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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

O vício das mamocas!

O Triângulo Perfeito, 13.12.19

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Estamos a tentar eliminar a amamentação noturna do Xavier mas confesso que não está ser fácil.
Ele adormece sempre na maminha e esse momento de mimo até me sabe bem e por isso quero manter.
Mas gostava que ele dormisse a noite toda e não me obrigasse a acordar as 3 da manhã para lhe dar mama também.
Combinei esta semana com o pai que se o bebé acordasse a meio da noite seria ele a ir ao quarto dele.
Resultado?
Estou na minha cama e só ouço:
- Sai! Sai! Sai! Mamã! Mamã!
O Xavier nem tolera que o pai se aproxime. E faz valer a sua posição aos berros.
Portanto, 20 minutos depois e já com a cabeça em água por ouvir tanto choro lá estou eu no quarto dele a dar mama...
Não está fácil! 😀

 

12 meses de amamentação

O Triângulo Perfeito, 16.07.19

Nunca pensei que chegasse tão longe. Com o Vasco, filho mais velho, o aleitamento materno durou até aos 4 meses apenas, por isso pensei que com o Xavier também ficasse por aí.
Mas enganei-me. O Xavier continua a gostar de mamar e não me parece que vá deixar tão cedo. 
Já conseguimos que acorde apenas uma vez durante a noite para "matar o vício" o que para nós é uma grande vitória. 
Parece que não, mas com ele a mamar apenas a meio da noite (em vez de 2 ou 3 vezes como antigamente) já consigo dormir quase 5 horas seguidas. 
Um luxo! 

O Xavi mama ainda ao pequeno-almoço e à noite antes de se deitar. Portanto, num dia normal são 3 vezes. 
Quando está mais doentinho ou aborrecido com alguma coisa, pode eventualmente aumentar a dose como forma de se acalmar e ter um miminho extra, mas a tendência tem sido para ir deixando durante o dia.
Longe vão os meses em que eu tinha que andar sempre a dar de mamar (chegava a ser de 30 em 30 minutos!). 
Foi benéfico para o bebé, sem dúvida, mas muitooooo desgastante.

Agora, as coisas começam a acalmar, mas ainda me sinto muito cansada, como reflexo de tantos meses sem dormir. 
Este ano que passou foi dos mais exigentes da minha vida a nível físico e agora sinto que vou precisar que passe pelo menos mais um ano para me restabelecer do impacto.

Ter dois filhos seguidos é dose. Não me arrependo porque agora estou a colher os frutos e começa a ser muito divertido, mas a verdade é que este último ano foi uma prova à minha capacidade física e mental. 
Estou a precisar de um SPA, de uma massagem, de fazer um check up médico geral (fazia sempre nesta altura do ano e agora não tenho tempo), de fazer umas caminhadas...

E é sempre a adiar...
Para quando?
Falta-me tempo. E sobram-me cabelos brancos...

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SOCORRO,

O Triângulo Perfeito, 21.05.19

não quero dar de mamar a meio da noite!

O Xavier adormece por volta das 21.30. Às 2h da manha acorda para mamar e as 5 da manhã repete a gracinha. Às sete da manha acorda e já não dorme mais. 😋

Têm sido meses e meses a acordar a meio da noite.. Estou farta...

Já tentamos algumas técnicas para evitar que ele mame tantas vezes a meio da noite, mas... sem sucesso. Está tão habituado que berra sem parar até acordar toda a gente cá em casa.

Por isso... preciso das vossas dicas! 😆 
Mães que amamentaram, como é que fizeram o desmame noturno?E com que idade do bebé?

Xavier vai a caminho dos 11 meses. Segundo a pediatra nesta altura já só devia mamar duas vezes, isto é, de manhã e à noite.

Que me dizem?

