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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

SOCORRO,

Maio 21, 2019

O Triângulo Perfeito

não quero dar de mamar a meio da noite!

O Xavier adormece por volta das 21.30. Às 2h da manha acorda para mamar e as 5 da manhã repete a gracinha. Às sete da manha acorda e já não dorme mais. 😋

Têm sido meses e meses a acordar a meio da noite.. Estou farta...

Já tentamos algumas técnicas para evitar que ele mame tantas vezes a meio da noite, mas... sem sucesso. Está tão habituado que berra sem parar até acordar toda a gente cá em casa.

Por isso... preciso das vossas dicas! 😆 
Mães que amamentaram, como é que fizeram o desmame noturno?E com que idade do bebé?

Xavier vai a caminho dos 11 meses. Segundo a pediatra nesta altura já só devia mamar duas vezes, isto é, de manhã e à noite.

Que me dizem?

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Somos feitas da mesma massa (as mães)

Janeiro 05, 2019

O Triângulo Perfeito

6 meses depois, comecei finalmente a gostar de amamentar.
Acho que só me faltava isto: tempo para conseguir respirar entre os momentos de amamentação do meu filho.

Com a introdução da comida sólida, o intervalo entre mamadas aumentou.
Dou de mamar menos vezes. Logo, acabo por conseguir desfrutar mais desses momentos a dois.

Durante muitos meses vivemos praticamente colados, como se não tivesse sido removido o cordão umbilical.

Fomos pele com pele. Unha com carne. Numa simbiose perfeita.

Adormecemos e acordámos juntos muitas vezes. E os nossos corações sincronizaram na mesma batida. Mesmo sendo dois... Fomos um só.


Ele está a crescer. E isso é bom, mas ao mesmo tempo faz-me pensar em como tudo passa tão rápido!

Rejubilo por esta nova fase. E ao mesmo tempo sinto saudades de o ter mais tempo nos meus braços.
Fico contente porque agora disponho de mais tempo para cuidar de mim... e simultaneamente sinto uma certa tristeza porque o "nó" está prestes a desatar.

Acho que ser mãe é isto. É viver continuamente com estas contradições.

Querer ser livre e ao mesmo tempo ter saudades de viver acorrentada.

Querer querer dar asas aos filhos. E ao mesmo tempo desejar que eles demorem muito a aprender a voar.

Hoje percebo, finalmente, as mães que dizem ter saudades de amamentar.

Hoje percebo que sou feita da mesma massa. Nada em mim é original.

Sequelas da amamentação exclusiva

Novembro 08, 2018

O Triângulo Perfeito

Já aqui falei que não sou propriamente uma apaixonada pela amamentação exclusiva. Acho giro, acho engraçado, acho super saudável, percebo que gera momentos de grande ternura entre mãe e filho, mas... não estou emocionalmente dependente desse processo.

Ou seja... basicamente: gosto de amamentar, mas se pudesse reduzir a "coisa" a 3 ou 4 vezes ao dia, já ficava satisfeita. Não precisava de mais. 

 

Confesso: estou mortinha por aquele momento mágico de introduzir comida sólida. Até porque o processo de amamentar apesar de ser saudável traz consigo algumas sequelas:

 

Na primeira semana foram as dores no peito, as quais resolvi rapidamente: muito purelan na auréola e montes de palavrões à mistura.  De cada vez que o miúdo mamava com mais força e as lágrimas me chegavam aos olhos, eu dava início à "roda dos palavrões". 

 

Depois, passaram as dores e vieram as mamadas com intervalos super curtos.

Sinto sinceramente que atingi um patamar de excelência (ironia) na livre demanda, já que o baby mamava tantas vezes que eu desisti de vestir a camisola dentro de casa. Sorte que era verão...

