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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Fevereiro 14, 2019

O Triângulo Perfeito

Éramos jovens e cheios de energia. Conhecemo-nos, encantamo-nos um com o outro e... seguindo a ordem natural das coisas, fomos morar juntos.

Os primeiros anos foram... perfeitos! Jantar fora pelo menos uma vez por semana, sempre a conhecer novos restaurantes. Escapadinhas românticas de dois ou três dias no estrangeiro... Idas frequentes ao cinema ou ao teatro... E muito, muito tempo para namorar.

 

Com a chegada do primeiro filho, a dinâmica familiar mudou. E com a chegada do segundo, nem se fala! Os desafios aumentaram exponencialmente na nossa família.

Não é fácil gerir o dia-a-dia com dois filhos pequenos (um com 7 meses e outro com 3 anos). E mais difícil ainda é... gerir de forma eficiente o AMOR.

Vou dizer-vos quais são as 4 bóias de salvação que têm impedido a nossa relação de afundar:

 

1- Perceber que nada vai ser como dantes... e aceitar.

Há quatro anos fizemos a nossa última viagem sem filhos. Fomos a Bruxelas durante 3 dias. Foi giro, foi intenso. Deu para andar muito, conhecer a cidade de lés a lés e... namorar bastante.

No ano seguinte, já com um filho de 8 meses, arrancámos rumo a Paris. Deixámos o bebé em Portugal, em casa dos avós, e preparamo-nos para mais 3 dias de diversão.

Sabem o que aconteceu? O bebé ficou doente. E nós, a mais de 1500km de distância, vivemos dias de ansiedade.

Num momento, eu estava na Torre Eiffel a desfrutar da vista magnífica; no momento seguinte, dirigia-me à enfermaria do hospital da minha terra, onde o Vasco acabou por ficar internado uma semana.

Manter uma relação depois dos filhos, é perceber que nada vai ser como dantes.

No que toca a viagens, por exemplo, nos primeiros anos dos nossos bebés vamos viajar menos e visitar locais diferentes (mais seguros e menos exóticos). Caso a viagem se faça sem filhotes...vamos passar grande parte do tempo a pensar ou a falar neles. Isso é um dado adquirido.

É preciso aceitar que não vai haver tanta disponibilidade para jantaradas, e que vai haver menos tempo para idas ao teatro/cinema. Perceber ainda que os momentos "livres" para namorar (ou simplesmente, para conversar) serão tão raros como pedras preciosas. Pelo menos, nos primeiros anos das nossas crias.

Os filhos não são encomendas que a gente possa devolver ao rementente. Por isso... quanto mais cedo aceitarmos (e fizermos o luto da nossa vida anterior!) que as coisas se alteraram, mais rapidamente vamos começar a pensar em estratégias para melhorar a (nova forma de) relação.

O amor depois dos filhos continua a existir. Só precisa de ser... reinventado.

 

2- Não desperdiçar momentos. 

Há uns anos, no meio de um almoço entre colegas de trabalho em que eu estava presente, um colega confessou que tinha necessidade de marcar numa agenda as ocasiões em que ele e a sua esposa iam fazer amor. Esse colega tinha 3 filhos, um dia-a-dia muito preenchido e... não queria deixar escapar as oportunidades!

Toda a gente se riu com a situação e acharam que aquela marcação prévia era no mínimo... insólita. Outros, comentaram o facto de tanta organização ser negativa. Porque os momentos de amor querem-se "espontâneos", disseram.

Agora que tenho filhos, percebo um pouco a ideia deste colega. Nunca fui de marcar na agenda os "momentos de amor", mas reconheço que se não pensar nas coisas antecipadamente, acabo por desperdiçar uma série de ocasiões que poderiam ser usadas para namorar ou simplesmente para uma boa conversa a dois.

Cá em casa, tentamos não deixar escapar os momentos. É basicamente isto.

 

3- Rir é o melhor remédio

Quando o meu filho, há cerca de um ano iniciou o desfralde, os primeiros tempos foram um pouco caóticos.

Volta e meia, lá havia um cocó no chão, na roupa ou no tapete. Era super aborrecido ter que andar constantemente a limpar. Para além da logística de andar sempre com um saco cheio de mudas de roupa.