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10 meses a amamentar

O Triângulo Perfeito, 27.04.19

Tendo em conta a experiência que tive com o meu filho mais velho, se me dissessem que ia chegar aos quase 10 meses de aleitamento materno com o mais novo, eu não ia acreditar.
Mas a verdade é que aqui chegamos. E eu estou muito feliz!
Feliz por lhe conseguir proporcionar o melhor alimento do mundo e feliz pelos momentos de ternura e intimidade que temos todos os dias.
Quero continuar a dar de mamar, pelo menos até aos 18 meses.

A amamentação é desgastante, cansativa, mas estou a adorar.

E SE A POLÉMICA DA AMAMENTAÇÃO VIRASSE FILME?

O Triângulo Perfeito, 12.01.19

Toda a gente sabe que a amamentação é dos temas mais polémicos no que diz respeito à maternidade.
Se querem ver mães ao estalo (estalos virtuais) nos grupos de facebook de mães ... basta abordar o assunto. 


E se a polémica da amamentação virasse uma cena de filme? Certamente seria algo bem tenso e arrepiante. Qualquer coisa como... isto... 

Cliquem no link acima para verem o video que constitui a minha primeira experiência na "legendagem" cinematográfica, kkk.

Espero que gostem! Quis fazer uma coisa leve e ausente de moralismos. Algo que representasse bem as discussões à volta da amamentação. Não se pretende aqui juízos de valor, nem críticas a este ou aquele método. Até porque cada mãe sabe o que é melhor para si e para a sua cria.

Apenas quis brincar um pouco com o assunto, ok? :)

Abraços!!

Somos feitas da mesma massa (as mães)

O Triângulo Perfeito, 05.01.19

6 meses depois, comecei finalmente a gostar de amamentar.
Acho que só me faltava isto: tempo para conseguir respirar entre os momentos de amamentação do meu filho.

Com a introdução da comida sólida, o intervalo entre mamadas aumentou.
Dou de mamar menos vezes. Logo, acabo por conseguir desfrutar mais desses momentos a dois.

Durante muitos meses vivemos praticamente colados, como se não tivesse sido removido o cordão umbilical.

Fomos pele com pele. Unha com carne. Numa simbiose perfeita.

Adormecemos e acordámos juntos muitas vezes. E os nossos corações sincronizaram na mesma batida. Mesmo sendo dois... Fomos um só.


Ele está a crescer. E isso é bom, mas ao mesmo tempo faz-me pensar em como tudo passa tão rápido!

Rejubilo por esta nova fase. E ao mesmo tempo sinto saudades de o ter mais tempo nos meus braços.
Fico contente porque agora disponho de mais tempo para cuidar de mim... e simultaneamente sinto uma certa tristeza porque o "nó" está prestes a desatar.

Acho que ser mãe é isto. É viver continuamente com estas contradições.

Querer ser livre e ao mesmo tempo ter saudades de viver acorrentada.

Querer querer dar asas aos filhos. E ao mesmo tempo desejar que eles demorem muito a aprender a voar.

Hoje percebo, finalmente, as mães que dizem ter saudades de amamentar.

Hoje percebo que sou feita da mesma massa. Nada em mim é original.

DESAFIO MATEMÁTICO

O Triângulo Perfeito, 10.12.18

Uma mãe (esta mãe!) deitou se as 23h e lavantou se as 6h30.
Pelo meio, o seu bebé acordou 3 vezes.

Acordou as 00h00 e quis mamar.

Acordou as 02h00 e quis mamar.

Acordou as 05h00 e berrou como um desalmado... porque queria mamar.


De todas as vezes que esta mãe alimentou o bebé, ela perdeu cerca de 40 minutos.


Agora a questão...

QUANTO TEMPO CONSEGUIU EFETIVAMENTE DORMIR ESTÁ MÃE? 🤔🤔

Andamos a mendigar por migalhas!

O Triângulo Perfeito, 25.11.18

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Vasco chegou agora do hospital onde passou a noite internado devido a uma gastroenterite severa. Mais uma, no espaço de apenas 3 semanas. Contraída na escola.


Sabem aquela história do "ah e tal, os miúdos devem ir para o infantário o mais cedo possível para apanharem as doenças e ganharem imunidade"? 


