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O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

O Triângulo Perfeito

Sou uma mulher no meio de três homens. Vértices de uma constelação de amor, eles são o meu triângulo perfeito.

Festival da Canção

Maio 09, 2017

O Triângulo Perfeito

O Vasco adorou a música do Salvador na televisão! Escutou com muita atenção e até bateu palmas no fim.

 

Da minha parte, que vi todas as canções, nao posso deixar de pensar que a cada ano que passa, as músicas do festival vivem do mais aparato e menos da sua beleza intrínseca. 

 

Ele é boazonas mamalhudas meio despidas, ele é raparigas vestidas de noiva, ele é.... a sério? Um gorila a fazer coreografias??

 

Depois ainda dizem que o Salvador é um rapaz estranho. Abencoado rapaz, é o que ele é. Canta bem e nao precisa de trazer os animais da selva atrás de si! 

 

Anyway, parece que passámos à final, Estou contente.

 

Se for preciso levar uma mamalhuda para acompanhar o Salvador na próxima sessão, sugiro a Maximiliana (do Hérman José) que por cá fez sempre sucesso. Já se a opção for levar um animal, talvez o galo de Barcelos, que é um bicho icónico cá da terra...

 

No final, se não ganharmos, sempre se pode fazer fazer uma canjinha.

 

Mas a sério... gorilas?? 

O meu Dia da Mãe

Maio 08, 2017

O Triângulo Perfeito

Hoje nao tenho muito tempo para escrever, mas não resisti. Tive que vir aqui para vos dar um "cheirinho" do que foi o meu Dia da Mãe.

Posso dizer que foi um dia muito feliz!

Começou com o já tradicional almoço onde, como vem sendo hábito nos últimos anos, se juntam duas familias: a minha família de sangue e a família da minha cunhada.

Gostei muito do restaurante e adorei o convívio. Ao todo eramos cinco mães e todas tivemos direito a uma rosa; gesto simpático do meu irmãozito! Adoro quando ele faz estas coisas :)

O nosso Vasco é que nem aqueceu a cadeira do restaurante: andou sempre a cirandar de um lado para outro, a tentar mexer em tudo e a meter-se com as pessoas das outras mesas. A dificuldade dele em sentar-se num restaurante será matéria para um próximo post, certamente...

Depois do almoço, como estava sol, fomos todos dar um saltinho a praia. Que bem que soube! Foi o meu primeiro dia de praia deste ano!

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Foi ótimo caminhar na areia. E já que estávamos ali, aproveitámos para fazer um "test-drive" ao Vasco em relação à praia:

Será que, à semelhança do ano passado, o nosso bebé iria meter a areia toda na boca?

Ufff! Não!

Ficámos descansados: agora já não come areia. Isso é sinónimo de férias de verão um pouco mais relaxantes que as do ano passado:)

O avô Zé quis levar o Vasco à água e ainda molharam os pés. Como já seria de prever o Vasco adorou!

O sobrinho T. , divertiu-se a jogar futebol e a sobrinha M. , também se divertiu bastante. 

Aproveitámos para tirar umas fotos para a posteridade. A minha mãe já está com um bronze de fazer inveja, shhhh! Não sei como é que ela consegue ficar assim tão rápido!

O mano Miguel também se juntou nas fotografias e ainda houve tempo para uma selfie com o companheiro de aventuras, o maridão Zé. 

Se há dias que quero recordar... este é um deles. Que dias assim se repitam por muitos anos, sempre com a família completa e feliz. 

Para todas as Marias deste país

Maio 07, 2017

O Triângulo Perfeito

Depois de ter lido que o ministério da saúde é contra a existência de apelos no facebook para doação de sangue e medula... fiquei irritada. Apeteceu-me ir lá a Lisboa dar-lhes nas fuças.

 

Segundo o mesmo ministério (e passo a citar a notícia que li no jornal Público):

 

 “O número de dadores que se deslocam aos serviços a reboque destas campanhas é impossível de controlar. Face à pressão que exercem, aumenta o risco de não lhes ser fornecida toda a informação necessária. Nem todos percebem o que ser dador implica. A decisão de inscrição pode ser uma resposta emocional, não ponderada, ao apelo e até partir “da noção falsa de que uma pessoa pode inscrever-se para ser dadora de um determinado doente”. E quem assim age “mais facilmente pode desistir”.

 

Meus amigos do ministério, vocês acham que sabem do que falam. Mas não sabem! Algum de vocês teve ou tem neste momento, um familiar doente e a precisar de sangue ou de medula?!

 

Pois... É que se tivessem seriam os primeiros a tentar encontrar ajuda... No facebook, no twitter, no hi5, no orkut, no polo norte... Até contactos extraterrestres vocês fariam, para ajudar os vossos entes queridos.

 

“O número de dadores que se deslocam a reboque dessas campanhas é impossível de controlar”. Esta não percebi. É impossível de controlar porquê? Porque não há capacidade logística, espaço, recursos humanos, seringas para usar tanta gente a querer doar??

 

Se não há capacidade para a avalanche de gente que quer doar… então, meus amigos do ministério da saúde... arranjem capacidade! Para isso servem também os nossos impostos, acho eu...

 

Aumentem os vossos recursos materiais e humanos. Agora o que não pode acontecer é haver pessoas com vontade de doar sangue ou medula e não o poderem fazer só porque o sistema não tem capacidade para absorver tantos beneméritos.

