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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Agosto 13, 2019

O Triângulo Perfeito

E assim termina a nossa semana de férias no Algarve. A semana com que sonhåmos todo o ano. A semana que nos fez aguentar os dias de inverno, as reuniões, as horas de trabalho, o cansaço deste primeiro ano como pais de dois filhos.
Foi bom. Foi excelente... E como tudo o que é bom, passou tão rápido!
Fizemos praia, piscina, e tivemos ainda tempo de reencontrar velhos amigos. Carla Amaro, foi tão bom rever-te passados 13 anos! Que este reenxontro se torne uma tradição das nossas férias de verão é o que mais desejo!

E agora? Agora é tempo de fazer as malas, dar um ultimo mergulho na piscina, aproveitar o almoço porque em breve volto à vida normal e tenho que cozinhar todos os dias... 
É tempo de rumar a outras paragens. Évora, cá vamos nós... 
Mas vamos ter muitas, muitas saudades deste lar que nos acolheu tão bem durante estes dias.
Claro que o hotel tem pequenas falhas (posso falar delas se alguém estiver interessado).
Claro que nem tudo foi cor de rosa. Claro que acordar todos os dias as 6 da manhã ppr causa do Xavi, não foi propriamenre engracado. Claro que houve birras e desatinos. Mas tudo faz parte. E sinto que terminarmos esta semana muito mais alinhados do que quando chegåmos.

Para quem eventualmente achar que me excedi nas fotos ou nas descrições... perdoem-me. Não é vaidade, mas apenas a minha grande felicidade a falar. E este blogue é também um diário da nossa vida, para mim faz todo o sentido mostrar as imagens dos locais por onde vamos passando!

No ano passado, não houve ferias para ninguém. E ests ano, nem um fim de semana fora de casa passåmos. Apostamos muitas fichas nesta semana no Algarve, é certo, porque foi um ano muito, muito difícil e acho que merecemos todos este miminho. 😀

ABRAÇO

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Agosto 05, 2019

O Triângulo Perfeito

Pois bem...agora que tenho algum tempo aqui vai um resumo dos 500 km até terras Algarvias.

-Os miúdos foram uns anjos até Lisboa. Viagem sossegadinha, com paragem no Portugal dos Pequeninos. Calor tórrido em Coimbra, Vasco gostou de ver as casinhas do Portugal dos Pequeninos, mas quando estava a começar mesmo a adorar tivemos que ir embora porque o Xavier estava chatinho (embirrou com o portão de uma casa e não quis fazer mais nada na meia hora seguinte, senão abrir e fechar o dito portão).

- Em Lisboa jantámos com a tia Tatá, aquela tia de 90 anos toda moderna de que já vos falei. Também fomos ao oceanário, mas vou deixar isso para outro post.

Fomos a um restaurante tipo industrial que fica perto da casa da tia Tatá, chamado Restaurante 'A Valenciana'. Era enorme, diz a minha tia que servem para aí 800 refeiçoes por dia! Apesar de ser grande a comida era ótima, pratinhos simples tradicionais,mesmo o que estávamos a precisar. A malta de Lisboa já deve conhecer o sítio, mas para o pessoal do norte é sempre bom saber onde se pode comer fixe em Lisboa.
A empregada Verónica foi super simpática e arranjou-nos um local sossegado, onde os meus miúdos puderam estar à vontade.Obrigada!

- A viagem de Lisboa até ao Algarve foi um horror, nem dá para definir, mas vou tentar!  
Filas de trânsito e miúdos pareciam possuídos pelo demónio. Basicamente, foi isto.
Tivemos que parar algumas vezes para acalmar os ânimos.... Parecia que escolhíamos as estações de serviço a dedo, pois estavam todas em obras e o pessoal lá todo com ar trombudo (nós incluídos) por causa do calor, falta de espaço e filas nos WC. Ao todo, numa estação de serviço contei 50 pessoas todas amuadas. Nem um sorriso... pudera! 

Quando os miúdos adormeceram, lá para os lados de Odemira, eu vi o céu!! E quando finalmente chegámos ao hotel,as minhas tensões finalmente regularizaram...

Pronto e agora vou parar aqui e postar umas fotos! Acho que é isso que a malta dos blogues faz! 
Abraços!!