 

Felizmente, não tive nenhuma mastite até hoje, mas vou acumulando outras "sequelas", como por exemplo:

 

- Dores nos pulsos (já aconteceu com o primeiro filho, deve ser da posição em que eu seguro o bebé);

- Dores nos músculos e articulações dos braços (idem)

- Cansaço extremo porque o baby continua a mamar com intervalos curtos (2h30/3horas)

- Falta de tempo para mim (é impossível organizar programas longe do bebé)

- Desespero por falta de horas de sono. Não imaginam o que é acordar de duas em duas horas para dar de mamar. Isto todos os dias, desde julho. Chega a um ponto em que já só ouço metade do que me dizem. Ando tipo zombie... E o meu mau feitio atinge níveis astronómicos.

 

Tenho visto muitos artigos pró-amamentação exclusiva,e às vezes sinto que esses artigos são um bocado "falsos".

O que é que eu quero dizer com isto?

Quero dizer que, na ânsia de convencerem as pessoas a "aderir ao leitamento exclusivo" esses artigos pecam por falta de informação. Falam nas vantagens do aleitamento materno, mas parece que passam um pano por cima das desvantagens. E elas também existem.

 

Portanto, o post de hoje é para vos dar uma panorâmica mais realista sobre o assunto :))

 

Vamos lá às vantagens de cada um dos processos. O que posso dizer-vos ( e isto vem de uma mãe que já experimentou as duas coisas, uma em cada filho) é que:

 

- O leite de fórmula é mais prático, menos desgastante e põe os miúdos a dormir melhor (o Vasco, com a mesma idade que o Xavier já dormia noites inteiras, era uma maravilha. Mesmo quando fazia apenas o leite em complemento da mamada, essa quantidade já o ajudava a dormir melhor)

- O aleitamento materno é mais barato (sim, temos que falar disso não é?), mais saudável para mãe/bebé e ajuda a diminuir as cólicas. Esta última vantagem é top, top, top... Quem já passou por aquela berraria de cólicas em que parece que estão a matar um porco, sabe do que é que eu falo...

 

Quanto a desvantagens...

- O leite de fórmula implica mais gastos e traz consigo uma logística própria (temos que andar sempre com o leite e os biberões atrás de nós). Para além de que gera mais gases e cólicas. Acrescento ainda que o leite de fórmula não é mais de que uma receita de laboratório. Por muito que se tente, a "fórmula" nunca será igual ao leite materno.

- O aleitamento materno é mais desgastante para a mãe porque o bebé vai acabar por mamar mais vezes e É UMA SECA. E o bebé dorme pior. Se acontecer como o nosso bebé que rejeitou o biberão, então é de loucos. Porque o vínculo mãe-bebé é impossível de desfazer e temos que andar com o baby para todo o lado (idas ao cinema é para esquecer, ah ah).

 

Apesar de tudo sou super a favor do aleitamento materno e voltava a repetir tudo de novo se fosse preciso (és muito masoquista rapariga...)

No meu caso, as vantagens do aleitamento (bebé saudável e zero cólicas) acabam apesar de tudo por superar as desvantagens. Embora seja um sacrifício (então a parte do dormir pouco, oh my god...) acredito que em breve as coisas vão melhorar e sei que um dia, me vou sentir orgulhosa e feliz por ter conseguido fazer isto (para já sinto-me apenas esgotada).

Adiante...

Apresentei aqui as vantagens e desvantagens de cada processo. Agora fica a cargo de cada um decidir o que é melhor para si. Todas as opções são válidas e aceitáveis. E o que é melhor para mim, não tem necessariamente que ser o melhor para os outros :)

E pronto. Mais um post enorme...

Tenho a capacidade de síntese do Bruno de Carvalho. E pensar que este era apenas um post sobre as sequelas da amamentação :))

 

 

 

 

 

Ultrapassei a barreira psicológica dos 4 meses

Novembro 05, 2018

O Triângulo Perfeito

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O Xavier fez ontem 4 meses. E são 4 meses de amamentação exclusiva. Estou feliz, muito feliz. 

Acima de tudo sinto que o "pior" (dores iniciais, intervalos de amamentação super curtos) já passou. Agora sim: começo, finalmente, a desfrutar dos momentos a dois.

