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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Tu...

Agosto 23, 2018

O Triângulo Perfeito

...querido filho, pequeno buda aninhado no meu regaço. Sem ânsias, sem medos e sem preocupações.

Um dias vais crescer, ganhar amigos. Vais rir, e vais brincar.

E vais querer coisas.

Sim... eu sei que vais querer coisas. Porque eu também passei por aí.

 

Vais querer aquela playstation, aquele telemóvel topo de gama.

Vais querer o sistema de som para acoplar ao PC.

Vais querer os ténis da moda que todos os teus amigos usam.

E mesmo assim, por vezes, vais sentir-te vazio.

 

Depois vais crescer mais. E vais querer mais coisas. Eu sei, eu sei! Porque esse também sou eu.

 

O apartamento chique, o carro topo de gama, as férias no estrangeiro e a roupa de marca.

Vais ocupar os teus dias nessa luta. E com ela conseguirás apenas mini fragmentos de riso. E vais estar tudo bem. Até um dia.

 

Um dia vais querer trocar tudo o que conseguiste, por algo que o dinheiro não compra.

Sim. Vai haver momentos na tua vida em que te vais sentir perdido e minúsculo. Desprezado, não correspondido. Pouco valorizado. Ressentido. E vais ter saudades de algo que já não sabes bem o que é. Mas que sabes ser real.

 

Nesses momentos… lembra-te desta foto. Lembra-te de nós!

Ouve… um dia vais ser grande. E já não vais caber, sereno, na palma de uma mão. Nem te poderás aninhar por completo na dobra de um cotovelo fletido.

Mas caberás sempre no semicírculo de um abraço.

Esse abraço é sempre teu. É grátis e não precisas de trabalhar para o comprar. É o abraço dos teus pais. 

Procura-o...

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Coisas que ele diz

Junho 19, 2018

O Triângulo Perfeito

 Vasco brinca com a sua mota, simulando um acidente na estrada. Eu entretenho-me a ouvir.

 

- Ti-no-ni, ti-no-ni! Vem aí a ambulância. Esta mota está muito ferida! - grita alto.

- Ti-no-ni, ti-no-ni... Oh... já não foi a tempo... morreu!... - exclama fingindo angústia.

 

- Quem é que morreu? - pergunto, sem conseguir manter-me neutra.

- A mota, mamã. Estava muito ferida.. Foi para o Céu das Motas.

 

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Não estaremos a ser demasiado radicais?

Junho 18, 2018

O Triângulo Perfeito

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No último parto, logo na primeira mamada foi-me oferecido leite de fórmula, tendo eu aceite sem hesitar, um pouco por inexperiência.


Aconselharam-me a oferecer sempre a mama em primeiro lugar e, só depois o leite de fórmula.

Fiz sempre assim e resultou bem, muito honestamente. O Vasco engordou 500 g nas duas primeiras semanas, enquanto outros bebés emagreceram. 


Procedi da mesma forma até ao fim da amamentação: primeiro dava mama, depois leite de fórmula. Sempre assim. 


No meu caso a amamentação terminou por volta dos 4 meses. Fiquei com pena, mas a verdade é que o Vasco não queria mamar mais. Só queria o biberon...

 

THoje penso nisto...

Terá abandonado tão cedo por causa deste método? Deveria ter deixado o leite de fórmula mais cedo?

Ou... eu não deveria ter dado esse leite sequer??

 


Entretanto, vou mudar de hospital (para um público) e percebi que lá não oferecem o leite em pó, a não ser que a mãe peça ou em casos excecionais, pois defendem que o leite da mãe é suficiente.


Eu concordo com a ideia, mas fico na dúvida... é que sejamos realistas, nas primeiras mamadas não sai quase nada!

Como podem ser suficientes aquelas pequenas gotas?


Conheço amigas que acabaram por ter que dar o leite de fórmula porque o bebé já estava a ficar desidratado...

Os bebés a berrarem com fome e as técnicas sempre a insistirem e a dizerem que o leite da mama era suficiente...

Um desses bebés teve que regressar ao hospital, dois dias depois de sair, num quadro enorme de desidratação... A coisa esteve má, e afinal era fome/sede.

 

Sou defensora da amamentação. Dei mama e quero voltar a dar. O máximo de tempo possível!

Mas pergunto... Não se estará a cair no exagero, ao pressionar as mães para amamentarem a qualquer custo? Não seria melhor avaliar-se caso a caso...?

 

Será assim tão errado dar leite de fórmula como complemento para a amamentação materna, pelo menos até ao leite da mãe ser em quantidade suficiente?

