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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

As férias que este ano eu não terei

Junho 20, 2018

O Triângulo Perfeito

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Sempre que passo por uma agência de viagens e vejo anúncio de um pacote de férias, fico com a neura. Uma espécie de TPM das grávidas.

 

A coisa piora quando faço um scroll no facebook e apanho as fotos giras de um/uma blogger num destino parasidíaco, ou os relatos dos amigos que chegaram de férias... entã aí, entro mesmo em depressão, kkkk.

 

É que este ano, e graças à chegada do Xavier, tcharam!! Não vamos para lado nenhum.

Temos feito dois dias aqui, um fim de semana acolá, mas... não é a mesma coisa... 

 

Fico triste pelo Vasco, que o ano passado brincou que se fartou no Algarve (fomos tão felizes no Riu Guaraná!) e este ano vai ter que aguentar com o gelo das águas da Póvoa de Varzim. E é o máximo que lhe podemos dar, por ser perto de casa.

 

Já me perguntaram várias vezes por que motivo quis ser "mãe de verão".

E eu explico que na primeira experiência de maternidade, não gostei de passar meses e meses em casa, presa por causa da chuva e do frio.

Quero poder sair à rua normalmente, sem ter que vestir mil casacos ao Xavier. Não quero andar com capota de chuva, nem com mil cobertores, sempre cheia de medo por causa do frio.

Acho mais prático ter bebés no verão., porque me senti verdadeiramente enclausurada quando tive o Vasco. Estavamos em novembro e eu passei os 5 meses seguintes praticamente fechada em casa. (shoppings não eram opção, porque o vasco odiava e berrava imenso).

 

Sinto-me confortável com a opção de ter o Xavi no verão.

Mesmo assim, há anúncios como este, que nos tiram do sério:

http://magazine.trivago.pt/hoteis-tudo-incluido-algarve/?cip=351110020100133&cip_tc=1NCU_A2554_CPA_DS_FB_AlgarAllin

 

Está decidido! Para o ano vamos os 4 para um sítio memorável!! Não pode falhar :)) Vou já meter umas moedas no meu porquinho mealheiro. 

Um porquinho chamado... Férias de Sonho...

O efeito "Praia"

Junho 17, 2018

O Triângulo Perfeito

Há o efeito AXE... e o efeito PRAIA!

Sim, depois da indecisão que já falei aqui, esse foi o destino escolhido para hoje.

Valeu a pena pela diversão, pelos banhos de mar e de sol, mas sobretudo pela visão desta expressão de felicidade:

 

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O miúdo saltou...o miúdo rebolou... o miúdo brincou em todos os charcos e pocinhas. Estava mesmo feliz!

Chegando a casa... o miúdo tomou banho e... o miúdo adormeceu no sofá.

Fiquei preocupada porque o Vasco acabou por ir para a cama sem jantar.

E um bocado aborrecida porque tinha passado a última meia hora a fazer arroz, ovo mexido e espetada...

Mãe está sempre a aprender lições!

A partir de agora e até final de setembro, ou seja enquanto durar o "efeito praia",  a sequência vai ser outra:

Miúdo vai à praia, miúdo janta e SÓ DEPOIS é que miúdo toma banho! :)

Não quero saber se vai jantar cheio de areia no corpo. Sempre é preferível do que ficar em jejum...

A indecisão do costume

Junho 17, 2018

O Triângulo Perfeito

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Chegaram, finalmente, as temperaturas altas e com elas a indecisão do costume.

O que vamos fazer hoje? Como vamos aproveitar o domingo?

Os domingos de manhã estão automaticamente "mortos" porque o vértice masculino vai ao futebol. Por isso sobra-nos o domingo à tarde.

Ir à praia da Póvoa de Varzim (a mais próxima de nós) num domingo à tarde é quase um suicídio: filas e filas de trânsito, falta de lugar para estacionar, ter que parar o carro a quilómetros da praia e ir com o guarda-sol e a tralha do miúdo às costas até ao areal.

As piscinas naturais seriam um boa opção... se tivessemos alguma perto de casa. Ontem fomos pesquisar uma piscina que conheciamos e verificámos que o rio que a alimentava... secou... boa...

Sobram-nos parques aquáticos, como o de Amarante que é excelente. Mas o Vasco ainda é muito bebé para conseguir aproveitar e dar valor à experiência.

E depois temos a outra opção. 

Não fazer nada e ficar pela nossa cidade, aproveitando a sombra de uma esplanada qualquer.

