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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Desta vez safei-me da "linha nigra"

A linha nigra é uma linha escurecida, acastanhada, que aparece no meio da barriga, atravessando a mesma na vertical.

Forma-se a partir da 14º semana e pode persistir durante alguns meses após o parto.

 

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A linha nigra aparece devido ao aumento de uma hormona tipicamente feminina: o estrogénio. Este, por sua vez, vai elevar a produção do hormona estimulante da melanina (melanócito estimulante), na zona do abdomen, mais concretamente naquela parte central em que os músculos se estão a distender.

 

A verdade é que muitas outras zonas do corpo poderão escurecer durante a gravidez, também devido a estas hormonas. É o caso do umbigo, das auréolas dos mamilos, das axilas e... do próprio rosto, com o aparecimento do cloasma (manchas na cara).

 

Algumas mulheres têm uma linha muito escura; noutras, a linha fica quase impercetível.

 

Falando agora do meu caso:

A linha apareceu na primeira gravidez, mas nesta segunda vez... nada! :)

Pensei que era uma coisa genética, do género, "se tens uma vez, tens sempre", mas enganei-me. 

Fico feliz porque para já também me estou a safar do cloasma. Na última gravidez, fiquei coma cara toda manchada.

Desta vez, as manhas são quase impercetíveis. 

(e ainda bem, porque não houve na primeira vez um raio de um dermatologista que me ajudasse...)

Não encontro nenhuma explicação para estas diferenças.

Podia eventualmente atribuir-se ao sexo do bebé, mas ambos os filhotes são rapazes portanto...

 

Estive a ler alguns comentários em fóruns de grávidas e reparei que algumas mães ficavam ansiosas pelo aparecimento da linha nigra. Achei engraçado, as comparações de barrigas e a tristeza de algumas mamãs por não terem essa linha.

Já eu pertenço ao grupo oposto: aquele grupo que não acha piada nenhuma a essa linha.

Não é uma coisa muito estética, convenhamos :) 

 

Apetece-me congelar o tempo

Adoro o meu filho, com um amor crescente desde o dia em que nasceu.

Já passou por fases complicadas (choro, cólicas...), outras fases mais pacatas.

Mas se pudesse escolher uma fase para "congelar no tempo", seria exatamente... agora!

Olho para ele e não quero que cresça mais. Sei que é um sentimento transversal a muitas mães.

Apetece-me conserva-lo sempre nesta idade: 2 anos e 7 meses.

E fico com medo. Ás vezes tenho medo de me esquecer disto tudo, destes momentos.

Por isso tiro tantas fotos, por isso tenho um blog - memória futura para rever com carinho, um dia mais tarde.

Rio-me tanto com as coisas engraçadas que ele diz!

Fico espantada com as deduções que já consegue fazer, com as conclusões que ele tira, com as suas afirmações irónicas (sim já sabe o que isso é)...

Fico emocionada com os gestos de ternura dele, com os abraços despretenciosos, com a flor do jardim da escola, que todos os dias arranca para me dar. (peço desculpa ao jardneiro...)

Acho piada às diabruras dele, à mania que ele já tem de repetir as minhas frases quando estou zangada (- Queres apanhar? Vasco repete: Queres apanhar? enquanto foge a rir pela casa fora...)

Gosto de o ouvir dizer que quer ser "pequenino", ou então pelo menos "um bebé grande". 

Delicio-me a vê-lo brincar. 

E gosto tanto de lhe dizer que mesmo quando ele já for "gigante", para mim será sempre "o meu menino."

 

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 A saltar como os sapos: Beppy, beppy, beppy (ensinamentos das aulas de yoga)

 

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