Será errado complementar nem que seja nas primeiras vezes (e ir abandonando pouco a pouco) até pelo menos à descida do leite?

 

Eu vejo mães desesperadas, com filhotes aos berros, e elas a queixar-se que eles não dormem (como poderão dormir, se têm fome?) e... não lhes dão leite de fórmula porque estão completamente "formatadas" pela ideia da amamentação materna.

 

E como tudo na maternidade é uma "competição", dar leite de fórmula é daquelas coisas que ninguém quer fazer ou admitir que faz.

 

Tenho medo do que me vai acontecer no novo hospital

Serei capaz de amamentar em exclusivo? Será que o meu filho vai ter fome? 

E se tiver fome durante a noite? Terei acesso fácil ao leite em pó?

Prometo que desta vez, não vou usa-lo até aos 4 meses.

(Sim, acredito cada vez mais que essa terá sido a causa do desmame precoce; quem é que quer maminha quando o biberon é tão mais fácil))

Mas completar menos até à descida do leite... será errado?

 

O que pensam sobre isto, as mamãs da blogosfera?

Quem é que lhe resiste?

Janeiro 11, 2018

O Triângulo Perfeito

Na segunda-feira de manhã fui, como de costume, levar o Vasco ao infantário. Mas antes disso, ainda em casa, presenciei uma cena castiça e super ternurenta. 

Estava no hall de entrada a calçar as minhas botas e deixei-o momentaneamente na casa de banho (coisa de 30 segundos). 

Quando regressei à casa de banho... espetáculo de partir a rir. Não sei como o Vasco deitou a mão ao frasco que tem bolinhas de algodão. 

Então, tinha algodão metido nos ouvidos, no nariz e na boca (mas só a segurar com os dentes). Todo ele era uma bolinha de algodão!

Já ia para o repreender, quando percebi qual era afinal a ideia dele:

- Oh, oh, oh, Mamã! Eu xou o Pai Natáleeee!

E esta, hein?

Achei tãooooo fofinho, que resolvi entrar na brincadeira. 

Que se dane a casa de banho cheia de bolinhas de algodão no chão. São estes momentos de ternura que nos fazem felizes!

Oh, oh, oh, Vasquito! Meu pai natal predileto!!

A minha gravidez (so far...)

Janeiro 10, 2018

O Triângulo Perfeito

Tinha prometido que ia falar desta minha segunda gravidez e o que posso dizer desde já é que as coisas têm sido um pouco diferentes do que eu esperava.

Conhecem aquela expressão "Não há duas gravidezes iguais"? Pois eu fiquei nos últimos meses a perceber que essa frase encerra uma grande verdade.

A primeira gravidez foi mais relaxante e menos "enjoativa", if you no what i mean :)

Só tive enjoos até às 12º semana e (agora sei) foram muito leves. Uma ligeira azia, uma ligeira indiposição, algum sono e ... pouco mais. 

Desta vez percebi porque é que algumas grávidas deixam de comer, e até emagrecem nos primeiros tempos. Enjoei a partir da 6º semana. Já vou na 16º e a coisa ainda não passou!

Entre a 7º e a 10º semana tive náuseas de morte. Vomitei antes, depois, durante as refeições. Perdi a conta às vezes que fui à sanita. Vomitei tanto que fiquei com a garganta arranhada e ferida, a pontos de sair sangue durante o vómito. 

Tive dores de barriga (estômago? intestinos?) horríveis. Senti, muitas vezes, que a minha digestão parava completamente. Cheguei a ir às urgências (para quê?), mas estando grávida não podia fazer exames de rx por isso mandavam-me para casa.

Arrotos, refluxo, enfim... tive disso tudo. Cheguei a vomitar, de manhã, à porta do infantário do meu filho (lindo espetáculo...).

Entretanto, uff.... passaram os vómitos e as náuseas. Ficaram as dores de barriga e a lentidão na digestão. Ah, e os arrotos (tão sexy).

Com tantas dificuldades confesso até me esqueci que este blogue fez 1 ano. É verdade... foi no mês de novembro. Queria celebrar em grande, com algumas dedicatórias às pessoas que mais me têm cativado na blogosfera. Mas estava mais ocupada a tentar "sobreviver" do que a pensar no blogue e acabei por me esquecer dessa data tão importante.

Também foi difícil trabalhar nestas condições, mas lá fui aguentando. Andava pálida, olheirente e birrenta, mas nunca desisti. Agora, olhando para trás, penso que realmente fui muito forte. Porque por vezes, até no intervalo entre duas aulas ia vomitar. E havia dias em que não metia quase nada à boca.