Seja como for, este é um assunto que a partir de junho dá sempre discussão. Agora agravada pelo facto eu já não conseguir fazer grandes viagens de carro.

Se eu morasse lá para o centro de Portugal, sei bem para onde ia. Para a piscina de ondas de Castanheira de Pêra... Fui lá uma vez antes de o Vasco nascer e a-do-rei...

E vocês, o que vão fazer hoje? Como vão aproveitar o domingo?

Dar valor ao que é nosso

Setembro 06, 2017

O Triângulo Perfeito

No último dia das nossas férias no Algarve, estivemos na praia a conversar com uma família Irlandesa. Eles eram três, tal como nós. A esposa, o marido e um bebé de 23 meses, muito parecido com o nosso. Um triângulo, portanto.

 

Conversa puxa conversa (tudo começou porque os nossos filhos começaram a usar os brinquedos um do outro), fomos sabendo um pouco mais sobre essa família. 

 

Que vinham do norte da Irlanda. Que era a sua primeira vez no Algarve. Que achavam a praia (da Falésia) lindíssima.

 

E que estavam a suar como animais selvagens porque nunca tinham apanhado tanto calor na vida!

 

Mas a frase que mais me marcou foi esta. " We came for the sunshine". Nós viemos pelo pôr-do-sol. 

 

Achei maravilhoso que alguém se deslocasse de propósito ao nosso país para desfrutar desse momento.

Já sabia que os estrangeiros do norte da europa adoram o nosso clima, o nosso sol, a nossa comida... mas não tinha a noção de que o pôr do sol fosse assim tão importante para eles. 

 

Todos os fins de tarde, segundo ficámos a saber, aquela família se deslocava à praia para ver o pôr-do-sol.

E isso tem ainda mais valor porque a praia onde ficámos era de difícil acesso (300 mil escadinhas de madeira para descer, ninguém merece...)

 

Já a caminho do hotel, comentei com o Z., como nós portugueses negligenciamos tanto as maravilhas do nosso país. Estamos sempre a pensar em ir para o estrangeiro, em conhecer sítios novos e não damos o devido valor ao que temos.

 

A nossa família, por exemplo, passou as férias a desbundar na piscina, e a beber granizados de menta na espreguiçadeira. Mas piscinas há em qualquer lado, não é?

 

Fiquei tão marcada pela conversa com os irlandeses que logo disse ao meu marido. "Temos que ir ver também um pôr-do-sol. Se os tipos vêm para cá por causa disso, nós não podemos ir para o norte sem ver esse espetáculo".

 

"Mas onde queres que te arranje agora um pôr-do-sol?" - perguntou-me o Z. a rir. "Não te esqueças que temos que sair do hotel até ao meio dia. Não vou ficar agora 8 horas na praia a secar à espera de um pôr-do-sol..."

 

Até que se lembrou. 

 

- Já sei. Vou arranjar-te um pôr-do-sol de cortar a respiração. 

 

E não é que arranjou mesmo?

 

Castelo de Silves. Oito horas no relógio da igreja. E um dos melhores entardeceres das nossas vidas.

 

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Férias 2016 e férias 2017 - a comparação

Setembro 05, 2017

O Triângulo Perfeito

Em 2016 fomos para Porto Santo. Este ano, preferimos o Algarve. Mas as diferenças não se ficam pelo local. 

Acima de tudo, sentimos mudanças no grau de descontração, no nível de cansaço, no grau de divertimento e no próprio estado de espírito.

 

1- O grau de descontração.

 

No ano anterior o nosso bebé tinha 9 meses. Para além de ser muito novinho, era ainda um estreante nestas coisas de praia, de piscina, de hoteis e mar. 

Não vou negar que estava super ansiosa e stressada, tentando antecipar as reações dele e prevenir-me contra quaisquer problemas. 

Como já disse noutro post, comecei a prepar as férias de 2016 com montes de antecedência. Tudo tinha que bater certo. Organizei as roupas do Vasco por "combinações", meti tudo em saquinhos. Contei e recontei o número de fraldas. Levei 2 biberóns, leite em pó, inúmeras fraldas de pano (que nunca serviram para nada), babetes sem fim... Levei uma malinha só com medicamentos, levei o termómetro, levei algodão, levei pensos para feridas... levei... ufff... confesso que levei quase a casa toda. 

