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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Setembro 13, 2017

O Triângulo Perfeito

... porque este é um blogue de família que pretende atingir um certo estatuto de respeitabilidade (cof, cof).

Mas este é também um lugar onde partilhamos o nosso dia-a-dia, onde levantamos um pouco o véu da nossa intimidade. Por isso, não resisto a contar um momento castiço das férias do verão lá nos Algarves.

 

Ora aqui vai...

 

Toda a gente sabe que um dos maiores desejos de uma mãe é conseguir encontrar um pequeno momento de relax, longe das fraldas e dos biberões, dos choros e das birras.

Nem que seja meia horinha, 15 minutos de descanso. Esses 15 minutos podem fazer milagres pela nossa boa disposição, não é? 

Quem me der a possibilidade de desfrutar desse pequeno éden... ganha o céu da minha gratidão! :)

Pois lá estávamos nós, a passar uma semaninha em Albufeira  (volta agosto, que estás perdoado!), a revesar-nos para dar o máximo de divertimento ao nosso Vasquito, mas... sem conseguirmos descansar verdadeiramente. 

Era mudar fraldas, era dar o pequeno-almoço, era ver se ele não caía no chão escorregadio, era ver se não engolia água na piscina...

 

Até que um belo dia, tudo se conjugou para me proporcionar o meu momento de lazer. 

 

O Vasco a dormir a sesta no quarto. O marido a dizer que não se importava de ficar no quarto com ele, porque queria ler o jornal. 

 

E eu pensei:

É agora!!!

Vou pastelar para as espreguiçadeiras da piscina durante 2 horinhas, enquanto estes dois ficam no quarto!

 

Meu dito, meu feito. 

 

Pego no saco com as toalhas, calço uns chinelos à pressa (o quarto estava escuro por isso mais tarde percebo que levei os chinelos do marido), e desço o elevador em direção às piscinas. 

 

Deslizo confiante pelo corredor de acesso ao exterior. 

Sou uma mulher sorridente ao passar pela primeira zona de piscinas. 

Sou uma mulher triunfal a chegar ao bar e a pedir um granizado de menta. 

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O acesso à zona das piscinas

 

Levo o granizado comigo para a zona mais afastada do hotel (que naquele momento era que estava mais solarenta) e escolho um espreguiçadeira. 

Demoro o meu tempo a ajustar a inclinação da espreguiçadeira, para atingir o máximo de conforto. 

Toda eu irradio felicidade!

Só não abro os braços em direção ao sol em jeito de oração, para não me acharem maluca. 

 

Está quase...

Vou tirar a roupa e deitar-me como um turista normal a desfrutar do seu hotel.

Começo a levantar o vestido com um jeito sensual e...

Kesta cena?? WTF!!

 

Lei de Murphy. ...

Esqueci-me de trazer o bikini. 

Estou de cuecas e soutian por baixo do vestido.

Estão 33 graus e não posso sequer tirar a roupa. 

 

Espreito melhor a ver se a lingerie é daquelas que dá para disfarçar. 

Não dá. 

São as minhas cuecas bridget jones cor de salmão que uso para as "transparências" (porque à hora do almoço tinha ido para o restaurante com um vestido todo giro) e o soutian a condizer. 

As cuecas vão-me até às costas. O soutian é tão sensual como uma boca desdentada e cheia de cáries

 

Gradualmente, o ar triunfante dá lugar à raiva. 

Voltar ao quarto? Ir buscar o bikini?!

E se o Vasco acordar com o barulho da porta a abrir? 

Fazer aquela distância toda leva-me pelo menos 15 minutos. 

Decido ficar. 

 

Deito-me na espreguiçadeira e sou a mulher mais triste do mundo. 

À minha frente um miúdo salta para a piscina e comenta com a mãe "Aqui é que se está bem!". 

Apetece-me esfolar o puto.

 

Resisti durante  50 minutos. A suar em bica, mas teimosa sem arredar pé daquela espreguiçadeira. 

Como que a dizer:

Vês Universo? Tu estás a conspirar contra mim, mas eu sou mais forte e daqui não saio! 

 

Quando o Zé e o Vasco chegaram ao pé de mim (frescos e alegres depois de um descanso merecido) encontraram uma cara torta e uma expressão de amuanço. 