Com o Vasco (1º filho) a "maminha" terminou aos 4 meses... por isso tinha estabelecido para mim própria uma meta pessoal. Tinha como objetivo ultrapassar esse timing no segundo filho.

Dizia muitas vezes ao meu marido que se conseguisse amamentar o Xavier durante 4 meses + 1 DIA... já era uma vitória em relação à experiência anterior, eh eh :)

Com o Vasco a amamentação foi sempre mista (mama + complemento) e acredito que isso, juntamente com a personalidade dele (super ativo, não conseguia ficar mais que 3 minutos no colo) fez com que o aleitamento materno terminasse tão cedo.

Desta vez, parece-me que a "coisa" está para ficar. O Xavier adora mamar (até demais, pois não aceita biberão) e tem-se desenvolvido muito bem. E é uma dupla vitória porque não só consegui chegar aos 4 meses, como o fiz sempre em amamentação exclusiva, ao contrário do que aconteceu com o mano mais velho.

A meu favor, tenho o facto de nunca ter sofrido mastites por isso o processo não me custou muito.

 

Não posso dar receitas milagrosas porque não sou uma expert no assunto, mas no meu caso funcionou bem:

 

- Purelan (doses e doses nos primeiros dias)- empastar bem a auréola logo a seguir a uma mamada e deixar estar assim, meio peganhento até à mamada seguinte;

- Maminhas ao léu;

- Alternar as duas maminhas sempre, para não encaroçar a menos usada.

- Livre demanda (no meu caso foi até aos 3 meses; agora que o bebé já está mais crescido já vou "alargando" um pouco mais os intervalos)

A livre demanda, embora super cansativa, para mim foi muito importante... Primeiro porque estimulou bastante a produção de leite. Segundo, porque me livrou das mastites. Sempre que a maminha começava a ficar mais cheia e a querer "encaroçar", o Xavier mamava e desfazia o caroço.

- Extração de leite nas primeiras semanas: neste momento já não tenho necessidade porque a quantidade de leite que produzo está na medida certa daquilo que o Xavier mama (a ver vamos se assim continua...) Mas no início, houve alturas em que eu produzia mais leite do que aquilo que ele era capaz de mamar. Para evitar "caroços" e dores, em algumas ocasiões extraí leite após a mamada. Confesso que não gosto nada de extrair com a máquina, acho um bocado desagradável. Mas consegui retirar algumas vantagens dela.

 

Este não pretende ser um "bragging post". Estou apenas a relatar esta segunda experiência de amamentação, assim como relatei com detalhes a primeira experiência. Estou satisfeita, reconheço. E quero deixar aqui registado (porque este blog é também o registo das minhas memórias e sentimentos) a felicidade que sinto. Só isso... 

 

 

 

 

 

Amamentação Exclusiva: Check!

Julho 22, 2018

O Triângulo Perfeito

Sempre tive como objetivo amamentar exclusivamente.

Com o primeiro filho, não o fiz. Não consegui...

 

Nessa primeira experiência de maternidade (há dois anos) optámos por uma amamentação mista: leite materno, seguido de uma pequena dose de suplemento.

Não se tratava propriamente de falta de informação...  Eu já sabia, na altura, que o leite da mãe é o mais saudável. 

 

Contudo, havia uma grande dose de insegurança da minha parte.

Na verdade, não confiava inteiramente no meu corpo. Tinha medo de não produzir leite suficiente. Tinha medo que o meu leite fosse de má qualidade... Estava cheia de medos e inseguranças!!

 

No hospital onde tivemos o primeiro bebé, as enfermeiras ofereceram logo o leite em fórmula como complemento à mamada. Com a nossa inexperiência achámos que esse procedimento era o mais correto e normal. Nem questionámos. Mais alguém assim?

 

Entretanto, engravidei de novo.

Durante todo o processo de busca por um parto diferente, fui ganhando confiança no meu corpo e nas suas potencialidades.