 

Outra… “face à pressão que exercem, aumenta o risco de não lhes ser fornecida toda a infomação necessária”.

 

Ok… concordo. Então vamos lá fazer umas campanhas (como dantes ainda se via na televisão pública) a explicar tudo direitinho sobre este assunto. Isto seria serviço público na TV. Os portugueses iam agradecer..

 

Blá, blá… “a decisão da inscrição pode ser uma resposta emocional, não poderada”. Mas claro que é uma resposta emocional! E ainda bem que o é.

 

É sinal que ainda existem pessoas com bom coração neste mundo. Pessoas que se interessam pelo próximo.

 

“…e quem assim age, mais facilmente pode desistir”. Tudo bem, também concordo.

 

Mas se forem muitos a querer doar... mesmo que metade dessas pessoas desista a meio do percurso, ainda haverão 50% a completar todo o processo até ao fim!!

 

Não gostei desta opinião do Ministério da Saúde. Soou-me a dor de cotovelo, pelo sucesso que muitas campanhas para doação de sangue/medula feitas no facebook estão a ter, face à insignificância das campanhas institucionais dos últimos tempos.

 

Basta ver o impacto da página “Salvar a vida da Maria”, para percebermos a força destas campanhas. E quem está a ajudar a Maria, pode ajudar outros meninos e meninas deste mundo.

 

As redes sociais também têm coisas boas. E esta força, este poder de mobilizar as pessoas para grandes causas é algo a incentivar e não a desencorajar.

 

By the way. A Maria já encontrou um dador de medula compatível. :) Soube esta semana,

Não foi o Ministério de Saúde que me disse. Foi o facebook... E que contente que eu estou por esta feliz noticia!

Frango, para que te quero!!

Maio 06, 2017

O Triângulo Perfeito

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Saí do ginásio esganada de fome e a sonhar com coxinhas de frango. Lembrei-me logo que a cerca 200 metros havia um Pingo Doce e pensei que não seria má ideia ir até lá buscar comida.

 

Chegada ao super mercado, deparo-me com o caos! Aparentemente, as 12:00 de sábado são hora de ponta naquela superfície...

 

Filas para isto, filas para aquilo e… muita, muita gente de fato de treino e sapatilhas. Parece que a ideia de ir buscar frango a seguir ao exercício, não era assim tão original. Mais 320.000 pessoas da minha cidade tiveram o mesmo desejo.

 

Entusiasmada pelo cheirinho que vinha da zona da charcutaria arrisquei e decidi esperar a minha vez.Tirei a senha (número treze) e pensei: “Não é assim tão mau. Vai-se a ver e a coisa despacha-se depressa”

 

So wrong… apesar do ar enérgico da menina que estava a servir-nos, o tempo custava a passar.

 

Senha 3, senha 4… Tanto ainda para chegar à minha vez! E a parte pior é que, com o meu “detetor de cromos” identiquei imediatamente a senhora que me iria tirar do sério.

 

Sim. Sou especialista em detetar “empata-fodas”. Neste caso, melhor dizendo, “empata-frangos”.

 

Mal pus os olhos naquela senhora a falar alto com a filhota (“Ó Carla, tu bota atenção para beres se chegou a nossa bez!”) sempre aos saltinhos a espreitar para o balcão, pensei… estou frita…

 

Aquela senhora era das que nunca mais se despacham. E chegando à sua vez, tal como eu previa, começou o rol de pedidos:

 

Olhe, quero 300 gramas de queijo terra nostra”.

“E mais?”

“Olhe, quero mais 300 gramas de queijo do vosso, do Pingo Doce”.

 

A menina do balcão, despachava-se.

 

“É tudo?”

“Não. Quero quatro rissóis daqueles. São de quê?” (achei piada, primeiro pediu os rissóis, só depois é que quis saber o recheio).

“São de camarão.”

“Pode ser. E mais dois filetes daqueles.”

“Destes?”

“Sim. Os maiorzinhos”.

 

Pessoas na fila a desesperar…. E eu a pensar que teria feito bem melhor ir à churrasqueira ao pé de casa.

 

“É tudo, minha senhora?” – perguntava simpaticamente a menina da zona da churrascaria.

“Sim. Quer dizer… não!  Olhe dê-me duas barriguinhas daquelas ali”.

“Muito bem.”

 

Sorriso neutro da atendedora. Aparentemente é normal apanhar gente assim. E até é bom para o negócio…

 

“Olhe, aquele paio é picante?”

“Não senhora. Hoje não temos nada picante.”

“Então pode ser. Umas fatias de paio”.

“Deste?” – apontou a menina.

“Não. Daquele” – disse a senhora, apontando exatamente para o mesmo sítio.

 

ARRRRRG! Metade das pessoas da fila a soltarem chamas pelos olhos….

 

Muito bem. ´Mais alguma coisa?

“Não. É só isto.”

 

SÓ ISTO?? SÓ ISTO????

 

A sorte é que o cliente a seguir era o número 12. E a seguir fui eu.

Com o franguinho finalmente no saco dirigi-me à caixa para pagar.

Como é óbvio, tive o cuidado de escolher uma fila onde não estivesse a empata frangos. Não fosse o diabo tecê-las, uma vez mais.

 

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