Discordo totalmente. 


O meu filho anda há 3 anos no infantário. Entrou com 8 meses e até agora não ganhou imunidade nenhuma.

Aliás, pior do que isso!

À custa de tantas viroses, está neste momento tão debilitado que eu acho que ainda tem menos imunidade do que tinha quando ingressou na escola. É que nem as rotateq e as rotacoiso nos salvam...


Por isso é que nós mães, temos que lutar!

Temos que meter mãos à obra pelo alargamento da licença parental.

Quanto mais tempo os nosso filhos ficarem em casa melhor é. Claro que a partir dos 3 anos é outra história, porque há competências importantes que se adquirem a partir daí e também é importante socializar. Mas até aí... não há nada como o aconchego da família.


Há países em que as mães têm 3 anos de licença (3 anos!) e em Portugal andamos a mendigar por mais um mês. A fazer petições para que a licença seja de 6 meses e não 5... Andamos a mendigar por migalhas e até isso nos negam...


É triste. Muito triste. 


Nem toda a gente tem possiblidade de deixar os filhos com os avós. É o meu caso.

As pessoas que não têm backgroung para deixar os bebés ou que não têm dinheiro para estender a licença (sim, porque podemos estende-la até 8 meses, mas ficamos apenas a ganhar 25% do salário o que é o mesmo que nada...), são obridados a deixar bebés de poucos meses, em pleno inverno, na creche. No auge das gripes e das constipações.


É este país que temos.

Um país que tem uma baixa taxa de natalidade e pouco faz para incentivar os casais a terem mais filhos. Está provado que nos 2 primeiros anos, o lugar dos bebés ao pé das suas mães. Por várias razões, como o desenvolvimento do sentimento de segurança, a vinculação e a proteção contra doenças. 

Respeito totalmente o trabalho das auxiliares e educadoras que tudo fazem (e bem!) para dar conforto aos nossos filhotes, mas se pudesse escolher ficaria com eles em casa durante mais tempo.

Admiro o trabalho (e que trabalho!) feito nas creches, mas a verdade é que são várias crianças numa sala e acredito que seja impossível dar muita atenção a todas. Respeitando, por exemplo, a sua personalidade e rotinas e ritmos individuais. 


Até quando vamos andar a mendigar por um Portugal melhor?! Até quando vamos andar nisto?

Com o mais velho doente em casa quase sem comer e o mais novo (que ainda mama em exclusivo) a poucas semanas de ingressar na escola... estes são os meus pensamentos de hoje.

Se concordam comigo e se acham que a licença parental deve ser alargada pelo menos mais um mês... assinem por favor esta petição. Aproveitem para ler o texto introdutório à mesma, que é bastante esclarecedor.

https://participacao.parlamento.pt/initiatives/22?fbclid=IwAR3FJ8BhidX8bnW76hw6PuUpPe199Ejif02dG1dnh5-YFGxsohHRtbEPax0

 

Mesmo que o alargamento da licença seja alargado, para mim já não irá a tempo. Mas pode ser que outras crianças no futuro possam vir a beneficiar com esta medida.

Abraço, pessoal!

O meu filho não aceita o biberão

O Triângulo Perfeito, 15.11.18

Quando o Vasco, há 3 anos, deixou de querer mamar ... fiquei triste.

A partir dessa altura, e como eu não conseguia retirar grande quantidade de leite com a bomba, ele começou a alimentar-se exclusivamente com leite de fórmula pelo biberão.  

Com o Xavier a amamentação está bem instalada, e eu devia estar a dar vivas e urras, não é?

Mas... tenho o problema oposto: ai o Vasco deixou de aceitar mama? Pois o Xavier não aceita beber pelo biberão! :))

Inicialmente, nao me importava. Estava tao feliz por conseguir amamentar em exclusivo que só via vantagens na recusa do biberão. Agora, e com a proximidade da ida para a creche, levanta-se uma questão: como é que o Xavier se vai alimentar na escola?

