuntos, sendo que a alimentação e o sono se encontram no topo da lista de preocupações...

 

O Vasco ainda só tem dois dentes e, por isso, ainda come muitos alimentos passados. Espero que tenham isso em consideração na sala dele.  Em relação ao sono, estou muito curiosa para saber como ele se vai adaptar aos sacos cama. Até aqui, dormia no berçário numa caminha de grades, tal como em casa. Vamos ver...

 

Eles crescem, nós ficamos contentes pelas conquistas deles, mas cada etapa é sempre uma fonte de preocupações, não é? Tenho lido comentários em vários foruns de mães e percebi que a passagem de umas salas para as outras é sempre um assunto que nos deixa apreensivas. 

 

Nos próximos dias, o Vasco vai andar a "saltar" entre o berçário e a sala de 1 ano, numa fase de adaptação. O objetivo é habituar-se às novas regras e ganhar laços afetivos com os novos amigos e auxiliares (penso que a educadora vai ser a mesma), sem cortar demasiado depressa o cordão umbilical com a sala antiga. 

 

Meu amor, cresces tão depressa! Estou a fazer figas para que corra tudo bem.

E com vocês? Como correu a transição dos vossos filhotes para a sala de 1 ano?

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