 

 

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Julho 22, 2019

O Triângulo Perfeito

Como sabem, durante os meses de inverno e primavera, foi o pai a levar o Vasco à escola. 
Devido ao frio e à chuva, eu ficava com o Xavier em casa para ele não se constipar.

Quando o Xavi começou a ir à creche, decidimos num momento inicial manter o esquema (ou seja, o pai continuar a levar o Vasco, levando eu o Xavier um pouco mais tarde). 
Isto porque Xavier era (e é) amamentado e eu precisava de ter alguns momentos de tranquilidade com ele antes de o levar.

Entretanto, o Xavier foi crescendo e começou a ser cada vez mais fácil gerir as coisas para levar ambos à escola ao mesmo tempo, 
Já consigo deixar o Vasco entretido na sala a brincar com legos e carros, enquanto amamento o Xavier. E já consigo que o Xavier fique tranquilo no tapete, enquanto visto o Vasco.

Por isso, desde maio, comecei a leva-los aos dois ao mesmo tempo ao infantário.

Só há um pequeno "mas"... 
É que o Vasco estava super habituado às rotinas do pai e às brincadeiras dele logo no início da manhã. E eu, mesmo que tente, não consigo "imitar" esses rituais. E é aí que começam as birras...

Logo que acorda, o Vasco chora porque quer o pai. Vou -lhe explicando que o pai foi trabalhar, mas parece que quanto mais falo, mais ele fica rabugento.

Depois, chora porque quer fazer chichi. Mas depois já não quer, mas depois quer, mas depois não quer... ufff! Isto tudo, com o bebé Xavier atrás de mim a agarrar-se às minhas pernas!

Operação chichi concluída, vem a parte do pequeno-almoço. E é o leite que está muito frio, ou está muito quente ou tem poucas bolachas, ou esmaguei as bolachas quando era ele que as devia esmagar... nesta fase, confesso, já estou a bufar por todos os lados... 

E depois sempre aquela conversa... que o papá faz assim, e com o papá era assado, e o papá mete o urso ao lado dele na cadeira, e o papá veste-o na sala.... help!!

Terminado o pequeno-almoço vem o lavar da cara e dos dentes. Graças a Deus que nesta parte não existe nenhuma "tradição do papá" senão estava frita.

Segue-se o suplício da roupa. 
Quando o pai o levava eu deixava a roupa já escolhida no dia anterior. A roupa ficava em cima da cómoda e o papá só ia lá buscar os conjuntinhos.
Agora, não sei porquê... não funciona! Quer ser ele a escolher tudo, nega as minhas escolhas, enfim...

Com este drama todo, o bebé Xavier acaba por ficar um pouco "esquecido". Passa aquele tempo todo a correr atrás de nós, a tentar ter um pouco de atenção e começa a ficar frustrado com a ausência dela.

Confesso que quando os entrego a ambos na escola, respiro de alívio. E nesse momento estou mais que pronta para me sentar uns 15 minutinhos a desfrutar de um café quente.

A verdade é que no caminho para a escola, o Vasco já vai todo bem disposto e a tagarelar. Já brincamos, rimos e cantamos músicas. E pronto, fica tudo bem.

Mas ainda tenho muito que penar para conseguir atingir o "nível de excelência"do papá. 
Creio que neste momento, para o meu filho ainda só estou assim num "satisfaz +" no que toca à logística das manhãs de escola. 
Mas continuo a tentar 

Tenho a certeza que em breve, as rotinas voltarão a ser simples. O tempo vai ajudar!

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Julho 11, 2019

O Triângulo Perfeito

A avó Licas tem um jardim enorme que pede uma piscina a condizer. Infelizmente, este ano não tivemos plafond para uma estrutura maior e acabámos por comprar uma insuflável de tamanho pequeno.
Estávamos um bocado preocupados, sem saber se os miúdos iriam achar piada a uma piscina tão pequena, mas chegámos à conclusão que para os putos, desde que haja água já é uma festa!
Se soubéssemos disso antecipadamente tínhamos era regado toda a gente com a mangueira lá do jardim... e... estava feito!


Brincadeiras na piscina no aniversário do Xavier!
Mais uma diversão num dia em grande!!