Uma das frases que mais ouvi nas aulas de preparação para o parto foi "a natureza sabe o que faz". A minha doula também me convenceu a acreditar mais em mim.

 

A minha auto-confiança aumentou ainda mais, quando há duas semanas consegui o parto que sonhei

O facto de ter deixado a natureza seguir o seu caminho (indução natural do parto através da acupuntura, dilação sem occitocina, etc) contribuiu para o meu empoderamento.

 

A palavra é mesmo essa: sinto-me poderosa. Passei a acreditar mais em mim e nas minhas capacidades. 

 

Percebi, por exemplo, que não existe essa coisa de "leite bom e leite mau".

Interiorizei que todas nós produzimos leite em quantidade suficiente, desde que estimulemos devidamente (e frequentemente) o mamilo. Assimilei que, quanto mais vezes o bebé mamar, mais leite temos.

 

Assim...

 

Desta vez, resolvi tentar a amamentação exclusiva.

Se não conseguisse, não haveria crise. Regressaríamos ao esquema antigo do complemento, ou até mesmo do biberon exclusivo, caso fosse necessário. 

 

Mas aparentemente, o meu corpo fez o seu papel e estou muito feliz por isso.

 

Nos primeiros dias (como só tinha colostro) o Xavier emagreceu 5,7% do seu peso inicial.

 

Graças ao apoio das enfermeiras do hospital (e até mesmo de mamãs aqui da blogosfera que me deram muito apoio), não entrei em pânico pois todos me disseram que isso era normal (é comumo bebé diminuir até 10% do peso nos primeiros 5 dias).

 

Entretanto, ao 5º dia deu-se a descida do leite (ou subida... nunca percebi se é subir ou descer eh eh) e o Xavier começou a engordar. 

 

Na consulta dos 15 dias, o Xavier não só tinha recuperado o peso que perdeu, como já tinha engordado 500 gramas para além disso. 

Ou seja, o Xavier começou com 3, 275Kg e com 15 dias já tinha 3, 775Kg. 

 

A enfermeira do centro de saúde deu-nos os parabéns e disse-nos que não se podia pedir melhor. 

Agora é continuar a amamentar, esperando que o Xavier evolua sempre bem.

 

Eu nunca tinha tido antes a experiência de amamentar em exclusivo e o que noto mais é a falta de tempo para o resto das coisas. 

Perco cerca de 40 minutos a amamentar, mais 10 para a mudar fralda e por bebé a arrotar... enfim... perco quase uma hora em cada mamada! 

 

Se tivermos em conta que o Xavier mama de 2 em 2 horas (em média) já estão a ver a minha vida neste momento!

Não faço mais nada senão dar de mamar :))

 

Amamentar em exclusivo é uma experiência bonita e saudável, mas muito exigente para a mãe do ponto de vista físico. É o que eu concluo.

Ficamos com pouco tempo para dormir entre as mamadas, muito mais cansados e a própria rotina do dia-a-dia torna-se desgastante.

No meu caso, acrescido a tudo isso... farto-me de transpirar. Derreto-me em água quando estou a dar de mamar.

 

Por isso, quero dizer uma vez mais que compreendo perfeitamente a opção daqueles que, mesmo tendo possibilidde, escolheram não amamentar exclusivamente. 

Há altura em que isto é mesmo uma grande seca, ah ah!

Por falar em seca imaginem o que vou fazer agora?

Sim... dar de mamar...

 

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Assim que nasceu, o Xavier foi colocado no meu peito, onde esteve cerca de 2 horas. Só depois foi pesado, medido e vestido. Acredito que o contacto direto pele-a-pele, ajudou no processo de amamentação

 

Nota: 

Quem lê o meu blogue com atenção sabe que não sou nada fundamentalista em relação a este assunto da amamentação. Até já fiz um post aqui há tempos, expondo as minhas dúvidas e anseios. 

Sou super a favor de respeitarmos as opções de cada um e de não cairmos em extremismos loucos.