Então? Gostaste do momento zen? - pergunta-me o vértice adulto. 

Foi excelente... - respondi - nunca mais o irei esquecer...

É escusado dizer que a partir dali os bikinis nunca mais sairam deste corpinho. Ficaram tipo segunda pele. 

Até ao fim das férias. 

Setembro 06, 2017

O Triângulo Perfeito

No último dia das nossas férias no Algarve, estivemos na praia a conversar com uma família Irlandesa. Eles eram três, tal como nós. A esposa, o marido e um bebé de 23 meses, muito parecido com o nosso. Um triângulo, portanto.

 

Conversa puxa conversa (tudo começou porque os nossos filhos começaram a usar os brinquedos um do outro), fomos sabendo um pouco mais sobre essa família. 

 

Que vinham do norte da Irlanda. Que era a sua primeira vez no Algarve. Que achavam a praia (da Falésia) lindíssima.

 

E que estavam a suar como animais selvagens porque nunca tinham apanhado tanto calor na vida!

 

Mas a frase que mais me marcou foi esta. " We came for the sunshine". Nós viemos pelo pôr-do-sol. 

 

Achei maravilhoso que alguém se deslocasse de propósito ao nosso país para desfrutar desse momento.

Já sabia que os estrangeiros do norte da europa adoram o nosso clima, o nosso sol, a nossa comida... mas não tinha a noção de que o pôr do sol fosse assim tão importante para eles. 

 

Todos os fins de tarde, segundo ficámos a saber, aquela família se deslocava à praia para ver o pôr-do-sol.

E isso tem ainda mais valor porque a praia onde ficámos era de difícil acesso (300 mil escadinhas de madeira para descer, ninguém merece...)

 

Já a caminho do hotel, comentei com o Z., como nós portugueses negligenciamos tanto as maravilhas do nosso país. Estamos sempre a pensar em ir para o estrangeiro, em conhecer sítios novos e não damos o devido valor ao que temos.

 

A nossa família, por exemplo, passou as férias a desbundar na piscina, e a beber granizados de menta na espreguiçadeira. Mas piscinas há em qualquer lado, não é?

 

Fiquei tão marcada pela conversa com os irlandeses que logo disse ao meu marido. "Temos que ir ver também um pôr-do-sol. Se os tipos vêm para cá por causa disso, nós não podemos ir para o norte sem ver esse espetáculo".

 

"Mas onde queres que te arranje agora um pôr-do-sol?" - perguntou-me o Z. a rir. "Não te esqueças que temos que sair do hotel até ao meio dia. Não vou ficar agora 8 horas na praia a secar à espera de um pôr-do-sol..."

 

Até que se lembrou. 

 

- Já sei. Vou arranjar-te um pôr-do-sol de cortar a respiração. 

 

E não é que arranjou mesmo?

 

Castelo de Silves. Oito horas no relógio da igreja. E um dos melhores entardeceres das nossas vidas.

 

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Setembro 05, 2017

O Triângulo Perfeito

Em 2016 fomos para Porto Santo. Este ano, preferimos o Algarve. Mas as diferenças não se ficam pelo local. 

Acima de tudo, sentimos mudanças no grau de descontração, no nível de cansaço, no grau de divertimento e no próprio estado de espírito.

 

1- O grau de descontração.

 

No ano anterior o nosso bebé tinha 9 meses. Para além de ser muito novinho, era ainda um estreante nestas coisas de praia, de piscina, de hoteis e mar. 

Não vou negar que estava super ansiosa e stressada, tentando antecipar as reações dele e prevenir-me contra quaisquer problemas. 

Como já disse noutro post, comecei a prepar as férias de 2016 com montes de antecedência. Tudo tinha que bater certo. Organizei as roupas do Vasco por "combinações", meti tudo em saquinhos. Contei e recontei o número de fraldas. Levei 2 biberóns, leite em pó, inúmeras fraldas de pano (que nunca serviram para nada), babetes sem fim... Levei uma malinha só com medicamentos, levei o termómetro, levei algodão, levei pensos para feridas... levei... ufff... confesso que levei quase a casa toda. 

