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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Julho 16, 2019

O Triângulo Perfeito

Nunca pensei que chegasse tão longe. Com o Vasco, filho mais velho, o aleitamento materno durou até aos 4 meses apenas, por isso pensei que com o Xavier também ficasse por aí.
Mas enganei-me. O Xavier continua a gostar de mamar e não me parece que vá deixar tão cedo. 
Já conseguimos que acorde apenas uma vez durante a noite para "matar o vício" o que para nós é uma grande vitória. 
Parece que não, mas com ele a mamar apenas a meio da noite (em vez de 2 ou 3 vezes como antigamente) já consigo dormir quase 5 horas seguidas. 
Um luxo! 

O Xavi mama ainda ao pequeno-almoço e à noite antes de se deitar. Portanto, num dia normal são 3 vezes. 
Quando está mais doentinho ou aborrecido com alguma coisa, pode eventualmente aumentar a dose como forma de se acalmar e ter um miminho extra, mas a tendência tem sido para ir deixando durante o dia.
Longe vão os meses em que eu tinha que andar sempre a dar de mamar (chegava a ser de 30 em 30 minutos!). 
Foi benéfico para o bebé, sem dúvida, mas muitooooo desgastante.

Agora, as coisas começam a acalmar, mas ainda me sinto muito cansada, como reflexo de tantos meses sem dormir. 
Este ano que passou foi dos mais exigentes da minha vida a nível físico e agora sinto que vou precisar que passe pelo menos mais um ano para me restabelecer do impacto.

Ter dois filhos seguidos é dose. Não me arrependo porque agora estou a colher os frutos e começa a ser muito divertido, mas a verdade é que este último ano foi uma prova à minha capacidade física e mental. 
Estou a precisar de um SPA, de uma massagem, de fazer um check up médico geral (fazia sempre nesta altura do ano e agora não tenho tempo), de fazer umas caminhadas...

E é sempre a adiar...
Para quando?
Falta-me tempo. E sobram-me cabelos brancos...

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Maio 21, 2019

O Triângulo Perfeito

não quero dar de mamar a meio da noite!

O Xavier adormece por volta das 21.30. Às 2h da manha acorda para mamar e as 5 da manhã repete a gracinha. Às sete da manha acorda e já não dorme mais. 😋

Têm sido meses e meses a acordar a meio da noite.. Estou farta...

Já tentamos algumas técnicas para evitar que ele mame tantas vezes a meio da noite, mas... sem sucesso. Está tão habituado que berra sem parar até acordar toda a gente cá em casa.

Por isso... preciso das vossas dicas! 😆 
Mães que amamentaram, como é que fizeram o desmame noturno?E com que idade do bebé?

Xavier vai a caminho dos 11 meses. Segundo a pediatra nesta altura já só devia mamar duas vezes, isto é, de manhã e à noite.

Que me dizem?

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Abril 27, 2019

O Triângulo Perfeito

Tendo em conta a experiência que tive com o meu filho mais velho, se me dissessem que ia chegar aos quase 10 meses de aleitamento materno com o mais novo, eu não ia acreditar.
Mas a verdade é que aqui chegamos. E eu estou muito feliz!
Feliz por lhe conseguir proporcionar o melhor alimento do mundo e feliz pelos momentos de ternura e intimidade que temos todos os dias.
Quero continuar a dar de mamar, pelo menos até aos 18 meses.

A amamentação é desgastante, cansativa, mas estou a adorar.

Janeiro 12, 2019

O Triângulo Perfeito

Toda a gente sabe que a amamentação é dos temas mais polémicos no que diz respeito à maternidade.
Se querem ver mães ao estalo (estalos virtuais) nos grupos de facebook de mães ... basta abordar o assunto. 


E se a polémica da amamentação virasse uma cena de filme? Certamente seria algo bem tenso e arrepiante. Qualquer coisa como... isto... 

Cliquem no link acima para verem o video que constitui a minha primeira experiência na "legendagem" cinematográfica, kkk.

Espero que gostem! Quis fazer uma coisa leve e ausente de moralismos. Algo que representasse bem as discussões à volta da amamentação. Não se pretende aqui juízos de valor, nem críticas a este ou aquele método. Até porque cada mãe sabe o que é melhor para si e para a sua cria.

Apenas quis brincar um pouco com o assunto, ok? :)

Abraços!!

Janeiro 05, 2019

O Triângulo Perfeito

6 meses depois, comecei finalmente a gostar de amamentar.
Acho que só me faltava isto: tempo para conseguir respirar entre os momentos de amamentação do meu filho.

Com a introdução da comida sólida, o intervalo entre mamadas aumentou.
Dou de mamar menos vezes. Logo, acabo por conseguir desfrutar mais desses momentos a dois.