Tal como nas questão do parto cabe a cada mulher decidir o que é melhor para si (depois de devidamente informada...) penso que também deve ser respeitada a decisão de amamentar em exclusivo ou não.  

Apesar dos benefícios da amamentação estarem mais que comprovados, estamos a falar de uma decisão muito pessoal que envolve vários factores, não só físicos como psicológicos.

E tão importante como a saúde do bebé, é que a mãe esteja equilibrada e bem consigo própria. Se o equilíbrio da mãe ficar em suspenso por causa da amamentação, então acho que mais vale ela abandonar o conceito. Opinião minha, claro.

Como diz a minha enfermeira do centro de saúde, "amamentar é como dançar o tango: são precisos dois". Se a mãe ou o bebé não estão satisfeitos, é hora de mudar. :)

 

Não estaremos a ser demasiado radicais?

Junho 18, 2018

O Triângulo Perfeito

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No último parto, logo na primeira mamada foi-me oferecido leite de fórmula, tendo eu aceite sem hesitar, um pouco por inexperiência.


Aconselharam-me a oferecer sempre a mama em primeiro lugar e, só depois o leite de fórmula.

Fiz sempre assim e resultou bem, muito honestamente. O Vasco engordou 500 g nas duas primeiras semanas, enquanto outros bebés emagreceram. 


Procedi da mesma forma até ao fim da amamentação: primeiro dava mama, depois leite de fórmula. Sempre assim. 


No meu caso a amamentação terminou por volta dos 4 meses. Fiquei com pena, mas a verdade é que o Vasco não queria mamar mais. Só queria o biberon...

 

THoje penso nisto...

Terá abandonado tão cedo por causa deste método? Deveria ter deixado o leite de fórmula mais cedo?

Ou... eu não deveria ter dado esse leite sequer??

 


Entretanto, vou mudar de hospital (para um público) e percebi que lá não oferecem o leite em pó, a não ser que a mãe peça ou em casos excecionais, pois defendem que o leite da mãe é suficiente.


Eu concordo com a ideia, mas fico na dúvida... é que sejamos realistas, nas primeiras mamadas não sai quase nada!

Como podem ser suficientes aquelas pequenas gotas?


Conheço amigas que acabaram por ter que dar o leite de fórmula porque o bebé já estava a ficar desidratado...

Os bebés a berrarem com fome e as técnicas sempre a insistirem e a dizerem que o leite da mama era suficiente...

Um desses bebés teve que regressar ao hospital, dois dias depois de sair, num quadro enorme de desidratação... A coisa esteve má, e afinal era fome/sede.

 

Sou defensora da amamentação. Dei mama e quero voltar a dar. O máximo de tempo possível!

Mas pergunto... Não se estará a cair no exagero, ao pressionar as mães para amamentarem a qualquer custo? Não seria melhor avaliar-se caso a caso...?

 

Será assim tão errado dar leite de fórmula como complemento para a amamentação materna, pelo menos até ao leite da mãe ser em quantidade suficiente?

Será errado complementar nem que seja nas primeiras vezes (e ir abandonando pouco a pouco) até pelo menos à descida do leite?

 

Eu vejo mães desesperadas, com filhotes aos berros, e elas a queixar-se que eles não dormem (como poderão dormir, se têm fome?) e... não lhes dão leite de fórmula porque estão completamente "formatadas" pela ideia da amamentação materna.

 

E como tudo na maternidade é uma "competição", dar leite de fórmula é daquelas coisas que ninguém quer fazer ou admitir que faz.

 

Tenho medo do que me vai acontecer no novo hospital

Serei capaz de amamentar em exclusivo? Será que o meu filho vai ter fome? 

E se tiver fome durante a noite? Terei acesso fácil ao leite em pó?

Prometo que desta vez, não vou usa-lo até aos 4 meses.

(Sim, acredito cada vez mais que essa terá sido a causa do desmame precoce; quem é que quer maminha quando o biberon é tão mais fácil))

Mas completar menos até à descida do leite... será errado?

 

O que pensam sobre isto, as mamãs da blogosfera?

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