Acho que o que nos salvou foi o sentido de humor. Sempre encarámos os "acidentes" com ligeireza. Ríamos e comentavamos que a "coisa estava a correr bem" (ironia). Fazíamos apostas para saber quando ia acontecer o próximo deslize e tiravamos à sorte para ver quem ia limpar os cocós. 

Há quem diga que aquilo que mantém um casal unido é o respeito múto. Outros acham que é o sexo. Outros ainda, remetem o sucesso da relação para o diálogo. Eu acrescento mais um dado: o sentido de humor. Dou imenso valor a uma boa risada!

Acreditem que saber rir das desgraças do dia-a-dia é uma bóia de salvação gigante para a relação de um casal com filhos. O riso liberta endorfinas e torna tudo mais leve.

Acredito piamente que o sex appeal de uma pessoa passa diretamente pela capacidade de rir e fazer rir os outros. Vaorizo mais o sentido de humor que o aspeto físico ou a sensualidade.

 

4- Isto também passará...

O primeiro ano de um bebé é uma autêntica prova de fogo. Mas para quem está a passar por isso (e a desesperar) só posso dizer que, com o tempo, tudo vai melhorar. Falo por experiência própria, uma vez que já cá cantam dois filhotes.

Nos primeiros meses, a mãe está cansada e com as emoções à flor da pele. As hormonas ainda estão descontroladas e é muito fácil acumular mágoas e ressentimentos contra o parceiro. 

Como na nossa sociedade ainda é tradição ser a mulher ficar em casa durante a licença parental (embora as coisas estejam a mudar), nos primeiros 6 meses os níveis de exaustão atingem máximos intoleráveis.

Lembro-me de estar todo o dia em casa e ficar impaciente. Nos primeiros meses, quando o meu companheiro chegava a casa no fim do trabalho, eu recebia-o com umas "trombas" que iam do chão até ao teto. Estava sempre amuada, cansada, triste e desejosa de ter um momento só para mim.

Assim que a mãe vai trabalhar, a relação do casal ganha um novo fôlego. Por isso considero que embora seja difícil deixar os bebés entregues a terceiros devemos encarar essa nova fase com otimismo.

No meu caso (e porque este texto é sobre a minha experiência) o regresso ao trabalho significa sempre uma melhoria na relação.

Já não estou metida em casa. Passo dia a conviver com pessoas, estou ocupada com outros assuntos (sem ser fraldas) e tenho mais tempo para mim, para almoçar e tratar do meu aspeto... Fico mais animada (e mais suportável, diz o meu marido, ah ah), bem disposta e encaro as contrariedades com mais leveza. 

Com base na minha experiência, hoje sei que os primeiros 6 meses de uma relação pós-filhos não são exemplo. A vida vai melhorando com o crescimento das crias, e a nossa disposição para amar, também. 

Há medida que os bebés vão ficando mais autónomos, alguns programas românticos que tinham sido abandonados poderão ser novamente incluídos no cardápio da relação. 

 

Muito sinceramente, eu acho que o maior erro dos casais é quererem que as coisas voltem a ser como eram, antes de terem filhos. Quando, na verdade, a solução passa por se adaptarem às mudanças, fazerem ajustes. Basicamente... encontrarem novas formas de serem felizes no novo quadro familiar. 

Fevereiro 12, 2019

O Triângulo Perfeito

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O Vasco odeia sopa e é um verdadeiro filme para conseguir que ele coma duas ou três colheres. 
Há berros, há choro e fica sempre mau ambiente ao jantar.

Como também não sou fã de sopa, acabo por perceber a resistência dele.

(E não! Não me mandem comer sopa à frente dele só para "dar o exemplo", porque eu não como. ah ah...)

Esta semana, decidi substituir a sopa por legumes cozidos ou crus, de "pegar na mão" e... resultou muito bem.

Ontem, houve brócolos cozidos (apenas 4 minutos em água a ferver para ficarem durinhos e preservar o sabor).

Hoje foi alface e palitos de cenoura crua.

Amanhã vou fazer batata doce assada e palitos de courgete.

Já percebi que se ele conseguir pegar nos legumes com a sua mão, acha muito mais engraçado e acaba por comer bastante.