Por outro lado, a recusa biberão implica, como já falei noutros posts, que o Xavier tenha que andar comigo para todo o lado, tipo "porta-chaves". Ou então tenho que fazer programas muito curtos sem ele. Não dá para relaxar.

Estive a pesquisar na internet sobre estratégias para colmatar o problema e encontrei este artigo muito fixe que é daqui mesmo do SAPO. 

 

Assim muito resumidamente, algumas dicas que li nesse artigo foram:

 

- Ser o pai ou outro familiar a dar o biberão. Porque se for a mãe, devido à proximidade física com as maminhas o bebé vai "farejar" o leite materno e recusar o biberão.

- Incentivar o bebé com a tetina do biberão: dar a tetina para o bebé brincar com a boca, colocar um pouco de leite na ponta da tetina e deixa-lo habituar-se ao objeto.

- Fazer do momento-biberão, um momento feliz, dando muito carinho a atenção ao bebé nesse momento.

- Tentar horários e posições diferentes daquelas que se usam na amamentação.

- Caso nada resulte... dar de beber por um copo.

 

É oficial... já tentei quase tudo o que li neste artigo e nada resulta (inclusivamente já tentei outras coisas como usar tetinas e biberões diferentes). Portanto, estou quase a atingir o patamar do "dar de beber por um copo"...

A pediatra do Xavier, vendo o meu desespero, disse-me para esquecer oficialmente a "missão biberão" e começar a pensar em dar comida sólida. 

Muito honestamente, começa a ser uma tentação muito forte.

Queria amamentar em exlusivo até aos 6 meses, mas como já disse noutras ocasiões (como por exemplo o parto) "não estou aqui para ganhar medalhas".

A pediatra, vendo o meu stress, passou-nos um papel com uma lista do regime alimentar que o Xavier poderia eventualmente seguir a partir dos 5 meses: nada de leite de fórmula, continuar a maminha e o leite materno, mas intercalando com as refeições sólidas. 

Sei que isto poderia ajudar muito a nossa família... as noites cá em casa são uma loucura com o Xavi a querer mamar de 2 em 2 horas, e talvez com a comida sólida ele aguentasse mais horas. Os programas sem Xavi são uma miragem e se ele comesse papas/sopa eu já poderia deixa-lo um pouco mais tempo com os avós para fazer programinhas com o filhote mais velho ou até mesmo a dois. 

Eu estou super, mega, ultra cansada. E não podemos esquecer que existe outro filho, com apenas 3 anos, a necessitar de uma mãe a 100%. 

Por isso... a ver vamos... não sou pessoa de desistir. Sou um bocado teimosa. Mas sinto que à custa do cansaço e das noites sem dormir, já não ando muito bem do tico e do teco.

No dia 4 de dezembro, quando o Xavi fizer 5 meses, tomarei uma decisão.

Assinado: Mãe estafada.

Sequelas da amamentação exclusiva

O Triângulo Perfeito, 08.11.18

Já aqui falei que não sou propriamente uma apaixonada pela amamentação exclusiva. Acho giro, acho engraçado, acho super saudável, percebo que gera momentos de grande ternura entre mãe e filho, mas... não estou emocionalmente dependente desse processo.

Ou seja... basicamente: gosto de amamentar, mas se pudesse reduzir a "coisa" a 3 ou 4 vezes ao dia, já ficava satisfeita. Não precisava de mais. 

 

Confesso: estou mortinha por aquele momento mágico de introduzir comida sólida. Até porque o processo de amamentar apesar de ser saudável traz consigo algumas sequelas:

 

Na primeira semana foram as dores no peito, as quais resolvi rapidamente: muito purelan na auréola e montes de palavrões à mistura.  De cada vez que o miúdo mamava com mais força e as lágrimas me chegavam aos olhos, eu dava início à "roda dos palavrões". 

 

Depois, passaram as dores e vieram as mamadas com intervalos super curtos.