 

Desta vez, optei por ser mais prática. Roupas organizadas em conjuntinhos? Nop! É enfiar tudo para dentro da mala e já está. Contar o número de fraldas? Esquece! É levar um saco de fraldas e depois ver se é preciso mais ou não. Ir carregada com dois biberons? Mas para quê? Levei um e depois de cada utilização lavava com água a ferver. Fraldas de pano? Nem fizeram parte da lista. Malinha com medicamentos? Para quê? Para apanharem calor no carro a caminho do Algarve e se estragarem? Não. Levei benuron, fenistil, arnica (usámos tanto...) e já está. 

Levar o carrinho XPTO grande e confortável para o Vasco dormir nos passeios? No Way. Foi o Carrinho de Passeio, levesinho e que ocupava pouco espaço. E para o ano, se Deus quiser o carrinho fica em casa.

 

Resumindo. Fomos muito, mas muito mais práticos. Ainda assim, e como o Vasco ainda usa fraldas, confesso que a logística ainda foi um pouco complicada. Acredito que para o ano, o carro ainda irá mais leve para o Algarve.

 

2- O nível de cansaço

 

Toda a gente sabe que fazer férias com bebés é uma grande estafa. Se têm poucos meses é porque têm cólicas e choram; se já gatinham, é porque não param quietos; se já andam é porque temos que andar atrás deles... Portanto, quem é mãe/pai também sabe que a palavra "férias", quando se trata de férias com miúdos é quase uma piada.

 

Contudo...

 

No nosso caso podemos dizer que descansámos muito mais este ano. Com 9 meses o Vasco era um bebé extremamente complicado. Já gatinhava para todo o lado, já andava a pé agarrado aos móveis e não. Não parava quieto no mesmo sítio um segundo. 

Para além disso, se estávamos na zona da piscina queria comer a relva. Se estávamos na zona da praia, queria comer a areia toda. 

Nós suámos em bica no verão de 2016 e não foi (só) por causa do calor. 

Tínhamos que andar sempre atrás do miúdo. Tínhamos que fazer turnos para tudo, desde dar um mergulho no mar, até mesmo para ir ao WC.

Toda a gente nos dizia que quando o Vasco começasse a andar ia ser pior, mas no nosso caso isso não aconteceu.

Este ano, e apesar de continuar irrequieto, o Vasco já não tinha vontade de comer relva, nem areia. Isso permitia que o deixássemos sentado no chão, sem andarmos sempre preocupados com o que ele estava a fazer/comer.

Depois... a piscina para crianças do nosso hotel (Riu Guaraná- falarei dele brevemente no outro blogue) era super adequada à idade do Vasco. Tinha apenas 40 cm de altura, contra os 60/70 usuais. O nosso filhote andava dentro da piscina todo contente, com apenas as pernas submersas. Passava lá horas! 

Os pais dos miúdos (e nós) sentavam-se na borda piscina a conversar e a apanhar sol, enquanto as crianças se divertiam. A piscina é tão pequena e segura que cada miúdo estava apenas ao alcançe de um braço estendido.

 

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Foi sentadinha nessa piscina redonda que estão a ver acima, que eu apanhei os meus maiores banhos de sol. E soube mesmo bem!

 

3- O grau de divertimento

 

Uma vez mais, o grau de divertimento é bastante relativo quando se vai para férias com um bebé pequeno. 

Com 22 meses, continuamos a ter que nos sujeitar às rotinas, necessidades e gostos do nosso miúdo. E isso é bastante limitante. 

Não podemos ir para a piscina quando queremos, mas quando o bebé permite (fazíamos turnos), almoçávamos sempre cedo, jantávamos cedo, deitávamos cedo... 

Não obstante, fazer férias com um bebé de 22 meses foi mais divertido do que quando ele tinha 9 meses, porque:

 

- nas férias de Porto Santo, o Vasco teve uma gastroenterite e não comia nada. Desta vez estava saudável e comeu melhor, deixando-nos automaticamente mais descansados. Já era menos um stress a complicar as férias.

 

- nas férias de Porto Santo, tínhamos um mar maravilhoso à nossa frente, mas... poucas vezes conseguimos ir à água. Volto a repetir... o miúdo gatinhava com uma velocidade supersónica e não parava quieto um segundo (eram precisos dois para o segurar, acreditem!)