As coisas foram tão difíceis que o meu marido começou a suspeitar se não viria por aí uma "menina". Isto, porque segundo as informações tiradas da internet, os enjoos são maiores nas gravidezes de raparigas. 

Mas afinal, vai ser um pilas. Ainda não nasceu e já está a dar muito que fazer, eh eh.

E as vossas gravidezes, como têm corrido? As segundas foram muito diferentes das primeiras? 

Fico à espera dos vossos testemunhos!

Assinado: A "enjoadinha" :))

Não sejas tão exigente, mamã!

Janeiro 04, 2018

O Triângulo Perfeito

Agora que o Vasco, do alto dos seus 2 anitos, já consegue manter uma conversa com alguma coerência, resolvi ensinar-lhe algumas regras de boa educação.

Ando a ver se ele interioriza o "se faz favor" quando pede alguma coisa, e o "obrigada" para agradecer no fim. 

A sensação que eu tenho é que ele ainda não percebeu bem o significado dessas expressões, mas acaba por dizê-las para fazer a vontade à chata da mãe...

O mais engraçado é que no meio da sua confusão, acaba por trocar tudo. 

No outro dia começou a a pedir para eu lhe entregar um carrinho que estava em cima da mesa...

 

- Dá-me! Dá-me! - berrava alto, aos saltos.

- O que é que se diz, Vasco? (mãe, a insistir com ar de professora condescendente)

- "Se tás pavor" mamã!

- Não é "pavor"... Como é que diz?

- Carro, mamã. Diz-se carro!! - responde apontando para o dito cujo.

 

Ok...

Outra, do mesmo género:

 

- Dá-me a chupeta, mamã!

- Se faz...

- ... favor, Mamã!

Dou-lhe a chupeta toda satisfeita e pergunto:

- E agora, o que é que se diz no fim?

- Vamos para a caminha.

- Não! É outra coisa!

- Vamos para casa da vovó? (ar de gatinho das botas)

 

Ah ah! Isto está a correr bem, não está? :) 

Um equívoco engraçado

Outubro 07, 2017

O Triângulo Perfeito

O Vasco tem, no nosso escritório, uma gaveta só para ele. 

É uma gaveta cheia de tralha, a abarrotar com aquelas coisas de que já não precisamos e que vamos acumulando dentro de casa.

A gaveta foi cuidadosamente estudada para não ter lá dentro nada de cortante ou de perigoso, por isso sentimo-nos à vontade quando ele vai para lá mexer. É capaz de ficar bastante tempo entretido com os objetos que vai encontrando na gaveta.

Hoje de manhã estava a arrumar umas coisas no escritório e o Vasco estava brincar com a tralha da gaveta. 

Estava de costas para ele a arrumar uma estante, quando de repente o ouço dizer:

- Estou? Vovó?

Achei estranho porque os telemóveis dos vértices adultos estão na sala. Mas continuo a arrumar a estante.

Ele continua...

- Está lá? Allô!!

Volto-me para ver melhor o que é que ele está a fazer e não consigo evitar um sorriso!

O meu filhote está "falar ao telefone" com um disco externo antigo (inutilizado por estar cheio de vírus) encostado à orelha.

- Estou? Vovó?

De novo o silêncio. Vira-se para mim e diz:

- Num tá... a vovó num tá...

Pensei em explicar-lhe o equívoco, e dizer-lhe que aquilo não era um telefone.

Mas achei a situação tão fofa  que o deixei ficar mais um bocado a falar para o disco externo. 

Acabei por lhe dizer que o "verdadeiro" telefone estava na sala. 

- Xim... ête está estagado.... - respondeu-me com ar desiludido

E lá foi para a sala, com ar pesaroso e ainda pouco convencido de que o disco não era um telefone. 

 

Os pais deixam de vir à escola no Dia do Pai/Mãe

Setembro 12, 2017

O Triângulo Perfeito

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A educadora do Vasco avisou que a partir deste ano, o infantário vai deixar de festejar o Dia do Pai/Mãe nos moldes tradicionais. 

Até agora, a data era assinalada com a elaboração de prendinhas, pelos miúdos, e com a vinda dos pais à escola para tirar fotografias e participar em algumas atividades. 

Contudo, se o momento era vivido com extrema felicidade por algumas crianças, para outras acabava por ser uma data marcante mas no sentido negativo.

É que nessa data, nem todos os pais podiam vir à escola...

Os miúdos ficavam tristes por ver que o pai dos seus amigos tinha vindo e os seu não aparecia (quem diz pai, diz mãe)

Esta era sempre uma data de emoções fortes. Mas não eram só risos. Também havia muitas lágrimas à mistura, por parte daqueles que não recebiam a visita do progenitor.