Se continuar com esta tática, no final da semana ele terá comido uma grande variedade de legumes, sem choros e sem dramas.

A hora do jantar é das poucas em que estamos todos juntos é muito desgastante passar esse tempo (que devia agradável) a insistir com a sopa.

Os últimos 3 anos da nossa vida têm sido uma festa de berros, chantagem e castigos ao jantar.

A foto que coloquei acima foi tirada quando o Vasco tinha apenas 8 meses. Nessa época demoravamos quase 1 hora para conseguir que ele comesse um boião pequenino de sopa.

Pois digo-vos. Estou farta. E se depender de mim esta tragédia grega A-CA-BOU!!

Desde que o Vasco coma legumes em quantidade suficiente, não me interessa minimamente se estes estão moídos, se estão na forma de sopa ou se estão inteiros. 
O importante é que ele coma.

Por isso... estou quase a dizer adeus à sopa.

E vocês? 

Fevereiro 09, 2019

O Triângulo Perfeito

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Todas as vezes cometo o mesmo erro e todas as vezes digo para mim mesma que não volto a repetir 

Sempre que o Vasco tem uma festa de aniversário, eu começo logo de manhã a falar do assunto, e isso nunca dá resultado...

O objetivo de lhe contar tão cedo é que ele se despache a tomar banho, a vestir, a comer...

A ideia global era evitar algumas birras que fazem parte do nosso dia-a-dia...

"Veste-te depressa, senão não chegas a tempo da festa..." - digo-lhe, esperançosa que a frase faça efeito.
"Não te sujes a comer, caso contrário vais todo sujo para a festa..." - mais uma tirada de esperança...

Para além desta técnica não dar resultado nenhum (porque ele continua a vestir-se com a rapidez de uma tartaruga e a comer com a delicadeza de um dinossaurio), ainda provoco outra reação:

Ansiedade!

Desde o minuto em que lhe começo a dizer que vai à festa, o Vasco nunca mais consegue "desligar" desse tema.

- É agora que vamos à festa? 
- Não, é só de tarde.
- Já é de tarde?
- Não... ainda é de manhã.
- Falta muito para ser de tarde??
- Sim... é só... daqui a umas horas.
-. Quantas horas?
- Muitas.
- Não vamos à festa hoje????
- Vamos! Mas não é já. É só daqui a bocado.
- Eu quero ir agora.
- Agora não está lá ninguém. 
- Está sim. Está lá a prima e o primo. Posso ir?
- NÃO, tens que comer primeiro.
- Não tenho fome. Já posso ir?
- É SÓ LOGO À TARDEEEEEEE!
- EU QUERO IR À FESTAAAAAAAA!

(Choro e rebolanço no chão)

Com várias horas de antececência o Vasco começa a sua mentalização. É como a "raposa" na história do principezinho.

"Se tu vens por exemplo às 4 da tarde, às 3 eu começarei a ser feliz" - dizia a raposa.

Cá em casa é mais do género: " Se a festa começa às 3 da tarde, às 7 da manhã eu começo a lixar o juízo aos meus pais e só termino de lhes fod... a cabeça quando finalmente chegamos ao evento."

Portanto... lição aprendida! Nunca mais "antecipo" as novidades do dia. 
A partir de hoje, o Vasco só vai ter conhecimento... uma hora antes! 

 

Fevereiro 07, 2019

O Triângulo Perfeito

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Hoje foi um dia especial: o Vasco andou de comboio pela primeira vez. 
Dizem que as pessoas depois de crescerem, não se recordam de nada que se tenha passado antes dos 5 anos. Mas isso não me preocupa...

Quero rechear o coração do meu filho com memórias felizes, mesmo sabendo que serão passageiras.

Ele vai crescer e não se vai lembrar do dia em que andou de comboio pela primeira vez? Não faz mal. Eu lembro-me de tudo. 
E estarei aqui para contar.

Vou falar-lhe de como corremos para apanhar o comboio. Dizer-lhe que apesar de ser inverno, estava um bonito dia de sol.

Vou comentar que ele demorou imenso tempo a escolher o seu lugar junto à janela.

E dizer que ele se riu muito. Que encostou a cara ao vidro e assim ficou muito tempo a ver paisagem.