 

por outro lado... no ano de 2016 fizemos a viagem na companhia de amigos. Nesse aspeto, as férias de Porto Santo foram mais engraçadas que as do Algarve, pois tínhamos sempre com quem conversar, rir e partilhar as nossas peripécias. 

 

4- O estado de espírito

 

O estado de espírito este ano foi, como já disse, de maior descontração. Se no ano passado nos tínhamos divertido, apesar da gastroenterite do Vasco e do stress de andar sempre atrás dele, então este ano tínhamos a certeza que ainda ia correr melhor.

A nossa única preocupação era saber como é que o Vasco se iria aguentar na longa viagem para o Algarve. Para nos precavermos, e uma vez que somos do norte do país, resolvemos fazer a viagem por etapas. À ida para o Algarve fizemos uma escala em Lisboa. Dormimos lá uma noite e no dia seguinte, continuámos a viagem. 

No regresso, pernoitámos em Santarém, que também fica mais ou menos a meio do caminho. 

Acho que foi uma ótima opção. A viagem ficou menos cansativa, conhecemos sítios novos (eu nunca tinha ido às Portas do Sol) e o Vasco ainda teve um bónus: foi conhecer a tia Tatá (a tia mais carismática da nossa família) e ainda teve tempo para visitar o Jardim Zoológico de Lisboa.

 

Resumindo.... Foram umas férias pacatas, em familia, com boas doses de divertimento, descanso e degustação.

São estes momentos a três que fortalecem os laços afetivos e que nos fazem querer continuar a nossa viagem juntos.São estes momentos que fortalecem triângulo. 

 

Agora, entramos em setembro. O Vasco irá novamente para o infantário e nós regressamos ao trabalho.

E o blogue, que esteve parado durante os últimos dias, começará também novamente a "bombar". :))

 

Agosto 24, 2017

O Triângulo Perfeito

Começando a preparar as malas para as nossas férias, já noto algumas diferenças relativamente ao ano de 2016. 

No ano passado, tive um cuidado tremendo com as roupas do Vasco - fiz os "conjuntinhos", coloquei-os em saquinhos de organza transparentes para ver melhor o conteúdo de cada saco, contei o número de calças e t-shirts até à exaustão para garantir que não faltava nada... Enfim, fui de um rigor e precisão extremas. 

Este ano, a onda é mais o ... k ça lixe! Vou mas é enfiar na mala a roupa todo do V. e depois logo se vê se chega ou não. 

E Zau! É enfiar tudo para dentro da mala. Quando chegar ao hotel faço os conjuntinhos e meto numa gaveta. 

Ou não.

:)

Agosto 19, 2017

O Triângulo Perfeito

O verão de 2016 foi pródigo em experiências inesquecíveis. Foi o primeiro verão que passámos com Vasco (na altura, um bebé de 9 meses), foi a primeira vez que o levámos a andar e avião e foi a nossa estreia na ilha de Porto Santo. 

 

aqui e aqui coloquei fotos da nossa viagem. Depois do hotel e da zona da piscina, chegou agora a vez de vos mostrar um pouco da praia. 

 

Que praia espetacular! Tantos quilómetros de areal para correr, brincar e passear.

E o mar? Temperatura agradável, águas calmas... 

Melhor que explicar... é verem as fotos! (são bastantes, porque tenho dificuldade em selecionar)

 

Um hotel literalmente em cima da praia...

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 Adormecer o Vasco num passeio pela praia com o nosso "carrinho todo-o-terreno". Que luxo! :)

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 ... e o rasto do carrinho pela praia fora.

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 O bar da praia, que pertence ao Hotel Vila Baleira.

Capirinhas, gelados, sumos e pão "grátis", para hóspedes na versão Tudo Incluído. 

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 Fotos giras no Bar da Praia!

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A.M.O.R

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A conversar com o Salva-Vidas. 

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 Brrrr! 

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Adeus Vila Baleira! Até um dia! 

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Agosto 14, 2017

O Triângulo Perfeito

Já aqui falei, na #parte 1, das razões que nos levaram a Porto Santo nas férias passadas. Recordei também o primeiro desafio com um bebé de 9 meses: a viagem de avião!

 

Hoje, deixo aqui algumas fotos (porque uma imagem vale mais que mil palavras) dos nossos dias junto à piscina do hotel (Vila Baleira). 