A educadora frisou que cada vez mais as famílias se têm vindo a afastar dos padrões tradicionais.

Há famílias monoparentais, começa a haver famílias com pais do mesmo sexo (homossexuais), e há casais que estão juntos mas em que um dos elementos emigrou, não podendo estar presente na festinha do filho. 

Claro que há famílias (e muito bem) que compensam a ausência do pai/ mãe naquele dia, levando o avô, o padrinho ou a tia à escola. Mas isso, apesar de atenuar um pouco o problema, não o resolve totalmente. 

Assim, a partir deste ano, o infantário do Vasco decidiu acabar com a vinda do pais no Dia do Pai/Mãe. Em lugar disso (e achei a ideia excelente!), a escola decidiu instaurar um "Dia da Família", aberto à comunidade escolar. 

Será uma festa, um momento de convívio entre educadores, auxiliares, crianças e seus familiares. Estão convidados os pais, mães, tios, primos, avós. Cada um traz consigo quem quiser!

Acaba-se assim com o drama do Dia do Pai/Mãe, mas mesmo assim a escola continua aberta à comunidade, envolvendo os familiares dos meninos. 

Eu gostei da ideia. E vocês, o que pensam disto?

 

Fomos ao oftalmologista

Agosto 23, 2017

O Triângulo Perfeito

O pai vê bem, mas a mãe é pitosga e um bocado estrábica (embora disfarçe com lentes de contacto e um charme cativante...). 

Por isso, não fosse dar-se o caso de o filho sair mais à mãe que ao pai, ontem fomos ao médico dos olhos. 

Desde pequeno que temos a sensação que o Vasco desvia um pouco o olho esquerdo. É uma coisinha mínima, e não é permanente. Ou seja, às vezes troca o olho, outras vezes não troca. 

E com essa alternância, vai-nos trocando as voltas também.

O médico analisou o Vasco e disse que à partida ele não tinha nada. Que o estrabismo era muito residual e parecia não ser algo de preocupante. Até porque ele tem apenas 20 meses e o próprio olho ainda se está a desenvolver. 

Ainda assim, receitou-nos umas gotinhas para colocarmos no olho dele durante quatro dias (como os bebés não conseguem fazer os exames de visão normais, têm que por essas gotas para o médico ver melhor a pupila) e disse-nos para voltarmos lá no fim do tratamento. 

Como é um médico muito conceituado na minha cidade só conseguimos a segunda consulta para o mês de novembro. Nessa altura, o Vasco terá 2 anos feitos e o diagnóstico será ainda mais preciso. 

O médico disse para não nos preocuparmos com a demora da consulta porque lhe parecia mesmo que o Vasco "não tinha nada". 

Aguardam-se cenas dos próximos capítulos! 

A primeira pérola do meu filhote (não recomendado a pessoas sensíveis)

Julho 04, 2017

O Triângulo Perfeito

Estava ansiosa que o V. começasse a falar, para inaugurar aqui no blogue uma rubrica dedicada às "pérolas linguísticas". Quis o destino que a primeira peripécia engraçada fosse... digamos... um bocado "picante".

 

Há duas ou três semanas, estava em casa com o Vasco quando comecei imediatamente a ouvir o seguinte som: 

- Puta, puta, puta!!

Fiquei que nem pedra. O quê?!! Que estava ele a dizer? Não, não podia ser. Já tão cedo a dizer palavrões?

 

Aguardei um pouco, mas a insistência transformou-se num choro desesperado. O meu filho berrava a plenos pulmões sentado no chão frio da cozinha e caiam-lhe até umas lagrimitas. Daquelas de verdade. Não eram de crocodilo.

 

- Puta... puta...  - continuava ele.

Ainda incrédula, tentei acalma-lo. Queres este carro? Queres a chupeta?

 

Nada fazia efeito. Sem saber muito bem o que fazer, decidi deixa-lo sossegado. Resolvi ir ao firgorífico para tirar os legumes da sopa que ia fazer a seguir. 

Nesse momento, o desespero do V. transformou-se em instinto de sobrevivência. Foi a correr em direção ao frigorífico e apontou, sôfrego, para uma embalagem verde que estava na última prateleira. 

 

Ah... ok... afinal ele queria FRUTA... F.R.U.T.A.  Daquelas de pacote, da Nestlé.... Kssss. Pelos visto ainda tem dificuldade em dizer os "F", e acaba por substituir pelos "P".

Menos mal...

Já estava com medo de estar a criar um delinquente. Afinal estou só a criar um fruto-dependente :))

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