Durante muitos meses vivemos praticamente colados, como se não tivesse sido removido o cordão umbilical.

Fomos pele com pele. Unha com carne. Numa simbiose perfeita.

Adormecemos e acordámos juntos muitas vezes. E os nossos corações sincronizaram na mesma batida. Mesmo sendo dois... Fomos um só.


Ele está a crescer. E isso é bom, mas ao mesmo tempo faz-me pensar em como tudo passa tão rápido!

Rejubilo por esta nova fase. E ao mesmo tempo sinto saudades de o ter mais tempo nos meus braços.
Fico contente porque agora disponho de mais tempo para cuidar de mim... e simultaneamente sinto uma certa tristeza porque o "nó" está prestes a desatar.

Acho que ser mãe é isto. É viver continuamente com estas contradições.

Querer ser livre e ao mesmo tempo ter saudades de viver acorrentada.

Querer querer dar asas aos filhos. E ao mesmo tempo desejar que eles demorem muito a aprender a voar.

Hoje percebo, finalmente, as mães que dizem ter saudades de amamentar.

Hoje percebo que sou feita da mesma massa. Nada em mim é original.

Dezembro 10, 2018

O Triângulo Perfeito

O Xavier fez 5 meses na semana passada e iniciou, nesse momento, a alimentação sólida.

Como ainda temos algum tempo até à sua entrada na creche, decidimos introduzir tudo muito devagarinho.

Assim, e por indicação da pediatra:

 

1º semana (início da alimentação sólida)

Aleitamento materno em todos os momentos, exceto um pequeno lanche de fruta a meio da manhã.

1 e 2º dia - introduzir maçã (cozida ou ralada)

3ºe 4º dia - introduzir pêra (cozida ou ralada)

5º e 6º dia - introduzir banana esmagada.

Verificar existência de algum desconforto ou reação alérgica a estes alimentos. Caso tudo corra bem... continuar a dar nas semanas seguintes.

 

2º semana (introdução da sopa)

É a fase em que estamos neste momento.

Continuar com o lanchinho a meio da manhã e agora também sopa ao almoço. No resto do tempo... aleitamento materno.

Em relação à confeção da sopa, confesso que não seguimos totalmente as indicações médicas (preparar sopas com 2 ingredientes, começando por cenoura e batata doce e ir alterando um ou outro à medida que o tempo ia passando)

Então o que fizemos? 

Como a sopa é um prato que nem sempre é bem aceite pelos bebés (e temos a experiência do bebé mais velho) numa fase inicial decidimos substituí-la por algo igualmente nutritivo... papas de legumes isolados.

Parece a mesma coisa, mas não é bem igual.

Como não tinha muita prática (nenhuma, aliás) no que diz respeito à preparação de papas de legumes andei a pesquisar na internet e acabei por ir parar ao blogue das "Papinhas da Xica".

Lá encontrei imensas sugestões de sopas giras e papas caseiras. Adorei!!!

Já conhecia o blogue de nome, mas nunca lá tinha ido porque com o Vasco adoptámos um sistema mais tradicional (as típicas papas processadas como cerelac, as sopas de vários legumes).

Mas agora ando numa onda mais saudável e encontrei imensas dicas naquele blogue. Fiquei fã.

Portanto, hoje foi dia de começar a dar papa de legumes e a ideia era começar pela papa de cenoura.

Vi uma receita muito fixe de papa de cenoura onde? Exato, nas papinhas da Xica.

Mas fui ao meu frigorífico e... tcharam... não tinha cenoura kkk. Por isso começei por uma papa de batata doce que confecionei da mesma forma que a papa de cenoura que vi naquele blogue.

Ainda não decidi se vou adicionar leite materno ou não. Primeiro queria ver se o Xavier gosta do sabor da batata doce individualmente. Se ele gostar, vou evitar a adição do leite (pois tenho pouco congelado), guardando-o para as papas de cereais e afins.

Portanto, estou a pensar mais ou menos isto:

1º e 2º dia -  lanche a meio da manhã, papa de batata doce ao almoço. Restante tempo em aleitamento materno.

3º e 4º dia - lanche a meio da manha, papa de cenoura ao almoço. Restante tempo em aleitamento materno.

5ºe 6 dia - lanche a meio da manhã, papa de abóbora e batata doce que vi nas Papinhas da Xica ao almoço. Restante tempo em aleitamento materno.

 

A partir deste momento, ir experimentando diversas papas e sopas com diferentes combinações, evitando como é óbvio alguns legumes sinalizados pela pediatra por serem de mais difícil digestão.

E pronto! :))

Tenho algumas ideias em relação ao que vou fazer na 3º e 4ºsemana, mas vou deixar para outro post para este não ficar tão longo.

Abraço!

