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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Consulta de 1 ano do Xavier

Junho 19, 2019

O Triângulo Perfeito

Hoje o Xavier foi à "revisão", eh eh.

Fomos à consulta dos 12 meses (embora faltem alguns dias para a data oficial) esta era a data mais compatível entre a nossa agenda e a da médica.

E então, querem saber como correu? Maravilha!

Xaiver está impecável, tudo dentro da normalidade. 

Caso tenham curiosidade, mede 74cm e tem 9.450Kg (valores um pouco mais elevados que o mano na sua idade).

Em relação ao sono e ao facto de ele acordar duas e três vezes para mamar durante a noite foi-me receitada... muita paciência, eh eh!

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Sem mais, nem menos!!

Junho 11, 2019

O Triângulo Perfeito

Foi assim de repente. Sem qualquer sinal de que ia acontecer.

O Vasco chegou ao pé de nós e disse que não ia usar mais chupeta.

Desconfiámos da sua boa vontade, mas a verdade é que no sábado à noite já dormiu sem ela.

No domingo voltou a repetir a proeza e hoje outra vez!

Nem sei que vos diga. Estou super admirada com a forma como tudo isto aconteceu.

Eu e o Zé já tínhamos planeado que íamos usar as férias do verão para tentar retirar a chupeta. Ou seja, a ideia era aproveitar o facto de o Vasco ficar mais cansado (por causa da praia e piscina) e assim conseguir adormecer sem esse aconchego.

Mas... o miúdo trocou-nos as voltas!  Afinal, decidiu sozinho e sem qualquer drama.

Penso que para isso terá contribuído o facto de o vizinho da frente (grande amigo dele) que tem a mesma idade, ter deixado de usar chucha há cerca de um mês.

Sempre que se encontravam os dois no elevador, o M. dizia ao Vasco que já não usava chucha e o Vasco, envergonhado, acabava por tirar a chupeta da boca. Nos últimos tempos, ficava tão aborrecido que, mal via o amigo, ia logo esconder a chupeta na mochila )

A gota de água foi quando o vizinho de cima (que tem 4 anos) o encontrou na garagem e, sem dó nem piedade, lhe disse que ele era "bebé" por usar chupeta.

O Vasco fez-se de forte e fingiu não dar importância ao que o amigo disse, mas eu sei que todos estes acontecimentos acabaram por funcionar como uma bola de neve. E o resultado... deixou de querer a chucha, yeiii!

No domingo de manhã, fiz-lhe uma festa enorme por deixar a chupeta e dei-lhe uma prenda que ele adorou... (falarei dela mais à frente).

Hoje, na escola, já avisei as auxiliares que o Vasco já não usa chucha. Toda a turma bateu palmas e ele foi muito elogiado.

Estou feliz, mas um pouco nostálgica. Este foi mais um passo do meu pequenote que, dia após dia, tem vindo a crescer e a deixar de ser bebé.

Sei que é estranho, mas sinto uma certa melancolia... A chupeta era um símbolo da infantilidade do Vasco e agora sinto que cada vez mais ele está a voar para longe. É como se o estivesse a perder...

Não me importo que ele abra as asas e aprenda a voar. Mas espero que nunca deixe de voltar ao ninho!

Cá estou e sempre estarei para fazer o papel que antes a chucha fazia. Para lhe dar mimos, carinho, segurança e aconchego!

Eu sei... só uma mãe para ficar nostálgica com o abandono da chupeta não é? Já o pai ficou todo contente e diz não perceber este cocktail de sentimentos... 😀😔🥳🤨

 

"Mamã, tu já sabes que eu não consigo comer nas festas!"

Junho 11, 2019

O Triângulo Perfeito

É verdade... sempre que vamos a uma festa ou a um restaurante mais barulhento, o Vasco recusa-se a comer.

Por mais que tentemos, não consegue estar mais que 5 minutos sentado à mesa, com tanta agitação.

A verdade é que só conseguimos que fique parado se lhe pusermos um vídeo no tablet...

Ontem foi um desses dias. Fomos à comunhão da prima Sofia e a comida estava deliciosa!

