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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Planos? Sou mãe. Não me façam rir...

Janeiro 03, 2017

O Triângulo Perfeito

Perceber que não se podem fazer planos com muita antecedência. Aceitar que, a qualquer momento, os planos podem mudar. E não ficar muito desgostoso se o dia não correr como planeado. Estes foram alguns dos ensinamentos que o ano de 2016 me trouxe.

Só agora que fui mãe, é que percebo como tudo antigamente era tão simples e tão definido! Até aqui, toda a minha vida era clara e estruturada. Habituar-me à inconstância dos dias (e dos planos) não foi uma experiência fácil. Paciência foi uma qualidade que adquiri (à força), assim como a capacidade de lidar com a frustração.

 

Antes da maternidade, os planos não eram planos. Eram quase certezas:

 

Se combinava com uma amiga ir ao shopping no fim de semana, em 90% dos casos a promessa concretizava-se.

Se comprava um bilhete para um espetáculo... pois só se chovessem canivetes é que eu faltava!

Se acordava num sábado de manhã com uma especial vontade de ir almoçar fora... quem é que me impedia de ir?

E depois fui mãe. E depois a vida mudou. 

Ser mãe é combinar ir ao shopping no fim de semana, mas acabar a fazer compras na internet por falta de tempo. É marcar um café com as amigas, mas ter que ir embora a meio porque o V. está com cólicas e não pára de chorar. 

Ser mãe é combinar um almoço no Porto e acabar por ficar em casa porque mesmo antes de sairmos o bebé (1) vomitou  (2) bolsou (3) defecou  (4) sujou o body, ou as quatro opções ao mesmo tempo. E para além disso, caiu vómito na nossa saia nova, aquela que tínhamos comprado especialmente para a ocasião. 

 

(com o tempo, estes problemas diluem-se... acabamos por ir almoçar ao Porto na mesma, com a saia toda borrada. Chega a um ponto que estes detalhes deixam de importar)

 

Ser mãe é substituir o "sábado vou ao parque dar uma corrida" pelo "sábado, eu GOSTAVA TANTO de ir ao parque dar uma corrida". 

Ser mãe é marcar um jantar romântico e acabar a degustar os snacks da vending-machine da urgência pediátrica. 

 

No primeiro ano de vida de um bebé, andamos a "toque de caixa" daquele ser fofo, ternurento e indefeso. Ele é o big boss, não há dúvida alguma. É o "pequeno tirano" que sem sequer se aperceber, mexe com toda a nossa estrutura, altera todas as nosss rotinas. 

O maior conselho que posso dar às futuras mães é tentarem encarar esta nova forma de vida sem grandes dramas, sem oferecer grande resistência... 

Vão ter dias de grande stresse, de grande frustração interior, mas com o tempo vão acabar por perceber que o amor que sentem pelo vosso filho é superior a tudo. Acima de tudo, é importante encarar as mudanças de planos (vão haver muitas, preparem-se) com otimismo e sentido de humor. 

 

Posto isto... a minha resolução para o novo ano é...  relaxar um bocadinho e ir na maré. 

Sou mãe. Decidi que não vou fazer grandes planos.  

Mas tu 2017, conta lá... que planos tens guardados para mim?

Do berçário para a sala de 1 ano

Janeiro 01, 2017

O Triângulo Perfeito

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Sentado como um "gente crescida" no café. A provar que já pode dar o salto para a sala de 1 ano :)

 

O Vasco vai enfrentar um novo desafio na sua vida "escolar": vai passar do berçário para a sala de 1 ano!

 

Estou bastante curiosa (e um pouco apreensiva, confesso) para saber como vai correr esta transição. 

 

Já sabia que, mais tarde ou mais cedo, esta passagem ia acontecer, até porque o Vasco era, neste momento, um dos meninos mais velhos do berçário. Estou feliz, mas claro, também um pouco ansiosa em relação à mudança.

 

Disseram-me que assim que ele começasse a andar sem hesitações (o que já acontece há duas ou três semanas) seria efetuada uma avaliação e, provavelmente, passaria para a sala seguinte. 

 

O Vasco começou a andar com 12 meses, precisamente e, nas últimas semanas tem desenvolvido muito a sua capacidade locomotora, A educadora acha que lhe vai fazer muito bem conviver com os meninos da sala de 1 ano e eu, sinceramente, concordo.

 

Neste momento, no berçário (que é uma sala mais pequena) os movimentos dele já estavam um bocado limitados e ele aborrecia-se um bocado com isso. 

 

Claro que estou apreensiva em relação a alguns assuntos, sendo que a alimentação e o sono se encontram no topo da lista de preocupações...

 

O Vasco ainda só tem dois dentes e, por isso, ainda come muitos alimentos passados. Espero que tenham isso em consideração na sala dele.  Em relação ao sono, estou muito curiosa para saber como ele se vai adaptar aos sacos cama. Até aqui, dormia no berçário numa caminha de grades, tal como em casa. Vamos ver...

 

Eles crescem, nós ficamos contentes pelas conquistas deles, mas cada etapa é sempre uma fonte de preocupações, não é? Tenho lido comentários em vários foruns de mães e percebi que a passagem de umas salas para as outras é sempre um assunto que nos deixa apreensivas. 

 

Nos próximos dias, o Vasco vai andar a "saltar" entre o berçário e a sala de 1 ano, numa fase de adaptação. O objetivo é habituar-se às novas regras e ganhar laços afetivos com os novos amigos e auxiliares (penso que a educadora vai ser a mesma), sem cortar demasiado depressa o cordão umbilical com a sala antiga. 

 

Meu amor, cresces tão depressa! Estou a fazer figas para que corra tudo bem.

E com vocês? Como correu a transição dos vossos filhotes para a sala de 1 ano?

Resoluções para 2017? Não: sonhos para 2018

Dezembro 26, 2016

O Triângulo Perfeito

Este Natal, decidimos criar uma "caixa de sonhos"... Cada elemento da família escreveu num papel o seu maior sonho/desejo para 2018 e colocou o mesmo dentro de uns frasquinhos muito giros que eu comprei há duas semanas, já a pensar nesta atividade. Ou seja, basicamente, enfrascámos os sonhos. 

 

Mas... esperem... sonhos para 2018? Não deviam ser para 2017?!  

 

Há uma explicação lógica para isto. O Natal é passado em minha casa apenas de dois em dois anos (para o ano será em casa de outro elemento da família) e achámos, por isso, que seria giro alargar o lapso temporal.

 

Os frascos foram inseridos numa caixinha azul e esta, a pedido de todos, foi lacrada. A minha ideia era enterrar a caixa no parque da cidade, mas está um frio medonho e ninguém achou piada à perspetiva de escavar terreno com uma temperatura de 6 graus. O nosso tesouro vai, portanto, ficar guardad0 num armário até 2018. 

 

Daqui a dois anos quando o Natal for passado novamente em nossa casa, vamos abrir a caixa dos sonhos e passar um bom momento de convívio (espero eu...). Mesmo que nada se realize, continuaremos a sonhar.

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