 

Se o espaço interior do hotel é um pouco antiquado, já o espaço exterior merece nota 20.

 

Duas piscinas (uma para adultos e outra para crianças), insufláveis, cabana de madeira, baloiços, mini campo de futebol, uma equipa de animação fantástica e... um passadiço que em 2 minutos nos leva diretamente à praia. 

Querem melhor?

 

 As piscinas com o hotel ao fundo

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Olhem só quem é que detestou a bóia que nós comprámos? Dinheirinho mal gasto...

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Brincadeiras na relva

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E atrás daquelas dunas o que é que está? É isso mesmo! O mar!!

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Vértices masculinos no parque infantil...

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Uma vez por semana o tratador de cavalos vem ao hotel...

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Mais uma foto do parque infantil...

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Ai que saudades eu tenho da minha máquina Canon (foi roubada, podes ler sobre isso neste post). Que fotografias giras ela tirava!!

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 Isto de andar atrás de um bebé de 9 meses é giro, mas super cansativo! Nas próximas imagens dá para ver a satisfação dele e... o ar exausto da mãe... :)

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 Passadiço que sai da zona da piscina e vai dar diretamente à praia (as fotos na praia ficam para o próximo post, ok?)

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E o nosso quarto.... Vista de caca (a fazer lembrar a paisagem desértica da saga Guerra das Estrelas).

Por isso lembrem-se, se quiserem vista mar, convém pedir antes e reforçar a ideia várias vezes junto da gerência :))

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 E então? Ficaram com vontade de visitar Porto Santo? 

Se estão com dúvidas, esperem até ver as fotos da praia!!

 

 

 

Agosto 11, 2017

O Triângulo Perfeito

Fomos muito felizes. Isso é que fomos!

 

O destino - Porto Santo - não podia ter sido melhor escolhido para uma família com bebé de meses. O hotel - Vila Baleira - uma escolha que não desiludiu (já falei da ilha neste post e do hotel neste! )

 

A companhia de um casal amigo (mais o seu rebento) tornou as férias muito mais divertidas. É sempre bom ter alguém com quem trocar impressões e rir um bocado!

 

O nosso bebé portou-se muito bem na viagem de avião. Isto apesar de o voo Porto- Porto Santo se ter atrasado 3 horas (ninguém merece!)

  

Uaaaaaa! Que sono! Quando é que chega o avião?

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A sorte é que tenho o colinho do papá...

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Acordámos às quatro da manhã. Chegamos ao aeroporto às cinco e meia. E o voo partiu... às dez e meia. Em vez das 7:30 prometidas. Foi duro entreter um bebé de meses, horas a fio no aeroporto. Mas lá se conseguiu :)

 

No avião, o V. foi igual a si mesmo. Na primeira hora, mexeu, andou, pesquisou, cuscou tudo o que havia para cuscar. Estávamos a ficar um bocadinho cansados. Até que, miraculosamente, na segunda hora de voo... adormeceu! 

 

Ah! Tão bom! 

 

Foi engraçado verificar que o comportamento dele foi o oposto das outras crianças. Enquanto os outros miúdos de portaram muito bem na primeira hora de voo, e na segunda hora foi um berreiro total, já o Vasco deu-nos que fazer no princípio e depois relaxou. 

 

Agora, um pormenor que não gostei neste voo. Vou ter que o dizer...

 

Achei muito má onda alguns pais (muitos, pelo cheiro) deixarem os filhos com cocó na fralda e não irem mudar. Ok, sei que o espaço para mudar fraldas é exíguo, mas se nós conseguimos (com um bebé que nunca para quieto) os outros também conseguiam.

 

O voo estava cheio de crianças (cercade 30% dos passageiros). Até porque este é um destino claramente family friendly. Agora imaginem o que é estas crianças todas cheias de cocó na fralda e ninguém a fazer nada relativamente a isso. 

 

A última meia hora de voo foi pestilenta. Parecia que estava numa creche ao final do dia. 

A sorte é que o Vasco dormia profundamente e pudemos descansar também nós um pouco.

 

O avião aterrou numa ilha cheia de sol e com um mar fantástico. 

A aventura das férias estava mesmo a começar!

(continua)

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