Primeiro, o Vasco recusou os rissóis dizendo que eram de camarão (não eram nada, eram de carne!).

Depois, recusou a patanisca porque estava quente (não estava nada, estava morna!).

A seguir cuspiu um bocado de panado porque "tinha crosta" e quando eu já estava a ficar com os nervos ao rubro decidiu que a única coisa que ia consumir era... alface! Alface??

Sim. Só alface. Mas tinha que ser da lisa. Da frisada já não queria.

Passando para a refeição principal, vamos lá ver... primeiro não quis o puré. Depois rejeitou a carne estufada porque tinha "restos de puré na colher"... E assim foi, sempre a colocar defeitos de prato em prato...

Eu sei... eu sei o que vocês devem estar a pensar... Muito mimo, não é?

Mas a verdade é que este miúdo sempre foi assim. E quem lê este blogue há mais tempo, sabe o que eu tenho passado, e conhece as estratégias mais ou menos criativas que já encontrei para o fazer comer.

O que vale é que agora quando vamos para as festas já estamos prevenidos. Em casa, vai logo um prato de sopa ou duas peças de frutas antes de sair para a festa, que é para depois não passar fome.

Quando o Vasco chegou a casa, no fim do dia, claro está que tinha a barriga a dar horas. Atacou uma malga enorme de leite com bolachas e comeu até rebentar.

Perguntei-lhe porque é que que não tinha comido nada na festa.

- Afinal, se estavas com tanta fome por que não comeste? É que nem a gelatina foi desta vez! - disse-lhe.

- Mamã... - diz-me o meu filho de 3 anos com ar condescendente - Não sei porque é que insistes! Tu já sabes que eu não consigo comer nas festas...

E rebola os olhos com ar de superioridade.

Unf!! Estão a ver a minha cruz? 

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Xavier contra-ataca!

Junho 08, 2019

O Triângulo Perfeito

O Vasco adora irmão, mas está sempre a tocar lhe, a beliscar e a tirar lhe os brinquedos da mão. O Xavier vai aguentando tudo com uma paciência estoica mas claro que às vezes também se enerva e passa-se dos carretos. 
Normalmente, é o Xavier que chora por causa das tropelias do irmão mais velho. Mas ontem foi diferente... estava no meu quarto e de repente o Vasco vem ter comigo a chorar.

- O Xavi mordeu me! - lá foi ele dizendo pelo meio dos soluços.

Bem... parece que o mano bebé se fartou de ser torturado. O Xavier já se sabe defender e algo me diz que vêm aí tempos conturbados...

Fiquei sem os caracóis do Xavier...

Junho 04, 2019

O Triângulo Perfeito

Tudo aconteceu num ápice... fui com o Vasco ao cabeleireiro, para ele cortar o cabelo e levei o Xavier comigo.

Já o Vasco estava sentado na sua cadeira giratória (porta-se sempre lindamente no cabeleireiro, tenho imenso orgulho nele) quando a cabeleireira se vira para mim e diz que se calhar o Xavier também precisava de uma tesourinha.

Concordei com ela, porque realmente o cabelo do Xavi já não lhe fica nada bem e lá fiquei à espera do mini-corte.

Mini-corte... Mas assim, que a cabeleireira passou do Vasco para o Xavier nem tive tempo de dizer nada.

Foi franja, foi dos lados e... lá se foram os meus adorados caracóis!

- Agora está muito melhor mamã! - disse a cabeleireira.

Bem... talvez esteja... mas já me tinha afeiçoado àqueles caracolitos e gostava de ter tido mais voto na matéria.

- Deixe lá... Se ele for para ter caracóis, daqui a nada já lhe crescem outra vez.

Certo. Mas estes eram os primeiros! Senti-me um bocadinho triste.

Digam-me lá... sou a única a ganhar "afeição" aos caracóis do filhote? 

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BRINCADEIRAS NO PARQUE

Junho 01, 2019

O Triângulo Perfeito

Temos a sorte de morar bem perto do Parque da Cidade e sempre que podemos vamos lá dar uma saltada. 
Como hoje é Dia Mundial da Criança, o parque está cheio de atividades para os miúdos!