 

Dezembro 10, 2018

O Triângulo Perfeito

Uma mãe (esta mãe!) deitou se as 23h e lavantou se as 6h30.
Pelo meio, o seu bebé acordou 3 vezes.

Acordou as 00h00 e quis mamar.

Acordou as 02h00 e quis mamar.

Acordou as 05h00 e berrou como um desalmado... porque queria mamar.


De todas as vezes que esta mãe alimentou o bebé, ela perdeu cerca de 40 minutos.


Agora a questão...

QUANTO TEMPO CONSEGUIU EFETIVAMENTE DORMIR ESTÁ MÃE? 🤔🤔

Novembro 05, 2018

O Triângulo Perfeito

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O Xavier fez ontem 4 meses. E são 4 meses de amamentação exclusiva. Estou feliz, muito feliz. 

Acima de tudo sinto que o "pior" (dores iniciais, intervalos de amamentação super curtos) já passou. Agora sim: começo, finalmente, a desfrutar dos momentos a dois.

Com o Vasco (1º filho) a "maminha" terminou aos 4 meses... por isso tinha estabelecido para mim própria uma meta pessoal. Tinha como objetivo ultrapassar esse timing no segundo filho.

Dizia muitas vezes ao meu marido que se conseguisse amamentar o Xavier durante 4 meses + 1 DIA... já era uma vitória em relação à experiência anterior, eh eh :)

Com o Vasco a amamentação foi sempre mista (mama + complemento) e acredito que isso, juntamente com a personalidade dele (super ativo, não conseguia ficar mais que 3 minutos no colo) fez com que o aleitamento materno terminasse tão cedo.

Desta vez, parece-me que a "coisa" está para ficar. O Xavier adora mamar (até demais, pois não aceita biberão) e tem-se desenvolvido muito bem. E é uma dupla vitória porque não só consegui chegar aos 4 meses, como o fiz sempre em amamentação exclusiva, ao contrário do que aconteceu com o mano mais velho.

A meu favor, tenho o facto de nunca ter sofrido mastites por isso o processo não me custou muito.

 

Não posso dar receitas milagrosas porque não sou uma expert no assunto, mas no meu caso funcionou bem:

 

- Purelan (doses e doses nos primeiros dias)- empastar bem a auréola logo a seguir a uma mamada e deixar estar assim, meio peganhento até à mamada seguinte;

- Maminhas ao léu;

- Alternar as duas maminhas sempre, para não encaroçar a menos usada.

- Livre demanda (no meu caso foi até aos 3 meses; agora que o bebé já está mais crescido já vou "alargando" um pouco mais os intervalos)

A livre demanda, embora super cansativa, para mim foi muito importante... Primeiro porque estimulou bastante a produção de leite. Segundo, porque me livrou das mastites. Sempre que a maminha começava a ficar mais cheia e a querer "encaroçar", o Xavier mamava e desfazia o caroço.

- Extração de leite nas primeiras semanas: neste momento já não tenho necessidade porque a quantidade de leite que produzo está na medida certa daquilo que o Xavier mama (a ver vamos se assim continua...) Mas no início, houve alturas em que eu produzia mais leite do que aquilo que ele era capaz de mamar. Para evitar "caroços" e dores, em algumas ocasiões extraí leite após a mamada. Confesso que não gosto nada de extrair com a máquina, acho um bocado desagradável. Mas consegui retirar algumas vantagens dela.

 

Este não pretende ser um "bragging post". Estou apenas a relatar esta segunda experiência de amamentação, assim como relatei com detalhes a primeira experiência. Estou satisfeita, reconheço. E quero deixar aqui registado (porque este blog é também o registo das minhas memórias e sentimentos) a felicidade que sinto. Só isso... 

 

 

 

 

 

Julho 22, 2018

O Triângulo Perfeito

Sempre tive como objetivo amamentar exclusivamente.

Com o primeiro filho, não o fiz. Não consegui...

 

Nessa primeira experiência de maternidade (há dois anos) optámos por uma amamentação mista: leite materno, seguido de uma pequena dose de suplemento.

Não se tratava propriamente de falta de informação...  Eu já sabia, na altura, que o leite da mãe é o mais saudável. 

 

Contudo, havia uma grande dose de insegurança da minha parte.

Na verdade, não confiava inteiramente no meu corpo. Tinha medo de não produzir leite suficiente. Tinha medo que o meu leite fosse de má qualidade... Estava cheia de medos e inseguranças!!

 

No hospital onde tivemos o primeiro bebé, as enfermeiras ofereceram logo o leite em fórmula como complemento à mamada. Com a nossa inexperiência achámos que esse procedimento era o mais correto e normal. Nem questionámos. Mais alguém assim?

 

Entretanto, engravidei de novo.

Durante todo o processo de busca por um parto diferente, fui ganhando confiança no meu corpo e nas suas potencialidades.