 

Desta vez, optei por ser mais prática. Roupas organizadas em conjuntinhos? Nop! É enfiar tudo para dentro da mala e já está. Contar o número de fraldas? Esquece! É levar um saco de fraldas e depois ver se é preciso mais ou não. Ir carregada com dois biberons? Mas para quê? Levei um e depois de cada utilização lavava com água a ferver. Fraldas de pano? Nem fizeram parte da lista. Malinha com medicamentos? Para quê? Para apanharem calor no carro a caminho do Algarve e se estragarem? Não. Levei benuron, fenistil, arnica (usámos tanto...) e já está. 

Levar o carrinho XPTO grande e confortável para o Vasco dormir nos passeios? No Way. Foi o Carrinho de Passeio, levesinho e que ocupava pouco espaço. E para o ano, se Deus quiser o carrinho fica em casa.

 

Resumindo. Fomos muito, mas muito mais práticos. Ainda assim, e como o Vasco ainda usa fraldas, confesso que a logística ainda foi um pouco complicada. Acredito que para o ano, o carro ainda irá mais leve para o Algarve.

 

2- O nível de cansaço

 

Toda a gente sabe que fazer férias com bebés é uma grande estafa. Se têm poucos meses é porque têm cólicas e choram; se já gatinham, é porque não param quietos; se já andam é porque temos que andar atrás deles... Portanto, quem é mãe/pai também sabe que a palavra "férias", quando se trata de férias com miúdos é quase uma piada.

 

Contudo...

 

No nosso caso podemos dizer que descansámos muito mais este ano. Com 9 meses o Vasco era um bebé extremamente complicado. Já gatinhava para todo o lado, já andava a pé agarrado aos móveis e não. Não parava quieto no mesmo sítio um segundo. 

Para além disso, se estávamos na zona da piscina queria comer a relva. Se estávamos na zona da praia, queria comer a areia toda. 

Nós suámos em bica no verão de 2016 e não foi (só) por causa do calor. 

Tínhamos que andar sempre atrás do miúdo. Tínhamos que fazer turnos para tudo, desde dar um mergulho no mar, até mesmo para ir ao WC.

Toda a gente nos dizia que quando o Vasco começasse a andar ia ser pior, mas no nosso caso isso não aconteceu.

Este ano, e apesar de continuar irrequieto, o Vasco já não tinha vontade de comer relva, nem areia. Isso permitia que o deixássemos sentado no chão, sem andarmos sempre preocupados com o que ele estava a fazer/comer.

Depois... a piscina para crianças do nosso hotel (Riu Guaraná- falarei dele brevemente no outro blogue) era super adequada à idade do Vasco. Tinha apenas 40 cm de altura, contra os 60/70 usuais. O nosso filhote andava dentro da piscina todo contente, com apenas as pernas submersas. Passava lá horas! 

Os pais dos miúdos (e nós) sentavam-se na borda piscina a conversar e a apanhar sol, enquanto as crianças se divertiam. A piscina é tão pequena e segura que cada miúdo estava apenas ao alcançe de um braço estendido.

 

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Foi sentadinha nessa piscina redonda que estão a ver acima, que eu apanhei os meus maiores banhos de sol. E soube mesmo bem!

 

3- O grau de divertimento

 

Uma vez mais, o grau de divertimento é bastante relativo quando se vai para férias com um bebé pequeno. 

Com 22 meses, continuamos a ter que nos sujeitar às rotinas, necessidades e gostos do nosso miúdo. E isso é bastante limitante. 

Não podemos ir para a piscina quando queremos, mas quando o bebé permite (fazíamos turnos), almoçávamos sempre cedo, jantávamos cedo, deitávamos cedo... 

Não obstante, fazer férias com um bebé de 22 meses foi mais divertido do que quando ele tinha 9 meses, porque:

 

- nas férias de Porto Santo, o Vasco teve uma gastroenterite e não comia nada. Desta vez estava saudável e comeu melhor, deixando-nos automaticamente mais descansados. Já era menos um stress a complicar as férias.

 

- nas férias de Porto Santo, tínhamos um mar maravilhoso à nossa frente, mas... poucas vezes conseguimos ir à água. Volto a repetir... o miúdo gatinhava com uma velocidade supersónica e não parava quieto um segundo (eram precisos dois para o segurar, acreditem!)

 

por outro lado... no ano de 2016 fizemos a viagem na companhia de amigos. Nesse aspeto, as férias de Porto Santo foram mais engraçadas que as do Algarve, pois tínhamos sempre com quem conversar, rir e partilhar as nossas peripécias. 

 

4- O estado de espírito

 

O estado de espírito este ano foi, como já disse, de maior descontração. Se no ano passado nos tínhamos divertido, apesar da gastroenterite do Vasco e do stress de andar sempre atrás dele, então este ano tínhamos a certeza que ainda ia correr melhor.