Sinto sinceramente que atingi um patamar de excelência (ironia) na livre demanda, já que o baby mamava tantas vezes que eu desisti de vestir a camisola dentro de casa. Sorte que era verão...

 

Felizmente, não tive nenhuma mastite até hoje, mas vou acumulando outras "sequelas", como por exemplo:

 

- Dores nos pulsos (já aconteceu com o primeiro filho, deve ser da posição em que eu seguro o bebé);

- Dores nos músculos e articulações dos braços (idem)

- Cansaço extremo porque o baby continua a mamar com intervalos curtos (2h30/3horas)

- Falta de tempo para mim (é impossível organizar programas longe do bebé)

- Desespero por falta de horas de sono. Não imaginam o que é acordar de duas em duas horas para dar de mamar. Isto todos os dias, desde julho. Chega a um ponto em que já só ouço metade do que me dizem. Ando tipo zombie... E o meu mau feitio atinge níveis astronómicos.

 

Tenho visto muitos artigos pró-amamentação exclusiva,e às vezes sinto que esses artigos são um bocado "falsos".

O que é que eu quero dizer com isto?

Quero dizer que, na ânsia de convencerem as pessoas a "aderir ao leitamento exclusivo" esses artigos pecam por falta de informação. Falam nas vantagens do aleitamento materno, mas parece que passam um pano por cima das desvantagens. E elas também existem.

 

Portanto, o post de hoje é para vos dar uma panorâmica mais realista sobre o assunto :))

 

Vamos lá às vantagens de cada um dos processos. O que posso dizer-vos ( e isto vem de uma mãe que já experimentou as duas coisas, uma em cada filho) é que:

 

- O leite de fórmula é mais prático, menos desgastante e põe os miúdos a dormir melhor (o Vasco, com a mesma idade que o Xavier já dormia noites inteiras, era uma maravilha. Mesmo quando fazia apenas o leite em complemento da mamada, essa quantidade já o ajudava a dormir melhor)

- O aleitamento materno é mais barato (sim, temos que falar disso não é?), mais saudável para mãe/bebé e ajuda a diminuir as cólicas. Esta última vantagem é top, top, top... Quem já passou por aquela berraria de cólicas em que parece que estão a matar um porco, sabe do que é que eu falo...

 

Quanto a desvantagens...

- O leite de fórmula implica mais gastos e traz consigo uma logística própria (temos que andar sempre com o leite e os biberões atrás de nós). Para além de que gera mais gases e cólicas. Acrescento ainda que o leite de fórmula não é mais de que uma receita de laboratório. Por muito que se tente, a "fórmula" nunca será igual ao leite materno.

- O aleitamento materno é mais desgastante para a mãe porque o bebé vai acabar por mamar mais vezes e É UMA SECA. E o bebé dorme pior. Se acontecer como o nosso bebé que rejeitou o biberão, então é de loucos. Porque o vínculo mãe-bebé é impossível de desfazer e temos que andar com o baby para todo o lado (idas ao cinema é para esquecer, ah ah).

 

Apesar de tudo sou super a favor do aleitamento materno e voltava a repetir tudo de novo se fosse preciso (és muito masoquista rapariga...)

No meu caso, as vantagens do aleitamento (bebé saudável e zero cólicas) acabam apesar de tudo por superar as desvantagens. Embora seja um sacrifício (então a parte do dormir pouco, oh my god...) acredito que em breve as coisas vão melhorar e sei que um dia, me vou sentir orgulhosa e feliz por ter conseguido fazer isto (para já sinto-me apenas esgotada).

Adiante...

Apresentei aqui as vantagens e desvantagens de cada processo. Agora fica a cargo de cada um decidir o que é melhor para si. Todas as opções são válidas e aceitáveis. E o que é melhor para mim, não tem necessariamente que ser o melhor para os outros :)

E pronto. Mais um post enorme...

Tenho a capacidade de síntese do Bruno de Carvalho. E pensar que este era apenas um post sobre as sequelas da amamentação :))