Vou falar do lanche na estação. E das pombas que queriam comer o nosso croissant. E da cara da mulher do café quando ele disse que queria beber "água de picos" (água com gás).

Recordar a casa de banho pública que estava tão suja! 
E as escadas rolantes que subimos e descemos vezes sem conta... só por diversão.

Hoje foi um dia especial. 
O Vasco andou de comboio pela primeira vez.

E eu, que já andei tantas vezes nesse meio de transporte, senti-me uma estreante também.

Observei as cores e as formas com uma atenção redobrada. Olhei com os meus olhos e pelos olhos de uma criança.

Descobri detalhes novos, entusiasmei-me, senti tudo como se fosse novo.
E percebi que todos lugares parecem diferentes quando os visitamos na companhia dos nossos filhos.

Fevereiro 07, 2019

O Triângulo Perfeito

Se ele quer que acredites que és sempre tu a falhar...

... o erro está nele. Não em ti.

Se ele te obriga a dar constantemente provas de amor...

... a insegurança é dele. Não é tua.

Se ele te diminui perante os outros e diz que não prestas...

... o defeito é dele. Não é teu.

Se ele desconfia e vê segundas intenções em tudo...

... os fantasmas são dele! Não são teus.

Se ele exige tudo de ti e, em troca, não dá nada...

... o egoísmo é dele. Não é a tua.

Se ele te violenta fisica ou verbalmente e sente prazer em magoar...

... o mau caráter está nele. Não está em ti.

Se ele te manipula e se vitimiza para que nunca o abandones...

... a dependência é dele. Não é tua.

Se ele te afasta das pessoas de quem gostas e não permite que tenhas amigos de outro sexo...

... o ciúme é dele. Não é teu.

Se ele te faz sentir desinteressante, mesmo quando o espelho te diz o contrário...

... a exigência é dele. Não é tua.

 

Contudo...

Se mesmo sabendo tudo isto...continuas a investir na relação...

Se percebes que ele não te ama e mesmo assim continuas a tentar...

Se aceitas ser ofendida, maltratada, violentada, desprezada, mal-amada ou agredida e não fazes nada para sair do buraco...

 

Então... nesse caso...

.... o problema não é só dele. Também é TEU.

 

Não te feches numa concha.

Não deixes que o amor te cegue o raciocínio. 

Não te encolhas perante o medo.

Não permitas que a sociedade ou o medo de estar só influenciem a tua decisão.

 

Sai dessa estrada que não leva a lado nenhum. E vira as costas a quem te faz mal.

Tu mereces ser feliz. Tu és especial.

 

Ainda assim...

Se ele te disser que és fraca por partir

Se te sentires covarde por abandonar.

Lembra-te que, às vezes,

é preciso mais coragem para desistir

do que para lutar.

 

Diz "não" às relações destrutivas. Escolhe ser feliz.

 

Fevereiro 05, 2019

O Triângulo Perfeito

Ao jantar digo ao Vasco que lhe vou cortar o "bifinho" para ser mais fácil ele comer.

- Mamã... o bifinho... que animal é?
- Animal? Hã... nenhum. O bife não é nenhum animal.
- O bifinho não é o filho do bife? (cara de surpresa)
-O quê?
- O bifinho!!! É o filho do bife?
- Não estou a perceber...
- O porquinho é filho do porco. E o bifinho... é o filho do bife?
- Vasco... já te disse... o bifinho não é um animal. 
- Então o que é?
- É tipo... é uma parte de um animal.
- É uma parte de um animal. (fica pensativo)
- Já percebeste?
- Já. Mas o bifinho é uma parte de que animal?
- QUALQUER UM, VASCO! Qual-quer-um...Este bife, por exemplo, é de vaca.
- Está bem...

(cara de quem desistiu de perceber o meu raciocínio)

Fevereiro 05, 2019

O Triângulo Perfeito

O meu pipocas mais novo fez ontem 7 meses! Continua um menino lindo e bem-disposto, muito curioso e comilão.

Adora as brincadeiras do mano mais velho e ri-se às gargalhadas com as palhaçadas que o Vasco faz. 

Continua a adorar maminha, embora já consiga ficar mais tempo sem essa dependência. As noites continuam a ser um horror, mas já se consegue dormir 3 horas seguidas nesta casa. 