É trampolins, é ateliers para contar histórias, é oficinas disto e daquilo, jogos tradicionais dinamizados por associações...

Logo de manhã, fomos diretos ao parque para ver o que se estava a passar.
Ainda havia muitas barraquinhas fechadas (só abrem de tarde), mas já dá para perceber que vai haver animação!

Estivemos a ouvir uma história, numa das barraquinhas e depois foi tempo de brincar um pouco. Entretanto, o calor começou a tornar-se abrasador e tivemos que regressar ao ninho.

Aqui ficam algumas imagens do passeio.
Ah! Caso queiram saber, estas são as sapatilhas da Pisamonas que comprei para o Vasco na semana passada.
Fica sempre mais interessante vê-las calçadas nos pés, para se perceber o efeito.

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Um... e outro

Maio 27, 2019

O Triângulo Perfeito

Um adora tirar fotos. O outro sente que há coisas bem mais divertidas para fazer.
Um adora fazer pose. O outro... está-se a marimbar 
Um é tranquilo. O outro é um furacão saltitante.
Um gosta de música. O outro gosta de correr e saltar.
Tão lindos. Tão diferentes. Tão amados. E tão meus!
Percebo perfeitamente um e outro.
Porque sou uma mistura dos dois. 
E amo os dois intensamente, com todas as suas variações.

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Começar com o pé esquerdo...

Maio 23, 2019

O Triângulo Perfeito

Faz mais ou menos um ano que entrei de licença por gravidez de risco, a poucas semanas de dar à luz. 
A médica aconselhou-me descanso porque já tinha algumas contracções e sentia um grande mau estar na zona abdominal. Eu assim fiz.

Logo no primeiro dia de licença (lembro-me de estar toda contente a pensar "yeiiii, hoje não vou trabalhar", fui levar o Vasco ao infantário e.... no momento em que saí do carro, tropecei no passeio e dei uma queda monumental!

Uivei de dor com o impacto do meu corpo no chão e percebi imediatamente que tinha torcido um pé.

Não conseguia levantar-me e tive que ser amparada por duas senhoras, que por ali passavam naquele momento.

Ajudada por elas (uma senhora de cada lado) consegui a muito custo chegar ao infantário do Vasco e levei-o à sala.

A seguir... a seguir fiquei a colocar gelo no pé durante uma hora, vendo aquilo a inchar, a inchar... Sabia que estava tudo bem com o bebé Xavier porque não tinha caído com a barriga, mas sim em cima do meu próprio pé. Isso era a única coisa que me aliviava.

Foi uma maneira engraçada (ironia) de começar a minha licença por gravidez de risco... Passei os primeiros dias praticamente sem poder andar e não foi por causa do bebé, mas sim por causa da entorse.

Ainda hoje me rio da situação )

O que é que vocês fazem em relação aos fofós?

Maio 15, 2019

O Triângulo Perfeito

Na segunda-feria à noite, como o Xavier não apresentava melhoras da sua "suposta" virosa, fomos ao hospital para ouvir uma nova opinião médica. 
Levámos o Vasco connosco pois não tínhamos onde o deixar.


Já na sala de espera da urgência, o Vasco foi protagonista de um momento que alterou entre o vergonhoso e o hilariante. Andava ele a correr e a saltar pelos bancos com a sua alegria habitual quando lhe deu um ataque de flatulência. 


Cá em casa não chamamos puns, nem puzetes, nem gases. Chamamos fofós ou fufa-fufas.


Bem... o que acontece é que sempre que o Vasco saltava lá lhe saía um fofó. Uns eram silenciosos, outros mais sonoros... 


Eu estava ao fundo do corredor com o Xavier ao colo e de repente começo a ver toda a gente que estava na sala de espera a rir. Pensei que estavam a rir das palhaçadas do Vasco... até que percebi que não. Estavam rir-se era da sua flatulência. 


Aqui em casa já explicamos várias vezes ao Vasco que há coisas que não se devem fazer em público, mas acho que a mensagem ainda não foi assimilada... 

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