Uma das frases que mais ouvi nas aulas de preparação para o parto foi "a natureza sabe o que faz". A minha doula também me convenceu a acreditar mais em mim.

 

A minha auto-confiança aumentou ainda mais, quando há duas semanas consegui o parto que sonhei

O facto de ter deixado a natureza seguir o seu caminho (indução natural do parto através da acupuntura, dilação sem occitocina, etc) contribuiu para o meu empoderamento.

 

A palavra é mesmo essa: sinto-me poderosa. Passei a acreditar mais em mim e nas minhas capacidades. 

 

Percebi, por exemplo, que não existe essa coisa de "leite bom e leite mau".

Interiorizei que todas nós produzimos leite em quantidade suficiente, desde que estimulemos devidamente (e frequentemente) o mamilo. Assimilei que, quanto mais vezes o bebé mamar, mais leite temos.

 

Assim...

 

Desta vez, resolvi tentar a amamentação exclusiva.

Se não conseguisse, não haveria crise. Regressaríamos ao esquema antigo do complemento, ou até mesmo do biberon exclusivo, caso fosse necessário. 

 

Mas aparentemente, o meu corpo fez o seu papel e estou muito feliz por isso.

 

Nos primeiros dias (como só tinha colostro) o Xavier emagreceu 5,7% do seu peso inicial.

 

Graças ao apoio das enfermeiras do hospital (e até mesmo de mamãs aqui da blogosfera que me deram muito apoio), não entrei em pânico pois todos me disseram que isso era normal (é comumo bebé diminuir até 10% do peso nos primeiros 5 dias).

 

Entretanto, ao 5º dia deu-se a descida do leite (ou subida... nunca percebi se é subir ou descer eh eh) e o Xavier começou a engordar. 

 

Na consulta dos 15 dias, o Xavier não só tinha recuperado o peso que perdeu, como já tinha engordado 500 gramas para além disso. 

Ou seja, o Xavier começou com 3, 275Kg e com 15 dias já tinha 3, 775Kg. 

 

A enfermeira do centro de saúde deu-nos os parabéns e disse-nos que não se podia pedir melhor. 

Agora é continuar a amamentar, esperando que o Xavier evolua sempre bem.

 

Eu nunca tinha tido antes a experiência de amamentar em exclusivo e o que noto mais é a falta de tempo para o resto das coisas. 

Perco cerca de 40 minutos a amamentar, mais 10 para a mudar fralda e por bebé a arrotar... enfim... perco quase uma hora em cada mamada! 

 

Se tivermos em conta que o Xavier mama de 2 em 2 horas (em média) já estão a ver a minha vida neste momento!

Não faço mais nada senão dar de mamar :))

 

Amamentar em exclusivo é uma experiência bonita e saudável, mas muito exigente para a mãe do ponto de vista físico. É o que eu concluo.

Ficamos com pouco tempo para dormir entre as mamadas, muito mais cansados e a própria rotina do dia-a-dia torna-se desgastante.

No meu caso, acrescido a tudo isso... farto-me de transpirar. Derreto-me em água quando estou a dar de mamar.

 

Por isso, quero dizer uma vez mais que compreendo perfeitamente a opção daqueles que, mesmo tendo possibilidde, escolheram não amamentar exclusivamente. 

Há altura em que isto é mesmo uma grande seca, ah ah!

Por falar em seca imaginem o que vou fazer agora?

Sim... dar de mamar...

 

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Assim que nasceu, o Xavier foi colocado no meu peito, onde esteve cerca de 2 horas. Só depois foi pesado, medido e vestido. Acredito que o contacto direto pele-a-pele, ajudou no processo de amamentação

 

Nota: 

Quem lê o meu blogue com atenção sabe que não sou nada fundamentalista em relação a este assunto da amamentação. Até já fiz um post aqui há tempos, expondo as minhas dúvidas e anseios. 

Sou super a favor de respeitarmos as opções de cada um e de não cairmos em extremismos loucos.

Tal como nas questão do parto cabe a cada mulher decidir o que é melhor para si (depois de devidamente informada...) penso que também deve ser respeitada a decisão de amamentar em exclusivo ou não.  

Apesar dos benefícios da amamentação estarem mais que comprovados, estamos a falar de uma decisão muito pessoal que envolve vários factores, não só físicos como psicológicos.

E tão importante como a saúde do bebé, é que a mãe esteja equilibrada e bem consigo própria. Se o equilíbrio da mãe ficar em suspenso por causa da amamentação, então acho que mais vale ela abandonar o conceito. Opinião minha, claro.

Como diz a minha enfermeira do centro de saúde, "amamentar é como dançar o tango: são precisos dois". Se a mãe ou o bebé não estão satisfeitos, é hora de mudar. :)

 

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