Só lhe perdoo, pelo facto de ser um bebé muito fofinho! :)

Os meses estão a passar depressa e agora que ele está na creche, sinto ainda mais necessidade de registar os momentos, para não me esquecer de nada.

Deixo aqui algumas imagens deste patusco fofo e da grande amizade que já existe entre os manos:

IMG_1562.JPG

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Venham daí muitos mais meses, Xavi! :))

Fevereiro 04, 2019

O Triângulo Perfeito

O Vasco pediu-me para ir à arrecadação buscar alguns brinquedos da minha infância. Isto porque aqui há tempos contei-lhe que tinha lá guardadas coisas minhas.

Um dos brinquedos que guardei com mais carinho foi a "piscina tropical da Barbie". 
Foi a prenda do meu 9º aniversário, já lá vão 30 anos, xiiii!

É uma estrutura e tanto. Cheia de peças e de detalhes giros. Eu adorava aquela piscina!!

Depois de o ajudar a montar a piscina no tapete da sala (estava cheia de teias de aranha e de pó) aqui a espertalhona teve uma brilhante ideia:

- E se colocássemos água verdadeira dentro da piscina?!

É íncrivel, como a mãe consegue ser mais infantil que a sua cria, não é? 

Claro que o Vasco adorou a ideia. Portanto, vai de pegar na piscina e levar para a casa de banho.

Tudo correria bem se.... trimmmm!!!

O senhor da lavandaria que nos passa a ferro tocou à campainha.

Abandonei o Vasco uns minutinhos no WC (a sério mãe que ainda fazes essas asneiras?) para atender o senhor à porta.

Recebi a minha roupa passada... entreguei roupa para passar... olhando sempre de soslaio para o WC onde me parecia que estava tudo bem.

Mas não estava.

Assim que entrei na minha casa de banho, percebi que o Vasco estava todo molhado, o chão estava todo molhado, as portas estavam molhadas, o tapete estava todo molhado.... HELP!!

Sim, o Vasco tinha decidio "encher" a piscina da Barbie sozinho. A piscina encheu e.... transbordou....

- Mamã, olha! Já tenho água na piscina!!

Claro que sim... e água em todo o lado também.

Foi limpar tudo, com muitos berros à mistura!!

- Pronto, mamã. Não te zangues! Eu não faço mais asneiras!
- Ótimo! Espero que tenhas aprendido a lição! Eu tinha-te dito para esperares por mim...

Olhos arrependidos, mas... sol de pouca dura 

Quando dei por ela, o Vasco estava com os toalhões que eu tinha usado para absorver a água do chão... na sua boca. A sugar!!

- Olha para mim, mamã! Tenho um chupa-chupa de toalha!!

Agora digam-me: choro ou rio?

Fevereiro 04, 2019

O Triângulo Perfeito

O Xavier faz hoje 7 meses e vai começar a comer sopa ao almoço e ao jantar.

Como sou mulher trabalhadora e o tempo escasseia, estive a pensar como iria organizar a confeção das sopas.

Nós não temos uma "senhora cá de casa", para nos preparar a comida, por isso... it´s all on me :))

Resolvi fazer deste modo:

Ao domingo preparo duas sopas com ingredientes diferentes (para o miúdo não enjoar) e coloco naqueles recipientes da avent (há outras marcas) com graduação incorporada.

Encho até 150ml porque o meu bebé adora sopa. A maior parte dos recipientes vai para o frigorífico, exceto dois que vão para o congelador (já vos explico porquê).

Domingo, segunda e terça o bebé vai comendo das sopas que estão no frigorífico. Na quarta-feira, descongelo as duas sopas que coloquei no congelador para ele comer ao almoço e ao jantar.

Na quinta-feira que tenho um dia mais livre em termos laborais, volto a fazer duas sopas com ingredientes diferentes. Repito o procedimento e essas sopas darão para quinta, sexta e sábado.

Se fosse verão, optaria por fazer sempre sopa fresca, mas como estamos no inverno (para além de que estou a trabalhar e, consequentemente, com menos tempo), achei que este método poderia ser bom.

O que acham desta metodologia? Como fazem em vossas casas? 

 

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