A nossa única preocupação era saber como é que o Vasco se iria aguentar na longa viagem para o Algarve. Para nos precavermos, e uma vez que somos do norte do país, resolvemos fazer a viagem por etapas. À ida para o Algarve fizemos uma escala em Lisboa. Dormimos lá uma noite e no dia seguinte, continuámos a viagem. 

No regresso, pernoitámos em Santarém, que também fica mais ou menos a meio do caminho. 

Acho que foi uma ótima opção. A viagem ficou menos cansativa, conhecemos sítios novos (eu nunca tinha ido às Portas do Sol) e o Vasco ainda teve um bónus: foi conhecer a tia Tatá (a tia mais carismática da nossa família) e ainda teve tempo para visitar o Jardim Zoológico de Lisboa.

 

Resumindo.... Foram umas férias pacatas, em familia, com boas doses de divertimento, descanso e degustação.

São estes momentos a três que fortalecem os laços afetivos e que nos fazem querer continuar a nossa viagem juntos.São estes momentos que fortalecem triângulo. 

 

Agora, entramos em setembro. O Vasco irá novamente para o infantário e nós regressamos ao trabalho.

E o blogue, que esteve parado durante os últimos dias, começará também novamente a "bombar". :))

 

K ça lixe!

Agosto 24, 2017

O Triângulo Perfeito

Começando a preparar as malas para as nossas férias, já noto algumas diferenças relativamente ao ano de 2016. 

No ano passado, tive um cuidado tremendo com as roupas do Vasco - fiz os "conjuntinhos", coloquei-os em saquinhos de organza transparentes para ver melhor o conteúdo de cada saco, contei o número de calças e t-shirts até à exaustão para garantir que não faltava nada... Enfim, fui de um rigor e precisão extremas. 

Este ano, a onda é mais o ... k ça lixe! Vou mas é enfiar na mala a roupa todo do V. e depois logo se vê se chega ou não. 

E Zau! É enfiar tudo para dentro da mala. Quando chegar ao hotel faço os conjuntinhos e meto numa gaveta. 

Ou não.

:)

Sei o que fizemos no verão passado #parte 3

Agosto 19, 2017

O Triângulo Perfeito

O verão de 2016 foi pródigo em experiências inesquecíveis. Foi o primeiro verão que passámos com Vasco (na altura, um bebé de 9 meses), foi a primeira vez que o levámos a andar e avião e foi a nossa estreia na ilha de Porto Santo. 

 

aqui e aqui coloquei fotos da nossa viagem. Depois do hotel e da zona da piscina, chegou agora a vez de vos mostrar um pouco da praia. 

 

Que praia espetacular! Tantos quilómetros de areal para correr, brincar e passear.

E o mar? Temperatura agradável, águas calmas... 

Melhor que explicar... é verem as fotos! (são bastantes, porque tenho dificuldade em selecionar)

 

Um hotel literalmente em cima da praia...

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 Adormecer o Vasco num passeio pela praia com o nosso "carrinho todo-o-terreno". Que luxo! :)

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 ... e o rasto do carrinho pela praia fora.

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 O bar da praia, que pertence ao Hotel Vila Baleira.

Capirinhas, gelados, sumos e pão "grátis", para hóspedes na versão Tudo Incluído. 

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 Fotos giras no Bar da Praia!

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A.M.O.R

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A conversar com o Salva-Vidas. 

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 Brrrr! 

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Adeus Vila Baleira! Até um dia! 

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Salada de Quinoa com toque Mediterrânico

Agosto 17, 2017

O Triângulo Perfeito

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Desde que fiz aquele workshop de culinária de que vos falei, que ando maluca com a história da Quinoa.

Adoro o sabor, a consistência, a ausência de glúten e a sensação de saciedade que este alimento dá! 

 

Como o resto da família se mostrava renitente em adoptar a quinoa (porque parece "comida de pássaro" e são "coisas de gente alternativa", impus a mim mesma um desafio:

 

Teria que confecionar um prato que fosse tipicamente português e que, ao mesmo tempo, tivesse quinoa como ingrediente. 

 

Não precisei de pensar muito. Usei tudo o que um bom Tuga aprecia!

 

Pimento verde cozido, tomate, cebola, rúcula e, claro, a boa da sardinha portuguesa.

 

Utilizei petingas em lata, porque queria despachar-me. Para além disso, adoro as conservas da Ramirez e sabia que o resultado seria bom.