Quero rechear a vida dos meus filhos, mas também dos convidados com boas memórias. E às vezes é com coisas simples que se consegue superar o desafio 

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Julho 08, 2019

O Triângulo Perfeito

Há pessoas que odeiam ir a este tipo de festas, e que fazem literalmente um frete para participar. 
Nós somos da equipa contrária. Adoramos uma boa party, seja esta de índole religiosa ou não.

Tirando a logística de organizar tudo na parte da manhã (lavar e vestir miúdos, levar mudas de roupa, meter máquina fotográfica, sair de casa cheios de tralha) divertimo-nos sempre imenso!

No sábado foi o batizado do primo Manuel. Posso dizer que foi um dia em cheio para todos.

Gostamos de estar presentes nos momentos importantes dos amigos/família e este não foi exceção.

Para além do convívio e da boa comida, houve tempo para rir, conversar e dançar.

Os miúdos também tiveram direito a muita diversão, com a ajuda de uma equipa de animação (Dalifestas, de Braga) que esteve no recinto (e que, por coincidência foi também a empresa escolhida para colocar o insuflável na festa de anos do Xavier no dia seguinte)
Houve insuflável, houve pinturas faciais, houve figuras da Disney a passear no recinto, houve balões...

Nunca pensei que o Vasco gostasse de pinturas faciais, mas ele fez e adorou!
Já o Xavier aproveitou o dia para treinar o seu novo talento: andar a pé!

À noite regressámos a casa estafados, mas muito... muito felizes!

São dias assim que ficam para a história. Parabéns Manuel e parabéns aos seus papás que organizaram uma festa espetacular!

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Julho 05, 2019

O Triângulo Perfeito

Que dei à luz mais um filho.
Que renasci como mãe.
Que percebi que o amor de mãe não se divide: multiplica-se!
Que lambi as feridas do parto anterior e curei todas as mágoas que tinham ficado por sarar.
Que me senti mais forte, mais capaz,
dona do meu destino, empoderada...
Que dei inicio a uma nova vida, com trabalho a dobrar, noites sem dormir, mas alegrias a triplicar
Que percebi finalmente a dor e a culpa, e a frustração e a ansiedade.
de não conseguir ter tempo para tudo. Tempo para todos.
A sensação de não ter braços que cheguem para amparar quem de mim precisa. Nem colo que chegue, nem palavras que cheguem para explicar que,
apesar de tudo ter mudado... 
nada mudou.
Faz hoje um ano que nasceu mais um amor na minha vida.
Mais uma razão para amar a vida, para estar aqui. 
Xavier. A outra âncora no meu barco,
Mais uma amarra que não me deixa andar à deriva. 
Por cada filho que nasce fico mais perto de entender isto tudo. 
O ciclo da vida, o sentido de cá estarmos. 
Em cada sorriso de um filho nasce uma explicação. 
E a certeza que o mundo até pode ser um lugar muito estranho, 
mas é tão bom andarmos por cá!

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Junho 19, 2019

O Triângulo Perfeito

Hoje o Xavier foi à "revisão", eh eh.

Fomos à consulta dos 12 meses (embora faltem alguns dias para a data oficial) esta era a data mais compatível entre a nossa agenda e a da médica.

E então, querem saber como correu? Maravilha!

Xaiver está impecável, tudo dentro da normalidade. 

Caso tenham curiosidade, mede 74cm e tem 9.450Kg (valores um pouco mais elevados que o mano na sua idade).

Em relação ao sono e ao facto de ele acordar duas e três vezes para mamar durante a noite foi-me receitada... muita paciência, eh eh!

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Junho 11, 2019

O Triângulo Perfeito

Foi assim de repente. Sem qualquer sinal de que ia acontecer.

O Vasco chegou ao pé de nós e disse que não ia usar mais chupeta.

Desconfiámos da sua boa vontade, mas a verdade é que no sábado à noite já dormiu sem ela.

No domingo voltou a repetir a proeza e hoje outra vez!

Nem sei que vos diga. Estou super admirada com a forma como tudo isto aconteceu.

Eu e o Zé já tínhamos planeado que íamos usar as férias do verão para tentar retirar a chupeta. Ou seja, a ideia era aproveitar o facto de o Vasco ficar mais cansado (por causa da praia e piscina) e assim conseguir adormecer sem esse aconchego.

Mas... o miúdo trocou-nos as voltas!  Afinal, decidiu sozinho e sem qualquer drama.

Penso que para isso terá contribuído o facto de o vizinho da frente (grande amigo dele) que tem a mesma idade, ter deixado de usar chucha há cerca de um mês.

Sempre que se encontravam os dois no elevador, o M. dizia ao Vasco que já não usava chucha e o Vasco, envergonhado, acabava por tirar a chupeta da boca. Nos últimos tempos, ficava tão aborrecido que, mal via o amigo, ia logo esconder a chupeta na mochila )

A gota de água foi quando o vizinho de cima (que tem 4 anos) o encontrou na garagem e, sem dó nem piedade, lhe disse que ele era "bebé" por usar chupeta.

O Vasco fez-se de forte e fingiu não dar importância ao que o amigo disse, mas eu sei que todos estes acontecimentos acabaram por funcionar como uma bola de neve. E o resultado... deixou de querer a chucha, yeiii!

No domingo de manhã, fiz-lhe uma festa enorme por deixar a chupeta e dei-lhe uma prenda que ele adorou... (falarei dela mais à frente).

Hoje, na escola, já avisei as auxiliares que o Vasco já não usa chucha. Toda a turma bateu palmas e ele foi muito elogiado.

Estou feliz, mas um pouco nostálgica. Este foi mais um passo do meu pequenote que, dia após dia, tem vindo a crescer e a deixar de ser bebé.

Sei que é estranho, mas sinto uma certa melancolia... A chupeta era um símbolo da infantilidade do Vasco e agora sinto que cada vez mais ele está a voar para longe. É como se o estivesse a perder...

Não me importo que ele abra as asas e aprenda a voar. Mas espero que nunca deixe de voltar ao ninho!

Cá estou e sempre estarei para fazer o papel que antes a chucha fazia. Para lhe dar mimos, carinho, segurança e aconchego!

Eu sei... só uma mãe para ficar nostálgica com o abandono da chupeta não é? Já o pai ficou todo contente e diz não perceber este cocktail de sentimentos... 😀😔🥳🤨

 

Junho 11, 2019

O Triângulo Perfeito

É verdade... sempre que vamos a uma festa ou a um restaurante mais barulhento, o Vasco recusa-se a comer.

Por mais que tentemos, não consegue estar mais que 5 minutos sentado à mesa, com tanta agitação.

A verdade é que só conseguimos que fique parado se lhe pusermos um vídeo no tablet...

Ontem foi um desses dias. Fomos à comunhão da prima Sofia e a comida estava deliciosa!

Primeiro, o Vasco recusou os rissóis dizendo que eram de camarão (não eram nada, eram de carne!).

Depois, recusou a patanisca porque estava quente (não estava nada, estava morna!).

A seguir cuspiu um bocado de panado porque "tinha crosta" e quando eu já estava a ficar com os nervos ao rubro decidiu que a única coisa que ia consumir era... alface! Alface??

Sim. Só alface. Mas tinha que ser da lisa. Da frisada já não queria.

Passando para a refeição principal, vamos lá ver... primeiro não quis o puré. Depois rejeitou a carne estufada porque tinha "restos de puré na colher"... E assim foi, sempre a colocar defeitos de prato em prato...

Eu sei... eu sei o que vocês devem estar a pensar... Muito mimo, não é?

Mas a verdade é que este miúdo sempre foi assim. E quem lê este blogue há mais tempo, sabe o que eu tenho passado, e conhece as estratégias mais ou menos criativas que já encontrei para o fazer comer.

O que vale é que agora quando vamos para as festas já estamos prevenidos. Em casa, vai logo um prato de sopa ou duas peças de frutas antes de sair para a festa, que é para depois não passar fome.

Quando o Vasco chegou a casa, no fim do dia, claro está que tinha a barriga a dar horas. Atacou uma malga enorme de leite com bolachas e comeu até rebentar.

Perguntei-lhe porque é que que não tinha comido nada na festa.

- Afinal, se estavas com tanta fome por que não comeste? É que nem a gelatina foi desta vez! - disse-lhe.

- Mamã... - diz-me o meu filho de 3 anos com ar condescendente - Não sei porque é que insistes! Tu já sabes que eu não consigo comer nas festas...

E rebola os olhos com ar de superioridade.

Unf!! Estão a ver a minha cruz? 

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