 

Não, não é publicidade, gosto mesmo da marca. E sinto-me segura quanto à qualidade do produto.  Há três anos dei aulas a uma turma do curso profissional de Controlo e Qualidade Alimentar e fizemos uma visita de estudo à fábrica.

Tudo impecável. Limpo e organizado, apesar do aspeto tradicional. Mas até disso gostei.

Foi giro ver aquelas senhoras (e senhores) todas a limpar e a arranjar o peixe. Soube mesmo a Portugal. Parecia que estava numa mega peixaria. 

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Já agora, aproveitei o óleo da conserva para temperar a salada. Fica muito bom!

 

O resultado ficou bem acima das minhas expetativas! Adorei o sabor!

Fica aqui um "corte" do prato, para verem melhor o recheio (resolvi colocar tudo por camadas, embora sabendo que no prato se mistura tudo).

 

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 Temperei com vinagre balsámico, azeite da própria lata de conserva e umas pedrinhas de sal marinho (pouco, porque os ingredientes já são salgados).

 

Acaba por ser uma salada saudável, com um toque mediterrânico. Mas esta tem a vantagem de "encher", de saciar mais, devido à quinoa. Portanto, é mais difícil ganharmos fome nas próximas horas. 

 

São servidos?

 

 

Sei o que fizemos no verão passado #parte 2

Agosto 14, 2017

O Triângulo Perfeito

Já aqui falei, na #parte 1, das razões que nos levaram a Porto Santo nas férias passadas. Recordei também o primeiro desafio com um bebé de 9 meses: a viagem de avião!

 

Hoje, deixo aqui algumas fotos (porque uma imagem vale mais que mil palavras) dos nossos dias junto à piscina do hotel (Vila Baleira). 

 

Se o espaço interior do hotel é um pouco antiquado, já o espaço exterior merece nota 20.

 

Duas piscinas (uma para adultos e outra para crianças), insufláveis, cabana de madeira, baloiços, mini campo de futebol, uma equipa de animação fantástica e... um passadiço que em 2 minutos nos leva diretamente à praia. 

Querem melhor?

 

 As piscinas com o hotel ao fundo

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Olhem só quem é que detestou a bóia que nós comprámos? Dinheirinho mal gasto...

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Brincadeiras na relva

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E atrás daquelas dunas o que é que está? É isso mesmo! O mar!!

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Vértices masculinos no parque infantil...

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Uma vez por semana o tratador de cavalos vem ao hotel...

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Mais uma foto do parque infantil...

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Ai que saudades eu tenho da minha máquina Canon (foi roubada, podes ler sobre isso neste post). Que fotografias giras ela tirava!!

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 Isto de andar atrás de um bebé de 9 meses é giro, mas super cansativo! Nas próximas imagens dá para ver a satisfação dele e... o ar exausto da mãe... :)

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 Passadiço que sai da zona da piscina e vai dar diretamente à praia (as fotos na praia ficam para o próximo post, ok?)

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E o nosso quarto.... Vista de caca (a fazer lembrar a paisagem desértica da saga Guerra das Estrelas).

Por isso lembrem-se, se quiserem vista mar, convém pedir antes e reforçar a ideia várias vezes junto da gerência :))

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 E então? Ficaram com vontade de visitar Porto Santo? 

Se estão com dúvidas, esperem até ver as fotos da praia!!

 

 

 

Que saudades de alugar uma barraca

Agosto 13, 2017

O Triângulo Perfeito

Ultimamente temos feito férias fora do país, ou em hotéis que não incluem a tradicional barraquinha na praia. 

Já há vários anos que ando com o tapa-vento às costas e o guarda-sol atrás de mim. Ou então consolada numa espreguiçadeira com um telhadinho de pano que só tapa uma nesga de sol. 

 

Mas este ano, demos por nós a frequentar as praias da nossa infância. Como o Vasco é pequenino alugámos ontem uma barraca.

 

Sabem que mais? Adorei! 

Já tinha saudades de ficar numa barraca na praia. Daquelas às riscas, azul e branco, protegidas da nortada e com espaço abrigado para o Vasco dormir uma soneca. 

 

Que recordações giras eu tenho das barracas e dos verões passados nas Caxinas (Vila do Conde).

 

Saudades das cadeiras de madeira (que as concessionárias punham nas barracas), do saco grande de pano com as almofadas (e que ficava dentro da barraca durante a noite), da mesinha que se desmontava e onde todos podíamos comer. 

 

E mesmo à moda do norte faziam-se autênticos banquetes na praia...

 

As barracas sabem-me aos verões da minha infância. E eu quero que o V. tenha recordações assim. 

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